Eu sei qual a opção que prefiro! E você?

março 1, 2013

O novo mundo colaborativo reflete uma mudança na sociedade, na qual o poder é distribuído e compartilhado. E onde, de fato, as pessoas mais influents são aquelas que mais compartilham, e não as que tentam manter o controle e restringir o fluxo de informações.

            Para as empresas, as oportunidades comerciais de alavancar o poder da colaboração estão apenas começando a ser exploradas, e os que estão à frente vão colher os frutos.

            Embora não entremos em um mundo de consumo perfeito, no qual a criação satisfaz a fabricação, que por sua vez satisfaz o consumo, sem gerar nenhum desperdício, há uma grande oportunidade para todas as empresas e líderes.

            No final das contas, nós temos uma escolha – aceitar o emocionante mundo novo e sermos empresas e líderes abertos, transparentes e colaborativos e, com isso, mais bem-sucedidos. Ou observar as pessoas usarem o poder das mídias digitais e sociais para nos forçar a ser.

            Eu sei qual a opção que prefiro! E você?

 

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Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jone. Integrare Ed.

 

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As redes sociais como instrumento de mudança social

maio 23, 2012

Tenho convicção de que as mídias sociais serão um potente propulsor de responsabilidade e mudança sociais positivas no próximos anos, influenciando o comportamento de indivíduos, corporações e governos.

No mundo antigo, ser um agente de mudança significava um grande esforço, desconforto e até perigo. No mínimo, certamente exigiria sair de casa. Hoje você pode fazer parte de um movimento no mesmo tempo que leva para se tornar fã, clicar em ‘curtir’, carregar um vídeo ou compartilhar um link. Os céticos muitas vezes desprezam isso, considerando uma atividade fútil e sem sentido, e algumas podem ser de fato, mas temos visto, repetidas vezes, que a tecnologia conecta os ativistas com o restante do mundo, permitindo que encontrem partidários e ampliem sua causa.

Depois do desastroso terremoto e do tsunami no Japão, especialistas norte-americanos viajaram para ajudar nas questões tecnológicas e de TI. Quando a largura de banda da Internet era necessária na tarefa, vários dos maiores sites da web no Japão foram suspensos. Apesar da largura de banda que estava usando, o Facebook foi mantido aberto, pois estava atuando como uma ferramenta de valor inestimável, ajudando as pessoas a fazer conexões e a encontrar os desaparecidos.

Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

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