A importância do planejamento (por Dean Cunningham)

janeiro 8, 2016

Não há a mínima necessidade de começar uma ladainha, aqui, sobre a necessidade de planejamento. Conhecemos o velho ditado: “Se você não planeja, está planejando para o fracasso”. É raro encontrar um livro voltado ao desenvolvimento pessoal que não mencione a importância do planejamento. É como um mantra, repetido de novo, de novo e… de novo. Funciona como uma canção de ninar. Mas já é hora de despertar para a sabedoria embutida nessa mensagem. Todos estão dizendo a mesma coisa por um motivo: o planejamento funciona.

 

Quando você tem um sonho, é capaz de criar a paixão e o comprometimento necessários para chegar aos resultados que pretende. Porém, um sonho sem planejamento é inútil. Não faz mal sonhar, contanto que você levante e coloque seu plano em ação, quando o despertador tocar. Isso funciona como o seu despertador matinal. Ao transformar seu sonho numa série de passos administráveis, com o estabelecimento de prazos, você para de sonhar, simplesmente. Na verdade, o planejamento nada mais é do que um sonho ou um objetivo com um prazo.

 

Nem sempre as coisas funcionam como planejado. Porém, estabelecer o rumo para chegar aonde você deseja ou realizar qualquer objetivo importante é melhor do que ficar sentado, esperando. O planejamento nada mais é do que um sonho ou um objetivo com um prazo.

Você não pode deixar que tudo seja determinado pela maré. Não há nenhuma garantia de que, se for empurrado por ela, você chegará à praia que escolheu.

 

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Fonte: livro “Pura Sabedoria”, de Dean Cunningham. Integrare Editora

 

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Você é meticuloso? Entenda se isso é bom ou ruim… por Dean Cunningham

fevereiro 27, 2014

Ser meticuloso significa prestar atenção aos pequenos detalhes. Como me disse, certa vez, um campeão mundial de caratê extremamente bem-sucedido, a atenção aos detalhes é o que nos distingue dos demais.

Quer obter uma conquista rápida? Fique atento aos detalhes. Há sempre algo que pode ser feito em relação a eles. Isso é uma coisa que você é capaz de melhorar instantaneamente. É como colocar uma gravata: um pequeno ajuste faz toda a diferença. Assim, procure melhorar as pequenas coisas. Faça o que é possível. Dessa forma, terá mais energia e a sensação de que, de fato, está atingindo seu objetivo.

Em todos os trabalhos ou desempenhos

excepcionais, a excelência sempre

está nos menores detalhes.

 

Todos sabem que o segredo para obter qualidade em cada detalhe de seu trabalho é fazer bem as pequenas coisas. Exatidão. Atenção aos detalhes. Perfeição. Isso é ser meticuloso.

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Fonte: livro “Pura Sabedoria – Coisas simples que transformam o dia a dia”, de Dean Cunningham – Integrare Editora Editora

 

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Você é meticuloso? Entenda se isso é bom ou ruim… por Dean Cunningham

dezembro 6, 2013

Ser meticuloso significa prestar atenção aos pequenos detalhes. Como me disse, certa vez, um campeão mundial de caratê extremamente bem-sucedido, a atenção aos detalhes é o que nos distingue dos demais.

Quer obter uma conquista rápida? Fique atento aos detalhes. Há sempre algo que pode ser feito em relação a eles. Isso é uma coisa que você é capaz de melhorar instantaneamente. É como colocar uma gravata: um pequeno ajuste faz toda a diferença. Assim, procure melhorar as pequenas coisas. Faça o que é possível. Dessa forma, terá mais energia e a sensação de que, de fato, está atingindo seu objetivo.

Em todos os trabalhos ou desempenhos

excepcionais, a excelência sempre

está nos menores detalhes.

Todos sabem que o segredo para obter qualidade em cada detalhe de seu trabalho é fazer bem as pequenas coisas. Exatidão. Atenção aos detalhes. Perfeição. Isso é ser meticuloso.

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Fonte: livro “Pura Sabedoria – Coisas simples que transformam o dia a dia”, de Dean Cunningham – Integrare Editora Editora

 

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Pare de falar… e aprenda a OUVIR! Por Dean Cunningham

outubro 18, 2013

Você já notou que as pessoas que falam pouco tendem a dizer coisas mais profundas? Talvez seja o caso de afirmar que elas são mais bem remuneradas por isso. Muitos não conseguem perceber que o ato de ouvir é um dom pelo qual somos remunerados, já que fazemos isso naturalmente. Porém, o que não compreendemos é a diferença entre escutar e ouvir. Pois, se a escuta é involuntária, o ato de ouvir não é. Isso está resumido no velho provérbio chinês: “Olhamos, mas não vemos; escutamos, mas não ouvimos…”. Para ouvir, é preciso atenção.

Na verdade, a plena atenção é o presente mais valioso que você pode dar a alguém. É um ato de amor. Se você prestar pouca atenção em seu parceiro, muito em breve ele prestará pouca atenção em você. Se der pouca atenção aos seus filhos, em breve eles darão pouca atenção a qualquer coisa. Sua atenção confirma a existência do outro. Ninguém gosta de ser ignorado ou de ter a sensação de que não é importante.

Em certo sentido, o amor não passa de atenção. Ser chamado de “bom ouvinte” é sempre um elogio. E não há como fingir: as pessoas percebem quando você não está ouvindo. Quando ouvimos, compreendemos profundamente as necessidades do outro, reduzimos o número de mal-entendidos e construímos relacionamentos sólidos. O ato de ouvir está no centro da comunicação, e tudo o que contribui para que você seja um bom comunicador também é valioso em termos profissionais.

Infelizmente, as pessoas com ambições profissionais geralmente acreditam que falar muito as ajudará mais do que ouvir. Isso porque, na percepção delas, os profissionais bem remunerados costumam ser autoconfiantes, articulados, eloquentes, além de ter muitas coisas interessantes a dizer. Porém, ao se esforçarem para parecer inteligentes, elas usam uma linguagem complexa, uma terminologia ambígua, criticam as ideias dos colegas em reuniões e interrompem no meio as frases de seus interlocutores. Elas simplesmente falam demais e ouvem de menos.

Porém, o ato de ouvir não se limita às outras pessoas. Tem a ver com a capacidade de ouvir a si próprio, também. Se aprendermos a fazer pausas e a intercalar a fala com períodos de silêncio, seremos capazes de descobrir um guia interior. Todos nós temos um, mas nem sempre o desfrutamos completamente. Em geral, há ruído demais na mente. Porém, quanto mais você ouvir, mais silencioso será. Não há necessidade de buscar esse guia. Tudo o que você precisa é estar consciente dele. A verdade é que todos nós escutamos, sentimos ou sabemos qual é a melhor coisa a ser feita. Mas poucos realmente ouvem.

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Fonte: livro “Pura Sabedoria – Coisas simples que transformam o dia a dia”, de Dean Cunningham – Integrare Editora

 

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Os 5 passos da Sabedoria… por Içami Tiba

abril 8, 2013

Estes 5 passos mostram o que acontece com a pessoa no seu comportamento à medida que seus conhecimentos se ampliam, isto é, sua performance cresce.

 

ETAPAS DOS PASSOS DA SABEDORIA:

 

1. Ingenuidade

            Os brasileiros viviam bem com os seus automóveis. Até que o presidente Collor os chamou de “verdadeiras carroças”. Ofendeu muitos ignorantes. Depois que conheceram como eram os carros atualizados, os brasileiros concordaram com Collor.

            Quem tinha a “carroça” estava orgulhoso do seu carro. Mas ele não sabia que o carro dele já estava muito ultrapassado em relação aos carros estrangeiros. Do mesmo modo, a ingenuidade leva a pessoa a acreditar que está fazendo o melhor, que sua performance está excelente.

 

O ingênuo nem sabe que não sabe.

 

2. Descoberta

            Pelos comentários que recebe das pessoas, a pessoa ingênua acaba descobrindo que nem sabia que não sabia. Agora descobriu que não sabe. Toda descoberta leva a um dilema. Permanece-se como está ou se avança para um mundo novo? Os que permanecem ficam defasados, obsoletos e complexados, pois agora sabem que não sabem. Os que avançam descobrem novidades e novas oportunidades que não enxergavam antes.

          Aquilo que não sabia, e agora é claro, passa a envergonhar as pessoas.

 

Agora ele sabe que não sabe.

 

3. Aprendizado

            É do humano ser curioso, querer saber mais, querer conhecer, querer aprender. Para isso conta com os cinco sentidos da sensopercepção: ver, ouvir, cheirar, saborear, tatear.

         O não querer aprender tem várias causas: falta de motivação, dificuldade em encontrar quem ensine, trauma psicológico, sofri- mentos etc. Trauma é quando o ensinante é horrível porque ele grita, agride, ofende, é rigoroso, é exigente, é tirano etc. O aprendiz sofre tanto que aniquila dentro de si o interesse em aprender.

            É neste passo que acontecem as seis etapas da construção de cada conhecimento.

 

Então, ele aprende o que não sabe.

 

4. Experiência

            Quando o humano aprende algo, quer experimentá-lo, imaginá-lo funcionando e confirmar pela ação prática. Essa experimentação confirma a viabilidade prática. Na experiência, o humano usa tudo o que já conhece, para testar algo novo.

            Na mitologia grega, Ícaro foi o primeiro homem a voar com asas feitas de penas de aves, coladas com cera e movidas pelos seus braços. Mas ele não poderia voar tão perto do Sol que derretesse as ceras e nem tão próximo ao mar que molharia as penas. Sentiu-se tão atraído pelo Sol que foi em sua direção, as ceras derreteram e Ícaro morreu ao cair no mar. Não adianta pôr asas de pássaros em peixe que ele não voa. Nem o humano voou, apesar de ser possível imaginá-lo voando.

 

Ele experimenta o que aprendeu.

 

5. Sabedoria

            Quando os resultados das experiências são bons, o humano os põe em prática, isto é, usa-os como se já fossem velhos conhecidos, ou seja, sabe do que precisa, como fazer e que resultado esperar.

          De tanto fazer, a pessoa nem precisa mais pensar para fazer. Simplesmente faz. A dificuldade existe para quem não conhece, isto é, ainda nem experimentou. Quem sabe dirigir senta e dirige. Não fica pensando quais instrumentos acionar para se movimentar. Simples assim. Quem tem muitos conhecimentos é considerado sábio, e o que ele tem é sabedoria.

            É nesse estágio que ele constrói novos conhecimentos, que outros ainda nem sabem que existem. Ele trabalha com vários conhecimentos já construídos e descobre novos conhecimentos.

 

O sábio nem se lembra do que já sabe, pois quer aprender sempre.

  

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Fonte: livro “Família de Alta Performance – Conceitos contemporâneos na Educação”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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A busca dos fatos é mais eficaz do que tirar conclusões!

fevereiro 15, 2013

Talvez você conheça a história de um mestre zen que encontra um discípulo cheio de si: repleto de ideias, de conceitos e de crenças; inflexível e relutante em abandonar seus pontos de vista. O mestre, então, o convida a sentar e lhe prepara um chá. No estilo zen, o mestre serve o chá primeiro em sua própria xícara. A seguir, passa a servir o discípulo. Dessa vez, porém, vai além do limite: continua despejando o chá na xícara, até o líquido começar a transbordar. Em pânico, o discípulo exclama: “Mestre, o que você está fazendo?”. Calmamente, o mestre responde: “A xícara é como a sua mente. Você jamais será capaz de aprender coisa alguma a menos que a esvazie”.

            Eis a sabedoria antiga. A seguir, uma interpretação atual dessa história.

            Os órgãos relacionados aos sentidos – pele, olhos, ouvidos, língua e nariz – são instrumentos que usamos para percorrer nossa jornada ao longo da vida. Eles funcionam como receptores que nos fornecem informações sobre o mundo externo. Se deixássemos tudo a cargo desses órgãos, seríamos sobrecarregados de estímulos. Criamos, porém, uma maneira inteligente de impedir que sejamos sufocados pela avalanche de sensações. Buscamos aquilo que é interessante e a seguir generalizamos, apagamos e distorcemos as informações que recebemos. Simplificando: à semelhança de uma droga sintética, alteramos nossas experiências do modo que julgamos mais adequado.

            O problema é que nosso sistema de filtragem é influenciado pelos pensamentos. E, muito mais frequentemente do que imaginamos, eles são irracionais. Assim, tendemos a fazer generalizações sobre as pessoas e sobre suas características, alimentando as piores expectativas a respeito delas, apagando informações importantes a que deveríamos prestar atenção ou deturpando o sentido das palavras delas e reagindo de modo inapropriado.

            Mas a situação não para por aí. Fica ainda pior. Temos o mau hábito de buscar informações que endossem nossa forma de pensar. Assim, além de os pensamentos moldarem a realidade à nossa volta, eles também a confirmam – não importa o grau de distorção que tal realidade possa sofrer. Afora isso, é preciso admitir: estar com a razão produz uma sensação boa. Em consequência, normalmente evitamos as pessoas e as situações que não estão em sintonia com nossos pensamentos.

            Você já deve ter ouvido várias vezes a expressão: “Ver para crer”. Porém, seria mais exato dizer: “Crer para ver”. Pois sua percepção de mundo está sempre baseada nos pensamentos habituais – suas crenças. São elas que criam o mapa através do qual você determina o rumo de sua vida. Se tiver pensamentos saudáveis e racionais, eles o conduzirão aonde você deseja. Se tiver pensamentos pouco saudáveis e inflexíveis, pode contar com uma colisão certeira.

 

            Esse é o problema.

 

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Fonte: livro “Pura Sabedoria – Coisas simples que transformam o dia a dia” de Dean Cunningham. Integrare Editora

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Fluindo com a vida!

janeiro 7, 2013

 

É preciso fluidez para viver o dia a dia sem estresse ou traumas, acolhendo cada experiência pelo que é em si mesma. Revisando nossa forma de lidar com os dias, podemos chegar a novas formas de vivê‐los. Aceitação é uma palavra‐chave para não nos frustrarmos com a natureza dos processos e sermos capazes de desfrutar de cada dia sem perder o foco.

Uma interessante e tradicional história pode nos ajudar a compreender ainda melhor essas premissas.

 

Ela conta que certo dia um pajé muito velho foi procurado por um homem que queriasaber o segredo de sua longevidade. O            pajé, que, apesar de muito idoso, ainda mostrava um semblante com poucas rugas e cabelos bem escuros, parou para pensar sobre a pergunta e depois respondeu:

— Para mim o segredo da longevidade é nunca discutir com ninguém. Aceitar e acolher todas as verdades, pois tudo é parte da grande verdade.

          O homem, que, apesar de jovem, já apresentava sinais da idade, como cabelos grisalhos, rugas ao redor dos olhos e um semblante cansado, insatisfeito com a resposta do pajé, retrucou:

— Mas o senhor não acha que o debate é muito importante? A ignorância não seria por si mesma um mal? Quando nos propomos ao debate de ideias, estamos ampliando nossa consciência e evoluindo, o senhor não concorda?

          O pajé parou, pensou longamente e, por fim, respondeu:

— É, você tem toda a razão.

 

Esse pequeno encontro com a sabedoria do pajé pode nos fazer refletir sobre o que estamos defendendo, e de que forma. Como aceitamos as opiniões discordantes e o que pensamos sobre nossas próprias ideias?

Cada dia, cada instante, todo o tempo, há múltiplas possibilidades que precisam ser acolhidas e transcendidas para mantermos o foco. O sábio nos ensina que o acolhimento ao pensamento diverso e a aceitação de opiniões discordantes não são uma fraqueza ou um sinal de ignorância de nossa parte, mas a arte da verdadeira sabedoria.

 

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Fonte: livro “O foco define a sorte – A forma como enxergamos o mundo faz o mundo que enxergamos”, de Dulce Magalhães – Integrare Editora

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