Um mito em relação a liderança: Um líder tem que ser carismático (por Cesar Souza)

março 18, 2015

Liderança não é sinônimo de carisma, nem de falar bem, muito menos de extroversão e simpatia. São crenças improcedentes. Se uma pessoa tem carisma, ótimo, isso facilita o exercício da liderança. Mas, se não tem, não está impedida de liderar. O carisma pode até alavancar o líder, mas não substitui outras formas necessárias. O líder eficaz precisa ter conteúdo. Afinal de contas, “saco vazio não para em pé por muito tempo”. Pois é, líder vazio, só cheio de carisma, tem um prazo de validade limitado.

Lembro‑me dos inúmeros lideres competentes, nos quatro continentes, cujo grau de carisma não é muito elevado. Mas isso não os impediu de exercer a liderança de forma eficaz. Até pessoas tímidas podem ser lideres eficazes quando sabem construir com suas equipes o rumo a seguir, têm coragem para tomar decisões difíceis e cercam-se de profissionais que os complementam, inclusive para compensar seu baixo nível de carisma quando as circunstâncias exigem. Ah, quanta gente perde a chance de exercer liderança porque se julga tímida e pouco carismática… Precisamos fugir dessa armadilha mental!

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Fonte: livro “A NeoEmpresa – o futuro da sua carreira e dos negócios no mundo em reconfiguração”, de César Souza – Integrare Editora

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O dinheiro compra a felicidade? (por Gabriel Carneiro Costa)

fevereiro 27, 2015

Sempre gostei e gosto de dinheiro. Porém, acredito que ele compra prazer, que é diferente de felicidade. O que nos confunde é que, quanto maior a frequência de compras para ter prazer, mais parecido esse prazer fica com a felicidade.

O problema é que muitas pessoas passam a vida apenas correndo atrás do dinheiro e se esquecem de que ele sozinho traz apenas momentos de felicidade, uma experiência finita, que não garante o sentido da vida.

O prazer às vezes é muito complexo, mas a felicidade é sempre simples. É a capacidade de curtir cada etapa que dá sentido maior à vida. E hoje, infelizmente, somos de uma geração que se sente refém de um falso modelo ideal para alcançar o sucesso. O sucesso não é alcançar aquilo que seu vizinho julga ser sucesso, e sim o que lhe produz a sensação de satisfação pessoal.

Se você almeja ter muito dinheiro na vida, não deixe de desejar. Não precisa mudar o destino, muitas vezes é suficiente mudar o caminho e então fazer dessa jornada algo com real sentido.

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Fonte: livro “O encantador de pessoas: como trabalhar sua vida em busca da felicidade e realização pessoal”, de Gabriel Carneiro Costa. Integrare Editora

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Por que é mais fácil motivar os outros do que a nós mesmos? (por Douglas Miller)

fevereiro 20, 2015

Fico sempre surpreso pelo modo como erguemos muralhas em torno de nossas próprias ambições (“Não consigo fazer isso agora porque…”) e, no entanto, aplicamos um pensamento muito diferente à vida dos nossos amigos e colegas (“Vai fundo! Você consegue fazer isso”). Se você usa o Facebook, provavelmente verificou como os amigos incentivam uns aos outros (embora esse encorajamento por vezes pareça ter uma certa superficialidade).

Com os amigos, vemos razões para fazer as coisas antes de buscar razões para não fazer. A conquista dos grandes objetivos e as mudanças de vida não são bem-sucedidas sem planejamento e um pensamento cuidadoso. Mas a perspectiva positiva do “Consigo fazer isso” vem primeiro.

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Fonte: livro “A sorte como hábito: o que pensam, sabem e fazem as pessoas que tem sorte no dia a dia”, de Douglas Miller. Integrare Editora

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Aprenda a duvidar de suas dúvidas! (por Dulce Magalhães)

fevereiro 6, 2015

Para superar uma resistência à mudança é preciso começar a duvidar das certezas e formular novas perguntas. Naturalmente, isso também não será suficiente.

Em alguns casos você, inclusive, já chegou a esse ponto. O nó da questão está no passo seguinte, isto é, aceitar os novos modelos de mundo e acreditar que você é capaz de vivenciá‑los.

Por vezes percebemos que as mudanças são possíveis adotando determinadas práticas ou métodos, mas nos sentimos incapazes de adotá‑los, como se aquilo só fosse possível para os outros.

Se isso ocorrer, duvide de sua dúvida. Isso parece engraçado, mas é muito sério e de alto impacto. Nosso cérebro funciona a partir de nossos estímulos e vai confirmar todas as nossas certezas e percorrer caminhos para buscar respostas para todas as nossas dúvidas, até que a pergunta seja resolvida. Se duvidarmos de nós mesmos, o cérebro usará todo o seu potencial para encontrar respostas desmobilizadoras na direção a que a dúvida conduz.

Em vez de nos perguntarmos: “Será que sou capaz?”, devemos formular a pergunta: “Como ser capaz?” Precisamos nos perguntar: “Como aprender o novo?” Muitas vezes colocamos o foco da mudança na ação por não compreendermos que a ação emana da consciência e que, sem modificá‑la, por mais esforço e rigor que empreguemos, não conseguiremos efetivar uma transformação de fato. O caminho é transformar nossa consciência a partir do autoconhecimento. A mudança será uma consequência

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Fonte: livro “O foco define a sorte – a forma como enxergamos o mundo faz o mundo que enxergamos”, de Dulce Magalhães – Integrare Editora

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Dicas para saber cumprir aquilo com o que nos comprometemos! (por Leila Navarro e José María Gasalla )

fevereiro 4, 2015

► Jamais prometa para agradar ou iludir.

► Não prometa o que sabe que não poderá cumprir.

► Calcule os riscos.

► Nunca use a promessa como propaganda.

► Não abandone promessas. Pague as dívidas assumidas por você ontem.

► Assuma seus erros. Faça correções imediatas.

► Envolva‑se nos assuntos do grupo e assuma a responsabilidade também pelas decisões coletivas.

► Planeje suas ações com base numa relação de ganha‑ganha.

► Socorra o outro se sua decisão o prejudicou.

► Assuma os erros da equipe como seus. Jamais atire culpa nas costas dos colegas.

► Renuncie ao benefício pessoal se puder favorecer o coletivo.

► Ofereça‑se para participar de novos projetos. Mas, se assumir tarefas, cumpra‑as a risca.

► Saiba que voluntários não são menos responsáveis que aqueles designados para uma função. Também é preciso cumprir.

► O significado do voluntariado é “ir além do dever”, como diz Vicente Ferrer.

► Estabeleça seus limites e faça com que os outros os conheçam.

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Fonte: livro “Confiança, o diferencial do líder : a formidável e intrigante história de um desafio de gestão”, de Leila Navarro e José María Gasalla – Integrare Editora

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