As redes sociais como instrumento de mudança social

maio 23, 2012

Tenho convicção de que as mídias sociais serão um potente propulsor de responsabilidade e mudança sociais positivas no próximos anos, influenciando o comportamento de indivíduos, corporações e governos.

No mundo antigo, ser um agente de mudança significava um grande esforço, desconforto e até perigo. No mínimo, certamente exigiria sair de casa. Hoje você pode fazer parte de um movimento no mesmo tempo que leva para se tornar fã, clicar em ‘curtir’, carregar um vídeo ou compartilhar um link. Os céticos muitas vezes desprezam isso, considerando uma atividade fútil e sem sentido, e algumas podem ser de fato, mas temos visto, repetidas vezes, que a tecnologia conecta os ativistas com o restante do mundo, permitindo que encontrem partidários e ampliem sua causa.

Depois do desastroso terremoto e do tsunami no Japão, especialistas norte-americanos viajaram para ajudar nas questões tecnológicas e de TI. Quando a largura de banda da Internet era necessária na tarefa, vários dos maiores sites da web no Japão foram suspensos. Apesar da largura de banda que estava usando, o Facebook foi mantido aberto, pois estava atuando como uma ferramenta de valor inestimável, ajudando as pessoas a fazer conexões e a encontrar os desaparecidos.

Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

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As empresas precisam fazer o bem para prosperar

maio 21, 2012

Antes da crise financeira, a tendência que crescia mais rapidamente no mundo dos negócios era o avanço da responsabilidade social, e a crise econômica só acelerou isso. O mundo inteiro percebeu claramente que a busca implacável do lucro a qualquer preço quase levou o sistema financeiro e econômico mundial ao colapso. Hoje, muitas empresas com a percepção de que a filosofia do “lucro por si só” não é mais a chave para o sucesso sustentável estão tentando mudar, de modo efetivo, a forma como operam.

Prosperar e fazer o bem não são mais vistos como excludentes. De modo geral, a crise aumentou a expectativa dos consumidores de que as empresas devem dar tanto quanto recebem.

A voz do consumidor já exerce grande influência e esse fenômeno só vai aumentar. As mídias sociais proporcionaram às pessoas uma ferramenta incrível para manter a honestidade das empresas, compartilhar informações e, acima de tudo, criar movimentos para apoiar ou derrubar empresas, líderes ou governos de quem elas gostam ou não. E tudo isso a uma velocidade impressionante.

Há provas contundentes de que a forma como as empresas conduzem seus negócios está se tornando mais importante do que nunca. Uma pesquisa realizada em 2010 constatou que 86% dos consumidores acham importante que as empresas não visem apenas o lucro. Chegou a hora de as empresas se darem conta disso!

Esta mudança de rumo não se restringe à necessidade de as empresas causarem menos danos, mas, em última análise, ao ato de fazerem o bem.

 

Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

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