Imaturidade para fornecer e receber feedback. (por Alexandre Prates)

janeiro 13, 2016

É muito comum encontrarmos profissionais que não conseguem, por imaturidade, fornecer feedback de qualidade aos colegas de trabalho. Digo imaturidade, pois muitos profissionais fogem desse momento por receio de ofender os colegas e, assim, desmotivá-los ou criar alguma situação desconfortável.

 

Esse receio é frequente, pois muitas vezes os profissionais são amigos e isso pode prejudicar o relacionamento. Da mesma forma, isso ocorre quando o feedback é dos liderados para o líder. Primeiro, é muito difícil um líder aceitar um feedback dos seus colaboradores, automaticamente os liderados não o fazem por medo de represálias e as deficiências continuam a prejudicar a empresa. Sem contar que isso se estende aos pares de trabalho quando o gerente de uma área quer corrigir determinada ação de outra área. É muito comum que um líder se ofenda quando recebe um feedback negativo sobre o trabalho de um de seus colaboradores, pois isso conota que não está cuidando dos seus liderados. E o que isso acarreta? Simples, cada um cuida do seu e ninguém se intromete na área de ninguém. Logo, os problemas continuarão crescendo.

 

Solução: É preciso que o líder e seus colaboradores adquiram maturidade para compreender que existe algo maior do que o próprio ego e encarar o feedback como uma proposta de crescimento e mudança. Todos estão ali para atingir uma única missão: fazer a empresa prosperar. Quando coloco o meu ego acima desta proposta, o resultado é simples: teremos um agrupamento de pessoas que só produzem um resultado – a estagnação.

 

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Fonte: livro “Resultado”, de Alexandre Prates- Integrare Editora

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Persistência: até que ponto devemos insistir?

julho 23, 2012

A persistência é a capacidade de insistir numa tarefa quando a maré não está favorável. Todos nós conhecemos pessoas que iniciam uma atividade e a interrompem diante do primeiro obstáculo que lhes aparece à frente.

 

          A maioria das pessoas renuncia a atividades e projetos. Não têm a perseverança necessária para atingir suas metas. O que as atrapalha talvez seja o desejo de obter resultados rápidos. Hoje em dia, as pessoas querem resultados instantâneos. O verdadeiro progresso, contudo, só acontece por meio da repetição incessante e de um esforço concentrado visando o aperfeiçoamento. São necessários tempo e trabalho duro para dominar uma habilidade. Não existem atalhos. Portanto, se você não dispõe de tempo, não espere obter resultados.

          A paciência e a persistência caminham de mãos dadas. Elas são como o yin e o yang do comprometimento. A paciência é uma qualidade passiva; a persistência é mais ativa. Se você deseja se destacar em meio ao grupo, mantenha-se firme em seu propósito até o fim. Essa é a parte ativa do comprometimento. Não desanime caso os resultados não apareçam imediatamente. Esse é o elemento passivo. O fato de a melhora estar acontecendo de maneira lenta não é relevante, o que importa é continuar. Siga praticando, mesmo quando tiver a sensação de que não está chegando a parte nenhuma. Esse é o caminho para atingir o melhor desempenho.

          O resultado virá, provavelmente, quando você menos esperar. Portanto, continue com suas atividades. Dito isso, é importante não se deixar perturbar com esse conceito. Às vezes, é necessário saber o momento de parar. Se, apesar de seus esforços, você tiver a sensação de estar regredindo ou de não sair do mesmo ponto, é sinal de que deve descansar.

Se o descanso não lhe permitir alguma recuperação, talvez você esteja no caminho errado. Considere a hipótese de iniciar outra atividade mais adequada aos seus talentos naturais. Certamente, se você for uma pessoa ambiciosa e determinada, não será fácil saber o momento de parar. Porém, não se deixe levar pelo orgulho ou pela obstinação.

Pergunte-se, com sinceridade, se está desistindo pelas razões certas. Então, terá a resposta. É claro que as pessoas não gostam de desistir das atividades. Mas não há nenhum sentido em continuar uma atividade inapropriada para você.

 

 

Fonte: livro “Viva com Sabedoria – Coisas simples que transformam o dia a dia”, de Dean Cunningham – Integrare Editora

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