8 atitudes que todo jovem potencial deve ter! Por Sidnei Oliveira

março 13, 2014

O trabalho colaborativo ocupa cada vez mais espaço nas empresas, desafiando os profissionais a terem um perfil integrador, mantendo abertos todos os canais de conexão. Isso exige do jovem algumas atitudes mais alinhadas com os objetivos da empresa em que trabalha, para que receba desafios coerentes com todo o seu potencial e assim intensifique o desenvolvimento de sua carreira.

O jovem que pretende ser avaliado como potencial precisa desenvolver oito atitudes principais:

 

1. Ser conectado

Identificando conexões entre situações complexas e ambíguas, muitas vezes sem uma relação óbvia, utilizando-as para chegar a conclusões sobre questões-chave.

 

2. Ser flexível

Adaptando sua comunicação a cada público e buscando constantemente um forte entendimento a respeito das ferramentas de conexões e das novas tecnologias.

3. Construir relacionamentos

Desenvolvendo alianças estratégicas e buscando alcançar benefícios mútuos ao promover seus objetivos, sempre em alinhamento com os valores e estratégias pessoais seus e de seus relacionamentos.

 

4. Valorizar a individualidade

Procurando “deixar a própria marca” em suas realizações, fazendo escolhas que promovam suas habilidades e conhecimentos.

 

5. Priorizar a inovação

Questionando abertamente o status quo de modo contributivo. Apontando as oportunidades específicas de mudança e, sempre que possível, apoiando iniciativas de inovações.

 

6. Focar em resultados

Persistindo em seus objetivos com energia, sempre na direção das metas planejadas, superando obstáculos e incertezas. Planejando o tempo todo as contingências, para garantir a obtenção de resultados.

 

7. Valorizar a estratégia

Pensando além do momento presente, analisando cenários internos e externos e percebendo tendências que podem ter impacto nas atividades.

 

8. Ter atitude

Identificando e lidando com assuntos de forma pro-ativa e persistente, desenvolvendo e executando planos para atingir objetivos organizacionais, definindo prioridades claras, adquirindo, organizando e alavancando recursos disponíveis para atingir resultados sustentáveis com qualidade.

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Fonte: livro “Profissões do Futuro – Você está no jogo?” de Sidnei Oliveira. Colaboradores: Camila Caputti e Felipe Maluf. Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

Saiba mais sobre o livro!

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8 atitudes que todo jovem potencial deve ter! Por Sidnei Oliveira

setembro 25, 2013

O trabalho colaborativo ocupa cada vez mais espaço nas empresas, desafiando os profissionais a terem um perfil integrador, mantendo abertos todos os canais de conexão. Isso exige do jovem algumas atitudes mais alinhadas com os objetivos da empresa em que trabalha, para que receba desafios coerentes com todo o seu potencial e assim intensifique o desenvolvimento de sua carreira.

            O jovem que pretende ser avaliado como potencial precisa desenvolver oito atitudes principais:

 

1. Ser conectado

Identificando conexões entre situações complexas e ambíguas, muitas vezes sem uma relação óbvia, utilizando-as para chegar a conclusões sobre questões-chave.

 

2. Ser flexível

Adaptando sua comunicação a cada público e buscando constantemente um forte entendimento a respeito das ferramentas de conexões e das novas tecnologias.

 

3. Construir relacionamentos

Desenvolvendo alianças estratégicas e buscando alcançar benefícios mútuos ao promover seus objetivos, sempre em alinhamento com os valores e estratégias pessoais seus e de seus relacionamentos.

 

4. Valorizar a individualidade

Procurando “deixar a própria marca” em suas realizações, fazendo escolhas que promovam suas habilidades e conhecimentos.

 

5. Priorizar a inovação

Questionando abertamente o status quo de modo contributivo. Apontando as oportunidades específicas de mudança e, sempre que possível, apoiando iniciativas de inovações.

 

6. Focar em resultados

Persistindo em seus objetivos com energia, sempre na direção das metas planejadas, superando obstáculos e incertezas. Planejando o tempo todo as contingências, para garantir a obtenção de resultados.

 

7. Valorizar a estratégia

Pensando além do momento presente, analisando cenários internos e externos e percebendo tendências que podem ter impacto nas atividades.

 

8. Ter atitude

Identificando e lidando com assuntos de forma pro-ativa e persistente, desenvolvendo e executando planos para atingir objetivos organizacionais, definindo prioridades claras, adquirindo, organizando e alavancando recursos disponíveis para atingir resultados sustentáveis com qualidade.

 

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Fonte: livro “Profissões do Futuro – Você está no jogo?” de Sidnei Oliveira. Colaboradores: Camila Caputti e Felipe Maluf. Integrare Editora

 

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Estão apostando em você? Por Sidnei Oliveira

setembro 4, 2013

Quando penso no jovem profissional de hoje, sempre vejo referências inusitadas e até conflitantes. Dizem que essa é uma geração perdida no meio de tantas possibilidades que a realidade atual apresenta e, por isso, é incapaz de se aprofundar em algum tema. Contudo, talvez por causa de todo o “investimento” que foi feito, cobra-se dessa geração que ela seja um sucesso de competência. Muitos imaginam que, só por ser da geração Y, o jovem tem que ser necessariamente um talento. Isso é um engano terrível e só contribui para atrasar o desenvolvimento e a maturidade dele.

Talento não é exclusividade de uma geração, muito menos uma capacidade que se alcança apenas através do acesso à tecnologia, infraestrutura ou recursos educacionais modernos. Há um fator decisivo para um talento se manifestar: um mentor que aposte no jovem e o auxilie no desenvolvimento de seu potencial.

Contudo, vivemos em um tempo em que os mentores são raros e nem sempre são conquistados pelos jovens. Na verdade, aqueles que poderiam ser mentores estão muito ocupados competindo com os próprios jovens por um lugar no mercado.

Essa realidade é uma distorção do fluxo ideal para o desenvolvimento de pessoas talentosas, pois quando um jovem não tem seu potencial identificado, não há apostas em suas capacidades e, consequentemente, não são apresentados a ele desafios que permitam desenvolver o próprio talento.

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Fonte: livro “Profissões do Futuro – Você está no jogo?”, de Sidnei Oliveira. Colaboradores: Felipe Maluf e Camila Caputti – Integrare Editora

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Vai mudar de emprego? De novo? Por Sidnei Oliveira

agosto 28, 2013

A mudança é inevitável. Já não há mais desafios, os chefes evitam dar feedback, os benefícios são pequenos, o salário é baixo e uma eventual promoção não deve acontecer, pois é privilégio de poucos “protegidos”. Com um cenário tão ruim e com tantas possibilidades melhores, por que não experimentar um novo emprego?

Os jovens normalmente se desligam reclamando das oportunidades limitadas de desenvolvimento e carreira, justificando o pedido de demissão na busca de novos desafios que possam expor seus “talentos” e, com isso, alcançar o reconhecimento, principalmente financeiro.

É necessário reverter esse quadro promovendo a conscientização dos jovens, pois eles ignoram que essa “estratégia” é a que mais contribui para que recebam desafios de menor valor, afinal, que liderança está disposta a permitir que a falta de experiência coloque em risco os resultados?

O jovem profissional precisa entender que, como “novato” na empresa, não receberá aquele desafio mais complexo, do tipo que afeta de maneira significativa o resultado. Para que isso aconteça, sera necessário comprovar sua capacidade por meio do sucesso em desafios mais simples. Também é na condição de “novato” que o jovem recebe grandes volumes de atividades. Esse fator muitas vezes é fonte de frustração, mas pode e deve ser considerado como oportunidade de mostrar o verdadeiro potencial.

Deixar o posto de “novato” parece ser a estratégia desses jovens profissionais, mas cada vez que decidem mudar de emprego são tratados como “novatos” de novo.

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Fonte: livro “Profissões do Futuro – Você está no jogo?”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora

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Qual é a profissão do futuro? Por Sidnei Oliveira

agosto 26, 2013

Será possível definir qual é a profissão do futuro? Aquela que irá trazer maiores benefícios e satisfação?

Recentemente fui questionado sobre quais seriam as melhores profissões para se apostar. Quando observo esse tipo de questionamento, é inevitável um incômodo, pois parece um convite a pensar na carreira como quem “aposta” em uma corrida de cavalos, e acho que não deve ser assim.

Algumas vezes tentamos imaginar o futuro com profissões novas – aquelas que nunca existiram –, como coordenador de identidade virtual, gestor de ecorrelacionamentos ou analista de diversidade. Claro que sempre iremos assistir manifestações inovadoras e inusitadas, mas isso não quer dizer que as profissões do futuro serão completamente dissociadas do presente. Na verdade, o futuro está muito mais ligado às oportunidades que surgirão para as carreiras existentes no presente.

Questões interessantes para análise são as oportunidades que surgem a partir de uma nova perspectiva. Observe as novas tecnologias de interface com os computadores. Basta imaginar os softwares de reconhecimento de voz, tradução simultânea e revisão automática que estão em desenvolvimento atualmente, que veremos intensas oportunidades para fonoaudiólogos, tradutores, linguistas e revisores.

Outro exemplo tem conexão com o aumento na expectativa de vida das pessoas. Certamente isso demandará um número crescente de profissionais ligados à saúde, mas também profissionais de organização de eventos, de engenharia de alimentos e de meio ambiente, afinal, será cada vez mais importante harmonizar o convívio das pessoas e o estilo de vida.

Além disso, não podemos nos esquecer de eventos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Eles irão trazer muita valorização para os profissionais do turismo e de infraestrutura, mas o novo olhar talvez deva ser concentrado no que será feito após esses eventos, pois precisaremos potencializar, da melhor forma, todos os investimentos que faremos na geração desses profissionais.

Para olhar o futuro pensando em carreira é importante olhar o presente com mais atenção. A chave está em criar um novo olhar sobre as carreiras já existentes, atentando para os sinais e oportunidades que o futuro apresenta hoje.

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Fonte: livro “Profissões do Futuro – Você está no jogo?”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora

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