A importância do planejamento (por Dean Cunningham)

janeiro 8, 2016

Não há a mínima necessidade de começar uma ladainha, aqui, sobre a necessidade de planejamento. Conhecemos o velho ditado: “Se você não planeja, está planejando para o fracasso”. É raro encontrar um livro voltado ao desenvolvimento pessoal que não mencione a importância do planejamento. É como um mantra, repetido de novo, de novo e… de novo. Funciona como uma canção de ninar. Mas já é hora de despertar para a sabedoria embutida nessa mensagem. Todos estão dizendo a mesma coisa por um motivo: o planejamento funciona.

 

Quando você tem um sonho, é capaz de criar a paixão e o comprometimento necessários para chegar aos resultados que pretende. Porém, um sonho sem planejamento é inútil. Não faz mal sonhar, contanto que você levante e coloque seu plano em ação, quando o despertador tocar. Isso funciona como o seu despertador matinal. Ao transformar seu sonho numa série de passos administráveis, com o estabelecimento de prazos, você para de sonhar, simplesmente. Na verdade, o planejamento nada mais é do que um sonho ou um objetivo com um prazo.

 

Nem sempre as coisas funcionam como planejado. Porém, estabelecer o rumo para chegar aonde você deseja ou realizar qualquer objetivo importante é melhor do que ficar sentado, esperando. O planejamento nada mais é do que um sonho ou um objetivo com um prazo.

Você não pode deixar que tudo seja determinado pela maré. Não há nenhuma garantia de que, se for empurrado por ela, você chegará à praia que escolheu.

 

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Fonte: livro “Pura Sabedoria”, de Dean Cunningham. Integrare Editora

 

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Aprenda a duvidar! Por Dulce Magalhães

maio 8, 2013

Para superar uma resistência à mudança é preciso começar a duvidar das certezas e formular novas perguntas. Naturalmente, isso também não será suficiente. Em alguns casos você, inclusive, já chegou a esse ponto.

            O nó da questão está no passo seguinte, isto é, aceitar os novos modelos de mundo e acreditar que você é capaz de vivenciá‐los. Por vezes percebemos que as mudanças são possíveis adotando determinadas práticas ou métodos, mas nos sentimos incapazes de adotá‐los, como se aquilo só fosse possível para os outros.

            Se isso ocorrer, duvide de sua dúvida. Isso parece engraçado, mas é muito sério e de alto impacto. Nosso cérebro funciona a partir de nossos estímulos e vai confirmar todas as nossas certezas e percorrer caminhos para buscar respostas para todas as nossas dúvidas, até que a pergunta seja resolvida. Se duvidarmos de nós mesmos, o cérebro usará todo o seu potencial para encontrar respostas desmobilizadoras na direção a que a dúvida conduz. Em vez de nos perguntarmos: “Será que sou capaz?”, devemos formular a pergunta: “Como ser capaz?”

 

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Fonte: livro “O foco define a sorte – A forma como enxergamos o mundo faz o mundo que enxergamos”, de Dulce Magalhães – Integrare Editora

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Temos que ser capazes de escolher! Por Dulce Magalhães

abril 17, 2013

É preciso ser capaz de abrir mão do que não se quer para chegar ao que se quer. Por vezes, o melhor que podemos fazer por nós mesmos é, simplesmente, parar. Deixar de levar e deixar‐se levar. Desistir não quer dizer fracassar, pode ser o reconhecimento de que algo apenas deixou de ter sentido.

            Para isso é preciso autoconhecimento, percepção plena, coragem para empreender mudanças, desapego para largar o que não é e, principalmente, clareza de valores, para não perder o rumo. Em algum lugar está o grande mar da consciência pura, contudo é fundamental seguir em sua busca com fluidez, flexibilidade e tolerância.

            Que se comece o que há para começar. E para isso precisamos ir ao antes do começo, abrir espaço, respirar fundo, largar de mão, parar o que não deve continuar, mudar. Que hábito não queremos mais, que imagem queremos transformar, que relacionamento almejamos ter, que empreendimento sonhamos realizar, que viagem queremos fazer – tudo é possível desde que sejamos capazes de escolher.

            Não há tempo, nem recurso, nem capacidade, nem nada que possa nos impedir de atingir quem queremos ser, pois, como nos ensina Goethe, se você é capaz de sonhar, é porque já é capaz de realizar.

            E antes do início é o fim. Parar com aquilo que não é mais. Temos mania de acreditar que a vida é o que estamos fazendo. Não, o que estamos fazendo se transforma na vida que levamos. Se mudarmos o que fazemos, a vida, que é uma massa modelável de tempo e energia, também se modifica. Aprenda a parar seja o que for que não serve mais. Pare agora mesmo. Recomece de outra forma. Experimente fazer, viver, construir, planejar, realizar, se relacionar, ou o que seja, de outra forma. E não fique espantado se as coisas ao redor também se modificarem.

 

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Fonte: livro “O foco define a sorte – A forma como enxergamos o mundo faz o mundo que enxergamos”, de Dulce Magalhães – Integrare Editora

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