Negar, evitar ou fugir de conflitos? (por Maria Tereza Maldonado)

setembro 4, 2015

Há quem confie na passagem do tempo para diluir o conflito, há quem prefira não tomar conhecimento daquilo que está acontecendo; há quem queira “empurrar com a barriga” dando mais um tempo para enfrentar o problema ou mudando de assunto.

Ocasionalmente, verificamos que “o tempo é o melhor remédio” que dilui alguns conflitos. Porém, é arriscado fugir com frequência dos conflitos: ao não se esforçar por atender as próprias necessidades ou ao perceber que o outro foge dos problemas fazendo pouco caso deles, a pessoa acaba acumulando raiva e frustração até o ponto de ruptura ou explosão.

Outro risco sério é adoecer: como diz Adalberto Barreto, psiquiatra e antropólogo brasileiro, “quando a boca cala, o corpo fala”. O hábito de fugir dos conflitos faz mal à saúde: estresse no trabalho, casamento insatisfatório, condições ruins de vida podem adoecer pessoas, equipes e comunidades.

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Fonte: livro “O bom conflito”, de Maria Tereza Maldonado. Integrare Editora

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Conflito: oportunidade de mudança e melhoria nos relacionamentos (por Maria Tereza Maldonado)

junho 8, 2015

Felizmente, na maior parte do tempo, conseguimos nos entender razoavelmente bem com os outros, embora a maioria de nós não valorize isso e coloque lentes de aumento nas divergências, achando que a vida é dura e está cada vez mais complicada.

Os conflitos fazem parte da vida de todos nós e acontecem até nos relacionamentos mais harmônicos. Mesmo sem perceber, no decorrer do dia fazemos vários acordos na família, na escola e no trabalho. Porém, apesar de nossa prática de lidar com as divergências, podemos aprender a resolvê-las de modos mais eficazes.

A capacidade de resolver conflitos com eficácia e agilidade – por consenso, conciliação, negociação, mediação, arbitragem – é, cada vez mais, um recurso indispensável à nossa sobrevivência. Porém, isso depende da disposição de todos os envolvidos, no sentido de trabalhar em colaboração e co-responsabilidade, aprendendo a atacar os problemas sem atacar as pessoas.

É preciso olhar o conflito como oportunidade de mudança e de melhoria nos relacionamentos, aprimorar nossos recursos de comunicação e ter disposição para encontrar os pontos em comum nas divergências. É isso que torna possível construir acordos satisfatórios para todos os envolvidos e melhorar a qualidade do relacionamento.

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Fonte: livro “O bom conflito”, de Maria Tereza Maldonado – Integrare Editora

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Você “escuta” ou “ouve”? Entenda a diferença e aproveite cada uma delas! (por Maria Tereza Maldonado)

dezembro 19, 2014

A boa escuta é considerada a mãe das formas eficazes de comunicação. A diferença entre ouvir e escutar é que ouvir é uma atividade biológica e escutar é um processo mais complexo, que exige esforço cerebral. É uma habilidade que, com paciência e persistência, pode ser aperfeiçoada no decorrer da vida.

Quando ouvimos com empatia nos colocamos no lugar do outro (filhos, clientes, amigos, pessoas amadas), imaginando como vê, pensa e sente. É esse modo de ouvir e responder que aumenta a confiança e a compreensão. Quando o outro se sente ouvido, fica mais propenso a escutar. Quando se sente compreendido, tende a atenuar atitudes beligerantes e críticas ácidas.

Os efeitos principais desse tipo de escuta são:

  • Aumentar a confiança e o respeito.
  • Encorajar a expressão de sentimentos.
  • Reduzir tensões.
  • Estimular a colaboração para a solução do problema.

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Fonte: livro “O bom conflito”, de Maria Tereza Maldonado. Integrare Editora

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