Problemas de sono?

janeiro 18, 2012

Por que dormimos? O sono é um fenômeno misterioso, é como morrer e renascer diariamente. O sono é um evento biológico fundamental para os seres vivos. Viver sem dormir é incompatível com a vida. O organismo precisa de descanso, de reparo, e é durante a noite que isso ocorre.

O ser humano é um animal diurno, todas as nossas funções estão preparadas para atuar durante o dia e se apagam à noite. Vivemos em um ciclo dependente da luz do sol, do claro do dia e do escuro da noite, é o ciclo sono–vigília.

Na realidade, o sono não é um simples apagar de luzes; o cérebro continua funcionando, mas de um outro jeito, voltado para “resfriar” a engrenagem. Existem várias fases do sono, a mais famosa é o sono REM, do inglês Rapid Eye Movement. O sono tem ciclos de cinco fases: fases 1, 2, 3, 4 e REM. Acontece como uma escadinha, veja a figura a seguir, chamada “arquitetura do sono”.

Uma noite maldormida é uma grande desencadeadora de dor de cabeça, não só de enxaqueca mas de qualquer outro tipo de dor. Dormir mal causa dor, mas ter dor também faz com que durmamos mal. É uma via de mão dupla, um interfere no outro e os dois estão correlacionados, andam juntos. Se a dor é muito forte e frequente, pior é o sono e, quanto pior se dorme, mais grave é a dor de cabeça.

Mas não é só isso. Tanto a dor quanto a dificuldade de dormir podem ser oriundas de uma terceira causa, um outro fator que esteja desencadeando tanto a cefaléia quanto os problemas de sono. Por exemplo, tomar muito café ocasiona insônia (especialmente se for ingerido depois das 18h) e dor de cabeça. Da mesma forma, uma preocupação intensa tira o sono e dá dor de cabeça.

Fonte: trecho do livro “Dor de cabeça – o que ela quer com você?”, de Dr. Mario Peres – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

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Ioga e sexo: um corpo mais disponível

abril 28, 2011

Sexo faz parte até da Bíblia, mas não é assunto que se veja muito nos livros de ioga. Na verdade, a maioria quando vai até esse ponto, onde nem todos chegam, é para mencionar o controle do desejo, quase uma abstração do assunto. Mas, vamos falar francamente, é coisa rara um abnegado que espere alcançar a iluminação através da castidade – pelo menos em nosso mundo.

Quem procura a prática normalmente vai em busca de melhora física e eventualmente mental. Acaba encontrando outros aspectos e de quebra uma grata surpresa, que pode incluir melhora do desempenho sexual, já que além da onipresente respiração, os músculos internos diretamente envolvidos no caso também são trabalhados, como o períneo. Não que o objetivo primordial seja esse, é apenas uma espécie de bônus e dos mais agradáveis. E os asanas são capazes de soltar a imaginação para performances nunca imaginadas. Qualquer dúvida é só lembrar as imagens do Kama Sutra e suas exóticas posições sexuais – exóticas para nós, bem entendido.

Sexualidade é uma energia da qual dispomos para conhecer e amar, abertura para um diálogo mais amplo e profundo. Estresse e problemas traduzem-se em irritação e, defi nitivamente, esse não é o jeito ideal para encarar sexo. Ioga relaxa tanto a mente quanto o corpo, permite desfrutar melhor das sensações. Isso pode transformar principalmente os apressadinhos, alvos de grandes queixas, em tipos mais controlados e com maior capacidade de usufruir da relação. É aquela velha história de curtir o caminho em vez de procurar chegar ao destino rapidamente.

Fonte: trecho do livro “Ioga alem da prática – Teoria, exercícios e bate-papo com profissionais que utilizam a Ioga como fonte de juventude, sexo e emagreciento”, de Ruth Barros e Mario Amercio – Integrare Editora 


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