O desempenho no passado não é garantia de sucesso no futuro

julho 20, 2012

Sim, os líderes empresariais têm uma série de dúvidas. Meus clientes e consumidores vão realmente valorizar a minha empresa por isso? E o conselho diretor? Os meus acionistas, também?

Basicamente, creio que sim. O risco de ser uma das empresas punidas na ‘Era dos Danos’ é muito maior que o desafio de mudar e ser uma empresa melhor.

“O desempenho do passado não é garantia de sucesso no futuro” é o aviso escrito em todos os comunicados da indústria de serviços financeiros na última década, e para o futuro do mundo dos negócios isso é mais verdadeiro que nunca.

Progressos importantes e substanciais já estão sendo feitos. Uma geração de líderes visionários entendeu a necessidade e a oportunidade de mudança. Pessoas que eu chamaria de “capitalistas de sangue verde” estão conduzindo esta revolução.

 

Sim, eles querem fazer o bem, mas também querem prosperar. Eles compartilham a crença de que uma empresa pode ser bem-sucedida e responsável ao mesmo tempo.

Uma das coisas mais emocionantes e animadoras é que a maioria desses líderes dirige grandes empresas. Então, enquanto no passado as boas intenções ficavam restritas às ONGs e empresas de pequenos negócios, atualmente são algumas das maiores empresas do mundo que estão dando o exemplo. E, sem dúvida, quanto maior a empresa, maior o impacto positivo que ela é capaz de causar.

Você não pode compartilhar prejuízos mas, quanto maior o lucro, maior o bem que você pode fazer. Considerando-se a dimensão de algumas multinacionais e a qualidade de sua administração, seu potencial para exercer um impacto positivo é imenso.

À medida que esses líderes mostram o caminho e são apoiados por gente como Warren Buffett e Bill Gates – através de sua filantropia bem pública – ou pelos novos empreendedores sociais, com seus modelos de negócio baseados em franqueza e transparência, o restante do mundo empresarial acompanhará.

Você pode agarrar a oportunidade para se destacar da concorrência através de uma conduta correta, mas só se conseguir superá-la nesse quesito. Encontre o seu conceito de empresa social (Social Business IdeaTM) antes dela!

As empresas socialmente responsáveis vão se sair melhor não só porque os consumidores vão reconhecer isso e se tornar poderosos defensores da marca e da empresa, mas também porque os profissionais mais talentosos vão querer trabalhar para elas.

 

O conceito de lealdade do empregado vai se tornar cada vez mais importante no futuro, à medida que uma nova geração de trabalhadores leva seus valores ao local de trabalho – a fidelidade às empresas será impulsionada cada vez menos por incentivos financeiros e recompensas e cada vez mais por valores compartilhados e orgulho da contribuição social que a empresa está dando.

Ao conversar recentemente com um professor da Universidade de Harvard, ele disse que a maioria de seus alunos mais inteligentes não queria mais ir para os setores bancário, empresarial ou jurídico; eles desejavam trabalhar em organizações como a Teach for America, pois fazer o bem tornou-se para eles tão importante quanto ganhar dinheiro. Na verdade, 70% dos jovens da geração Y equiparam uma carreira de sucesso com um trabalho significativo para eles. Este foi também o fator número um de classificação, ainda acima de “salários mais altos”, na pesquisa de Carreiras da Geração Y no Futuro, realizada pela Harris Interactive.

 

Fonte: livro “Empresas que cuidam Prosperam – Por que negócios que fazem o bem são melhores negócios” de David Jones – Integrare Editora

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Educação e Desenvolvimento no Brasil: uma necessidade urgente!

abril 19, 2011

Recentemente, uma revista de circulação nacional publicou estudo com a receita dos 7 passos que separam os tigres asiáticos, do Brasil, em desempenho educacional. Alguns deles deveriam ser imediatamente assumidos por nós, governo e sociedade civil, a saber:

Qual é, pois, a responsabilidade social mais urgente num país como o Brasil? Podem-se divisar duas, que não mais devem ser adiadas um só dia sequer, seja pelo governo, seja pela sociedade, principalmente pela sociedade, eis que, nas democracias, os governos só se movem quando empurrados pelo conjunto dos cidadãos:

Fonte: trecho do livro “Educação e Desenvolvimento no Brasil”, de Paulo Nathanael Pereira de Souza – Integrare Editora


A necessidade da CONSISTÊNCIA

abril 13, 2011

Ser consciente é atuar de forma que o outro se sinta bem, deixando que se expresse livremente. Ser consciente é formular perguntas que demonstrem genuíno interesse, aceitando o limite das respostas. É alegrar‑se com os êxitos do outro. É oferecer apoio para que corrija suas falhas. Mas aí há um perigo. Não podemos confundir essa postura generosa com a inocente complacência, com a transigência em questões essenciais. Nessas situações, podemos negar nossa própria consciência. E isso não vai ajudar o outro. Pelo contrário, essa postura vai estimulá‑lo a se manter no mesmo lugar.

Fonte: Trecho retirado do livro “Confiança – O diferencial do líder” de Leila Navarro e José María Gasalla


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