A importância do planejamento (por Dean Cunningham)

janeiro 8, 2016

Não há a mínima necessidade de começar uma ladainha, aqui, sobre a necessidade de planejamento. Conhecemos o velho ditado: “Se você não planeja, está planejando para o fracasso”. É raro encontrar um livro voltado ao desenvolvimento pessoal que não mencione a importância do planejamento. É como um mantra, repetido de novo, de novo e… de novo. Funciona como uma canção de ninar. Mas já é hora de despertar para a sabedoria embutida nessa mensagem. Todos estão dizendo a mesma coisa por um motivo: o planejamento funciona.

 

Quando você tem um sonho, é capaz de criar a paixão e o comprometimento necessários para chegar aos resultados que pretende. Porém, um sonho sem planejamento é inútil. Não faz mal sonhar, contanto que você levante e coloque seu plano em ação, quando o despertador tocar. Isso funciona como o seu despertador matinal. Ao transformar seu sonho numa série de passos administráveis, com o estabelecimento de prazos, você para de sonhar, simplesmente. Na verdade, o planejamento nada mais é do que um sonho ou um objetivo com um prazo.

 

Nem sempre as coisas funcionam como planejado. Porém, estabelecer o rumo para chegar aonde você deseja ou realizar qualquer objetivo importante é melhor do que ficar sentado, esperando. O planejamento nada mais é do que um sonho ou um objetivo com um prazo.

Você não pode deixar que tudo seja determinado pela maré. Não há nenhuma garantia de que, se for empurrado por ela, você chegará à praia que escolheu.

 

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Fonte: livro “Pura Sabedoria”, de Dean Cunningham. Integrare Editora

 

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Aprendendo a ter gratidão nos momentos difíceis. (por Dean Cunningham)

julho 3, 2015

É muito comum não usarmos plenamente as coisas que possuímos. Estamos sempre em busca do novo, mesmo que nossos bens não precisem ser substituídos. Damos pouca importância a isso. Precisamos adquirir os últimos lançamentos, os produtos mais novos, os melhores. Mas, se não apreciamos o que já possuímos, como seremos felizes com mais?

A gratidão não tem a ver apenas com coisas materiais. Devemos ser gratos, também, pelas situações da vida. No caratê, aprendemos a sempre mostrar gratidão. Ao final de cada sequência de luta, com um parceiro ou com um adversário, inclinamo-nos e dizemos “obrigado” em japonês. Para um observador leigo, talvez pareça estranho ver alguém agradecendo um adversário pela surra que ele acaba de lhe dar. “Você me atingiu no estômago, obrigado. Agradeço-lhe pelo lábio estourado.” Isso parece absurdo, sei disso. Porém, estamos aprendendo a sentir gratidão tanto pelos momentos difíceis quanto pelos tranquilos. As lutas mais duras é que nos fazem melhorar. O mesmo acontece na vida. Ao contrário o que prega o senso comum, devemos ser gratos pelas fases difíceis que temos de enfrentar. São elas que fazem aflorar o que há de melhor em nós.

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Fonte: livro “Pura sabedoria: coisas simples que transformam o dia a dia”, de Dean Cunningham. Integrare Editora

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Desprendimento (por Dean Cunningham)

janeiro 2, 2015

Em grande parte, o sofrimento humano ocorre pelo fato de não sabermos praticar o desprendimento. Ficamos agarrados a pensamentos e experiências desagradáveis quando deveríamos nos esquecer deles. Ou então tentamos resolver os problemas emocionais reprisando na mente, repetidamente, o episódio que desencadeou aquelas emoções. Porém, com esse esforço acabamos perpetuando o sofrimento em vez de melhorar a situação. Precisamos deixar tudo isso para trás, permitindo que os sentimentos ruins desapareçam naturalmente – no fim, é o que acabará acontecendo.

Não permita que suas experiências desagradáveis afetem seu ritmo. Aprenda a desapegar-se de pensamentos pouco saudáveis. Lembre-se: você não será capaz de desfrutar o agora se continuar pensando em todas as coisas ruins que lhe aconteceram ontem.

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Fonte: livro “Pura Sabedoria – Coisas simples que transformam o dia a dia”, de Dean Cunningham. Integrare Editora

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FOCO: separa o lugar onde você se encontra agora daquele onde deseja chegar! Por Dean Cunningham

setembro 12, 2014

Há inúmeras coisas na vida que nos tiram do foco. Porém, para terminar as tarefas, precisamos ser capazes de manter a atenção. É incrível o tempo que passamos pensando no passado ou nos preocupando com o futuro. A atenção dispersiva nos torna improdutivos. Se pensamos e fazemos várias coisas ao mesmo tempo, nenhuma delas acaba sendo bem-feita. Se queremos dar o nosso melhor e alcançar os objetivos mais importantes, devemos estar totalmente concentrados na atividade que estamos desenvolvendo.

O importante é voltar o foco para uma única tarefa. Quando você é capaz de centrar-se no presente, pode dirigir total atenção àquilo que está realizando; assim terá desenvolvido uma importante habilidade.

Nos esportes, o foco é o que distingue os amadores dos profissionais. Na área profissional, ele diferencia os trabalhadores comuns dos líderes. Na vida, o foco separa o lugar onde você se encontra agora daquele onde deseja estar. Se sua capacidade de concentração é pequena, jamais conseguirá manter-se numa tarefa por tempo suficiente para ser bem-sucedido. Estará constantemente pulando de atividade em atividade, de projeto em projeto, de um interesse a outro, sempre ocupado, mas nunca realizando algo de valor.

O seu objetivo deve ser realizar toda e qualquer atividade com precisão, momento após momento, e quando bem desejar. Isso não é fácil. É da natureza da mente ficar saltando de um ponto a outro. Porém, por meio da prática, você poderá aprender a interromper essa atividade mental – aumentando a capacidade de centrar a atenção numa só coisa por mais tempo. Assim, ficará mais relaxado, pensará com mais clareza e enxergará a solução para os problemas com mais facilidade.

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Fonte: livro “Pura Sabedoria – Coisas simples que transformam o dia a dia”, de Dean Cunningham. Integrare Editora

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Você é meticuloso? Entenda se isso é bom ou ruim… por Dean Cunningham

fevereiro 27, 2014

Ser meticuloso significa prestar atenção aos pequenos detalhes. Como me disse, certa vez, um campeão mundial de caratê extremamente bem-sucedido, a atenção aos detalhes é o que nos distingue dos demais.

Quer obter uma conquista rápida? Fique atento aos detalhes. Há sempre algo que pode ser feito em relação a eles. Isso é uma coisa que você é capaz de melhorar instantaneamente. É como colocar uma gravata: um pequeno ajuste faz toda a diferença. Assim, procure melhorar as pequenas coisas. Faça o que é possível. Dessa forma, terá mais energia e a sensação de que, de fato, está atingindo seu objetivo.

Em todos os trabalhos ou desempenhos

excepcionais, a excelência sempre

está nos menores detalhes.

 

Todos sabem que o segredo para obter qualidade em cada detalhe de seu trabalho é fazer bem as pequenas coisas. Exatidão. Atenção aos detalhes. Perfeição. Isso é ser meticuloso.

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Fonte: livro “Pura Sabedoria – Coisas simples que transformam o dia a dia”, de Dean Cunningham – Integrare Editora Editora

 

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Você é meticuloso? Entenda se isso é bom ou ruim… por Dean Cunningham

dezembro 6, 2013

Ser meticuloso significa prestar atenção aos pequenos detalhes. Como me disse, certa vez, um campeão mundial de caratê extremamente bem-sucedido, a atenção aos detalhes é o que nos distingue dos demais.

Quer obter uma conquista rápida? Fique atento aos detalhes. Há sempre algo que pode ser feito em relação a eles. Isso é uma coisa que você é capaz de melhorar instantaneamente. É como colocar uma gravata: um pequeno ajuste faz toda a diferença. Assim, procure melhorar as pequenas coisas. Faça o que é possível. Dessa forma, terá mais energia e a sensação de que, de fato, está atingindo seu objetivo.

Em todos os trabalhos ou desempenhos

excepcionais, a excelência sempre

está nos menores detalhes.

Todos sabem que o segredo para obter qualidade em cada detalhe de seu trabalho é fazer bem as pequenas coisas. Exatidão. Atenção aos detalhes. Perfeição. Isso é ser meticuloso.

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Fonte: livro “Pura Sabedoria – Coisas simples que transformam o dia a dia”, de Dean Cunningham – Integrare Editora Editora

 

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Pare de falar… e aprenda a OUVIR! Por Dean Cunningham

outubro 18, 2013

Você já notou que as pessoas que falam pouco tendem a dizer coisas mais profundas? Talvez seja o caso de afirmar que elas são mais bem remuneradas por isso. Muitos não conseguem perceber que o ato de ouvir é um dom pelo qual somos remunerados, já que fazemos isso naturalmente. Porém, o que não compreendemos é a diferença entre escutar e ouvir. Pois, se a escuta é involuntária, o ato de ouvir não é. Isso está resumido no velho provérbio chinês: “Olhamos, mas não vemos; escutamos, mas não ouvimos…”. Para ouvir, é preciso atenção.

Na verdade, a plena atenção é o presente mais valioso que você pode dar a alguém. É um ato de amor. Se você prestar pouca atenção em seu parceiro, muito em breve ele prestará pouca atenção em você. Se der pouca atenção aos seus filhos, em breve eles darão pouca atenção a qualquer coisa. Sua atenção confirma a existência do outro. Ninguém gosta de ser ignorado ou de ter a sensação de que não é importante.

Em certo sentido, o amor não passa de atenção. Ser chamado de “bom ouvinte” é sempre um elogio. E não há como fingir: as pessoas percebem quando você não está ouvindo. Quando ouvimos, compreendemos profundamente as necessidades do outro, reduzimos o número de mal-entendidos e construímos relacionamentos sólidos. O ato de ouvir está no centro da comunicação, e tudo o que contribui para que você seja um bom comunicador também é valioso em termos profissionais.

Infelizmente, as pessoas com ambições profissionais geralmente acreditam que falar muito as ajudará mais do que ouvir. Isso porque, na percepção delas, os profissionais bem remunerados costumam ser autoconfiantes, articulados, eloquentes, além de ter muitas coisas interessantes a dizer. Porém, ao se esforçarem para parecer inteligentes, elas usam uma linguagem complexa, uma terminologia ambígua, criticam as ideias dos colegas em reuniões e interrompem no meio as frases de seus interlocutores. Elas simplesmente falam demais e ouvem de menos.

Porém, o ato de ouvir não se limita às outras pessoas. Tem a ver com a capacidade de ouvir a si próprio, também. Se aprendermos a fazer pausas e a intercalar a fala com períodos de silêncio, seremos capazes de descobrir um guia interior. Todos nós temos um, mas nem sempre o desfrutamos completamente. Em geral, há ruído demais na mente. Porém, quanto mais você ouvir, mais silencioso será. Não há necessidade de buscar esse guia. Tudo o que você precisa é estar consciente dele. A verdade é que todos nós escutamos, sentimos ou sabemos qual é a melhor coisa a ser feita. Mas poucos realmente ouvem.

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Fonte: livro “Pura Sabedoria – Coisas simples que transformam o dia a dia”, de Dean Cunningham – Integrare Editora

 

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