O rei e o pedreiro: uma história sobre motivação. (por Eduardo Almeida)

janeiro 27, 2016

Um sábio rei procurava um homem para ser o gerente geral de suas obras, pois seu reino se encontrava em franca expansão. Esse era um cargo de muito prestígio e oportunidades de ganho, comparadas às atuais obras superfaturadas pelo pessoal de Brasília. Por esse motivo, muitas pessoas da corte começaram seu lobby para ocupar o cargo.

 

O rei, percebendo o movimento, optou por contratar uma pessoa simples e com conhecimento técnico sobre o assunto, evitando, assim, disputas de poder. Para escolher seu homem, foi até a pedreira de seu reino para ver os homens trabalhando. Entre os mais de mil homens que ali estavam, percebeu que a grande maioria trabalhava triste e desinteressadamente.

 

Foi até vários deles e perguntou:

– O que fazeis?

– Corto pedras, Vossa Majestade – responderam os homens.

Não convencido, o rei se dirigiu para alguns raros homens que trabalhavam com um ar menos sombrio e desanimado.

– O que fazeis? – voltou a perguntar o rei.

– Produzo paralelepípedos, Vossa Alteza.

Uma resposta melhor, mas ainda insuficiente.

Foi então que o rei verificou uma única pessoa que trabalhava feliz e motivada com sua pilha de pedras.

– O que fazeis? – inquiriu o rei pela terceira vez.

– Eu? Eu estou ajudando a construir uma catedral! – exclamou, orgulhosamente, o homem.

Naquele momento, o rei soube que havia encontrado o seu gerente de obras.

 

Essa bela história nos faz entender o enorme potencial que tem uma pessoa quando está motivada para realizar uma tarefa, pois sua motivação vem da compreensão do legado de suas ações e do amor que a coloca em movimento.

 

Reflexão: A palavra motivação tem sua etimologia baseada em motivo para a ação. Já a palavra animação vem de anima, que significa alma.

 

 

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Fonte: livro “No caminho da vitória”, de Eduardo Almeida – Integrare Editora

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5 condições básicas para o comprometimento (por Eugenio Mussak)

dezembro 17, 2014

Ainda que haja variações, as pessoas costumam responder favoravelmente a alguns fatores que determinam o comprometimento. Os principais são cinco:

  • Admiração. Sentimento gostoso de sentir e de provocar. Fundamental para qualquer tipo de relação, a admiração provoca o desejo de permanecer junto à pessoa admirada ou de empenhar-se numa tarefa cujo resultado se admira. Não conseguimos nem permanecer ao lado de alguém que não admiramos nem conseguimos ser eficientes trabalhando numa empresa cujos valores não provocam em nós nenhuma admiração.
  • Respeito. Não há comprometimento sem respeito, e ele deve ser mútuo. Deriva da admiração, e dá o passo seguinte.
  • Confiança. Só confiamos em quem admiramos e respeitamos. E só nos comprometemos com alguém se confiamos nele.
  • Paixão. Esse sentimento surge com frequência por alguém a quem admiramos, respeitamos e em quem confiamos. Simples assim.
  • Intimidade. Sim, pois queremos ficar ao lado da pessoa por quem estamos apaixonados, convivendo e misturando nossa vida com a dela. Também podemos nos apaixonar por causas, empresas e, claro, times de futebol. E, com eles, queremos continuar convivendo, sendo íntimos.

Pronto. Se existirem essas cinco condições básicas, o comprometimento será mera consequência. Se um casal com problemas de relacionamento procura um terapeuta, verá que ele não questiona o comprometimento em si, e sim as cinco condições anteriormente descritas, pois, se uma delas for deficiente, prejudicará o comprometimento que sustenta o casamento.

Essas condições, que sustentam a relação entre duas pessoas, também garantem a boa relação das pessoas com a empresa onde trabalham, com uma instituição que colaboram, com um grupo de amigos de fim de semana, com a igreja que frequentam, com o time para o qual torcem, e assim por diante.

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Fonte: livro “Com gente é diferente – Inspirações para quem precisa fazer gestão de pessoas”, de Eugenio Mussak – Integrare Editora

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