O desempenho no passado não é garantia de sucesso no futuro!

janeiro 23, 2013

Sim, os líderes empresariais têm uma série de dúvidas. Meus clientes e consumidores vão realmente valorizar a minha empresa por isso? E o conselho diretor? Os meus acionistas, também?

Basicamente, creio que sim. O risco de ser uma das empresas punidas na Era dos Danos é muito maior que o desafio de mudar e ser uma empresa melhor. “O desempenho do passado não é garantia de sucesso no futuro” é o aviso escrito em todos os comunicados da indústria de serviços financeiros na última década, e para o futuro do mundo dos negócios isso é mais verdadeiro que nunca.

Progressos importantes e substanciais já estão sendo feitos. Uma geração de líderes visionários entendeu a necessidade e a oportunidade de mudança. Pessoas que eu chamaria de “capitalistas de sangue verde” estão conduzindo esta revolução.

 

Sim, eles querem fazer o bem, mas também querem prosperar. Eles compartilham a crença de que uma empresa pode ser bem-sucedida e responsável ao mesmo tempo.

 

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Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

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Como é difícil tirar as rodinhas!

outubro 15, 2012

            Ganhar a bicicleta era o principal sonho daquela criança. Foram muitos os momentos de expectativa em frente à vitrine da loja. A felicidade sonhada já estava nos planos dos pais havia algum tempo. Contudo, contrariando toda ansiedade do coração, a razão insistia em criar um momento especial para realizar o desejo da criança.

Aqueles pais viveram no tempo das bolinhas de gude, das pipas, dos jogos de queimada e de pular corda. Já estava distante o tempo em que a televisão era um instrumento disputado ruidosamente pelas crianças e, algumas vezes, silenciosamente pelos pais. Eram dias em que desenhos, seriados, noticiários e novelas colocavam pais e filhos em lados opostos. Naqueles anos, poucas crianças podiam usufruir de um quarto individual, quanto mais de um brinquedo.

Compartilhar era uma condição imposta pela realidade de famílias ainda numerosas. Quando o presente chegou, ficou evidente a dimensão do planejamento dos pais. A bicicleta era moderna e estava acompanhada de todos os acessórios possíveis: capacete, bomba de ar, buzina, luzes de sinalização, amortecedores hidráulicos e, principalmente, as indispensáveis rodinhas de segurança. Tudo para garantir que os momentos alegres não fossem estragados por quedas e machucados.

A primeira volta que a criança deu na nova bicicleta foi um momento mágico, com sorrisos em todos os rostos. Sob o olhar atento dos pais, a criança pedalava e ganhava velocidade. Algumas vezes, ousava passar com a roda por cima de uma pedra, buscando novas emoções nos pequenos saltos. Depois de alguns dias, a criança adquiriu uma relação íntima com a nova companheira de alegrias, libertando-se dos acessórios mais pesados e se aventurando por caminhos mais sinuosos. O único acessório que mantinha em sua bicicleta eram as rodinhas de segurança. Elas permitiam uma série de manobras emocionantes sem que isso representasse um tombo.

Os pais tentaram tirar as rodinhas, mas não tiveram sucesso. A criança já estava tão acostumada que não aceitava a retirada do equipamento. Quando as rodinhas eram retiradas, a criança simplesmente abandonava a bicicleta.

A criança foi crescendo e seus pais, sempre preocupados em proporcionar grandes alegrias a ela, foram substituindo as rodinhas por modelos maiores e mais resistentes: as novas aventuras eram muito mais desafiadoras e exigiam cada vez mais proteção. Há alguma coisa estranha nesse comportamento, aparentemente aceitável e natural. Não podemos condenar a criança, afinal, todos nós gostamos de rodinhas nos protegendo, facilitando nossos caminhos e nossos desafios. Também é compreensível a atitude dos pais, que sempre irão se preocupar em proteger seus filhos. Eles nunca terão forces para tirar as rodinhas. Quem já aprendeu a andar de bicicleta sabe que somente uma decisão pessoal pode retirá -las.

Esse é o desafio dos jovens da Geração Y. Eles precisam assumir uma postura menos acomodada e mais proativa em relação às suas próprias escolhas. As rodinhas podem proteger, mas também limitam os movimentos e as chances de alegrias. Também precisam aprender a confiar em seu talento e na força que os erros acrescentam ao crescimento pessoal, porque, mesmo não andando de bicicleta, tombos e machucados acontecerão.

A única ajuda que podem desejar é a de ter o apoio de alguém segurando o banco por alguns instantes antes da grande aventura.

 

Fonte: livro “Jovens para Sempre – Como entender os conflitos de gerações”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora

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Atitudes

agosto 1, 2012

As empresas estão procurando profissionais com iniciativa, que sejam jovens, empreendedores e autônomos. Contudo, na prática, elas têm se mostrado despreparadas para receber esses profissionais.

Se observarmos as principais características encontradas em candidatos de programas de “trainees gerenciais”, descobriremos jovens que: falam mais de um idioma, sendo o inglês fluente; possuem um elevado nível educacional, inclusive com especialização; são solteiros e pensam em ter apenas um filho, se vierem a se casar no futuro; mantêm uma excelente rede de relacionamentos distribuída por todo o planeta, inclusive em empresas concorrentes.

E não para por aí. Não se preocupam demasiadamente com as hierarquias, chegando muitas vezes a desprezar a “cadeia de comando”. Além disso, possuem total intimidade com as novas tecnologias, querem construir carreiras brilhantes, com altos salários, e adoram os headhunters, pois representam a possibilidade de novas oportunidades, principalmente em grandes empresas.

Não é de admirar que os gestores, em sua maioria, sejam resistentes quando se relacionam com esses jovens. A possibilidade de a Geração Y possuir muito mais habilidades é enorme, e isso provoca uma reação dos líderes, que se sentem ameaçados por toda essa competência.

 

Recentemente, um grupo de recrutadores apresentou os principais requisitos que um candidato a uma posição gerencial deveria ter. Evidentemente, eles estavam procurando profissionais que atendessem às exigências dos gestores que haviam solicitado o recrutamento. Foram listadas onze características:

E enquanto os gestores estão procurando um verdadeiro “superprofissional” os pais querem fazer de seus filhos jovens superdotados que possam preencher essas vagas. Isso não é negativo. Na verdade, é ótimo que se busque qualificar os jovens cada vez mais. O que torna o atual momento vulnerável é o direcionamento que está sendo dado a esses jovens.

A Geração Y possui muitas características marcantes e interessantes, mas ela precisa aprender a lidar com seus talentos e habilidades. As empresas buscam um profissional competente, mas muitas vezes esquecem que seus próprios gestores possuem um papel decisivo na formação dessa pessoa. A omissão ou o comprometimento deles é que determinará o caminho que os jovens profissionais tomarão em seu desenvolvimento.

 

Fonte: livro “Geração Y – O nascimento de uma nova versão de líderes”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora

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O desempenho no passado não é garantia de sucesso no futuro

julho 20, 2012

Sim, os líderes empresariais têm uma série de dúvidas. Meus clientes e consumidores vão realmente valorizar a minha empresa por isso? E o conselho diretor? Os meus acionistas, também?

Basicamente, creio que sim. O risco de ser uma das empresas punidas na ‘Era dos Danos’ é muito maior que o desafio de mudar e ser uma empresa melhor.

“O desempenho do passado não é garantia de sucesso no futuro” é o aviso escrito em todos os comunicados da indústria de serviços financeiros na última década, e para o futuro do mundo dos negócios isso é mais verdadeiro que nunca.

Progressos importantes e substanciais já estão sendo feitos. Uma geração de líderes visionários entendeu a necessidade e a oportunidade de mudança. Pessoas que eu chamaria de “capitalistas de sangue verde” estão conduzindo esta revolução.

 

Sim, eles querem fazer o bem, mas também querem prosperar. Eles compartilham a crença de que uma empresa pode ser bem-sucedida e responsável ao mesmo tempo.

Uma das coisas mais emocionantes e animadoras é que a maioria desses líderes dirige grandes empresas. Então, enquanto no passado as boas intenções ficavam restritas às ONGs e empresas de pequenos negócios, atualmente são algumas das maiores empresas do mundo que estão dando o exemplo. E, sem dúvida, quanto maior a empresa, maior o impacto positivo que ela é capaz de causar.

Você não pode compartilhar prejuízos mas, quanto maior o lucro, maior o bem que você pode fazer. Considerando-se a dimensão de algumas multinacionais e a qualidade de sua administração, seu potencial para exercer um impacto positivo é imenso.

À medida que esses líderes mostram o caminho e são apoiados por gente como Warren Buffett e Bill Gates – através de sua filantropia bem pública – ou pelos novos empreendedores sociais, com seus modelos de negócio baseados em franqueza e transparência, o restante do mundo empresarial acompanhará.

Você pode agarrar a oportunidade para se destacar da concorrência através de uma conduta correta, mas só se conseguir superá-la nesse quesito. Encontre o seu conceito de empresa social (Social Business IdeaTM) antes dela!

As empresas socialmente responsáveis vão se sair melhor não só porque os consumidores vão reconhecer isso e se tornar poderosos defensores da marca e da empresa, mas também porque os profissionais mais talentosos vão querer trabalhar para elas.

 

O conceito de lealdade do empregado vai se tornar cada vez mais importante no futuro, à medida que uma nova geração de trabalhadores leva seus valores ao local de trabalho – a fidelidade às empresas será impulsionada cada vez menos por incentivos financeiros e recompensas e cada vez mais por valores compartilhados e orgulho da contribuição social que a empresa está dando.

Ao conversar recentemente com um professor da Universidade de Harvard, ele disse que a maioria de seus alunos mais inteligentes não queria mais ir para os setores bancário, empresarial ou jurídico; eles desejavam trabalhar em organizações como a Teach for America, pois fazer o bem tornou-se para eles tão importante quanto ganhar dinheiro. Na verdade, 70% dos jovens da geração Y equiparam uma carreira de sucesso com um trabalho significativo para eles. Este foi também o fator número um de classificação, ainda acima de “salários mais altos”, na pesquisa de Carreiras da Geração Y no Futuro, realizada pela Harris Interactive.

 

Fonte: livro “Empresas que cuidam Prosperam – Por que negócios que fazem o bem são melhores negócios” de David Jones – Integrare Editora

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Geração Y: apenas imaturos?

abril 14, 2011

Um erro bastante frequente na educação e gestão da Geração Y reside justamente na leitura de maturidade, quando, equivocadamente, consideramos todos os jovens pela mesma medida de maturidade. Certamente provocamos omissões pela falta de controle em algumas situações e controlamos aspectos desnecessários, o que traz inevitáveis consequências para o desenvolvimento desses jovens.


O tratamento uniforme dado a todos os jovens provoca situações como estas:

Podemos observar isso atualmente na quantidade de jovens que optam por morar sozinhos ou com amigos, saindo da casa dos pais e escapando da autoridade. Isso também está acontecendo nas empresas, onde a rotatividade tornou muito mais complexa a tarefa de reter jovens talentos.

Fonte: trecho do livro “Geração Y – O nascimento de uma nova versão de líderes”, de Sidnei Oliveira


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