Você dá as costas para o poder?

setembro 12, 2012

Você vê o vazio, mas pensa assim: “Não estou sendo pago para resolver o problema dos outros. Ele que resolva. Ele ganha para isso. Por sinal, ganha mais do que eu. Se eu resolver, é ele quem vai receber os méritos”. É exatamente assim que as coisas acontecem e os vazios se instalam.

Nos cargos de gerência média para baixo, a coisa é bem pior. A pessoa está vendo as coisas erradas, sabe como resolver, mas dá de ombros e diz: “Na minha carteira não está escrito que eu preciso fazer isso. Não fui contratado para isso e pronto, que se dane!”.

Há buracos enormes, grandes gaps que poderiam ser preenchidos, grandes vazios de poder a ser conquistados, mas a pessoa não se move para ocupá-los. E sabe o que acontece? Aparece um sujeito, vê a deficiência e se oferece para resolve-la. Todos à volta pensam: “é um trouxa. Vai fazer o trabalho dele e o do vagabundo ao lado sem ganhar nada por isso”. E o que acontece logo em seguida?

Ele resolve o problema melhor do que o profissional que fora contratado para isso e não fez nada. Acumula as funções e continua fazendo as duas tarefas maravilhosamente bem. Com o passar do tempo, o grupo percebe que ele está trabalhando até melhor do que o outro e acabou conquistando aquela posição, que não é mais questionada por ninguém.

Sabe o que acontece então? Aquele cara se torna o líder natural do grupo. É isso. É assim, você sabe. Já deve ter visto essa cena uma centena de vezes. Alguém que vai lá e faz o que ninguém quer fazer. Ao fazer isso, conquista um espaço que estava livre, preenche um vazio organizacional, ou um vazio de poder. Nesse momento, ele está um passo à frente do grupo. E a marca dele brilha um pouquinho mais do que a marca dos outros.

Fonte: livro “Personal Branding – Construindo sua marca Pessoal”, de Arthur Bender – Integrare Editora

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Transparência radical

julho 30, 2012

 

Se eu tivesse que escolher uma palavra como diretriz para administrar um negócio nesta nova era, seria “transparência”. E a pesquisa entre os líderes das empresas, na qual 67% acreditam que o sucesso empresarial se baseia na transparência corporativa, apoia isso. As empresas que são transparentes, autênticas e rápidas estarão melhores em todos os níveis e em uma posição mais fortalecida para enfrentar a terceira idade.

No mundo antigo, as pessoas com mais poder eram aquelas que tinham mais informações. Elas mantinham essas informações para si mesmas, exceto se a divulgação servisse aos seus propósitos. As grandes instituições podiam dizer coisas distintas a diferentes grupos de pessoas; investidores, funcionários e consumidores recebiam mensagens diferentes, que podiam ser mantidas com tais diferenças. Isso já não é possível porque agora todos podem ver tudo.

E, à medida que entramos em uma nova década, as mudanças podem ser sentidas: agora, as pessoas com mais poder são aquelas que mais compartilham. As informações estão em toda parte e podem ser acessadas por praticamente qualquer um. A hipocrisia e a incoerência são certamente desmascaradas. O anonimato não é uma opção.

 

Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

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Conquiste poder para a sua Marca Pessoal

julho 18, 2012

A teoria dos espaços vazios na conquista do poder

                  Toda instituição tem vazios de poder, e quem preenche esses vazios, assumindo responsabilidades, pelos outros ou pela instituição, conquista poder. Uma vez assumido esse controle, ele raramente é desafiado. Se não for desafiado, com o passar do tempo se tornará legítimo e inquestionável.

As marcas de profissionais-estrelas estão sempre observando espaços vazios e buscando uma solução para preenchê-los, como forma de impulsionar sua marca pessoal e dar mais valor à sua carreira.

 

Encontre espaços vazios nas empresas

Se você não sabe como isso pode ser uma estratégia de marca pessoal, explico melhor. Numa empresa, há cargos com especificações bem definidas no contrato ou na carteira de trabalho. Nesses contratos sempre se encontra um cargo ou uma função. É assim que empregamos uma secretária, um diretor comercial, um gerente de contas, um gerente de recursos humanos.

O que acontece é que ninguém consegue descrever com exatidão tudo o que um cargo deve abranger, mesmo um bem simples, como o de secretária. Uma secretária precisa regar as violetas da mesa todo dia? Precisa manter as gavetas limpas e organizadas? Está escrito que

ela precisa ser gentil? Onde está especificado que ela deve ser pró-ativa, representar a empresa e pensar no crescimento dela? O que sera proatividade para ela?

 

O que não está nos manuais

                  Nada disso está descrito nos manuais. Como não há muita clareza,as empresas contam com o bom senso de cada um. Uns cumprem à risca aquilo que acham que a empresa espera deles. Outros tentam fazer um pouquinho mais. Aí começa a diferença.

Algumas companhias são extremamente rigorosas em seus treinamentos e descrevem ponto a ponto como um funcionário deve atender seus clientes numa loja, por exemplo. Nesse manual há regras que estabelecem que ele seja gentil, dê bom-dia ou boa-tarde, pergunte o nome do cliente, sorria etc. Mas jamais se encontrará nada prescrevendo o que o funcionário pode fazer para encantar o cliente. Seria impossível inserir tudo num manual. É aí que surgem as oportunidades e os vazios, e quem preenche se destaca e começa a brilhar.

Conforme cresce a hierarquia, torna-se mais difícil ainda. Os profissionais com cargos acima de gerente têm muito mais responsabilidades e muito menos rotinas a cumprir. Um gerente que comanda um grupo de contas com seus assistentes deve manter os clientes satisfeitos, ser responsável pela equipe de trabalho, capaz de gerar novos negócios, de resolver conflitos internos e externos com os clientes etc.

Fonte: livro “Personal Branding – Construindo sua marca Pessoal”, de Arthur Bender – Integrare Editora

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setembro 2, 2011

Fonte: Trecho do livro “O Poder da Cura de Deus – Como encontrar  verdade interior através da meditação, de B.K. Jayanti

 

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Um manual para o cérebro

julho 18, 2011

Imagine que você é um atleta olímpico, musculoso, incrivelmente flexível e – em termos cardiovasculares – em boa condição, mas fica atolado em um pântano ou em uma areia movediça.

O que você pensaria? Invariavelmente, que o modo para sair dessa encrenca é usar sua energia olímpica. O que aconteceria se você fizesse isso? Afundaria rápido.

É aí que, como diz Shakespeare, eis a questão. Essa é a essência do dilema. Apesar de ser inteligente, poderoso e focado, você, o atleta olímpico, afundaria, pois não aplica o pensamento correto para o desafio que está enfrentando. Você afundaria apesar – e por causa – de seus melhores esforços.

Isso é o que muitas pessoas fazem quando precisam usar o cérebro – nós, sem intenção, não sabemos como acessar e aplicar esses poderes imensos.

Há tempos, tomei conhecimento dos diferentes tipos inteligências e como elas trabalham em harmonia com as outras quando desenvolvidas corretamente.

As inteligências múltiplas incluem:

É importante enfatizar que essas inteligências são como músculos que podem ser treinados e aperfeiçoados, e todos têm potencial para desenvolver qualquer inteligência em alto grau.

Durante a semana, falaremos mais sobre isso!

Fonte: Trecho do livro “Use sua mente – Como desenvolver o poder do seu cérebro”, de Tony Buzan – Integrare Editora

 



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