Crenças e conceitos adquiridos

março 23, 2012

Se às considerações da psicologia acrescentarmos o que diz a neurociência, teremos uma visão mais ampla das causas que nos levam a ter problemas de autoconfiança. Segundo a neurociência, nosso cérebro registra tudo o que gravamos nele, seja verdadeiro ou falso, positivo ou negativo, e a partir desses registros constituem-se as crenças que influenciam nossos comportamentos e conceitos.

No início da vida, o cérebro é como um disco rígido de computador completamente vazio. Então, conforme crescemos e temos as típicas experiências de tentativa e erro da infância, gravamos nesse disco o feedback que recebemos das outras pessoas. Podem ser retornos positivos e encorajadores como “não faz mal que você derrubou o leite, vamos limpar o chão e pegar outro” ou “tudo bem, da próxima vez você poderá fazer certo” ou “você é inteligente, estude um pouco mais e irá melhor na prova”. Mas também podem ser retornos arrasadores para a autoconfiança. Derrubamos o leite e ouvimos:

“Você é tão desastrado!” Cometemos um erro e perguntam:

“Por que você não faz nada certo?” Tiramos notas baixas e nos advertem: “Se você não for bem na escola, nunca terá um bom trabalho quando crescer”.

O que também nos influencia, e muito, são as crenças e conceitos que absorvemos do ambiente em que vivemos, especialmente do lar. Passar a infância ouvindo dizerem que “a vida é dura”, “nascemos para sofrer”, “quando a esmola é muita o santo desconfia”, “não se pode confiar nos outros”, “não dá para ser feliz o tempo todo”, “a sorte sorri apenas para alguns” e coisas do gênero, é o suficiente para nos fazer duvidar de nossa capacidade de ser bem-sucedidos e nos tornar desconfiados em relação aos outros.

 

 

Fonte: trecho do livro “Confiança – a chave para o sucesso pessoal e empresarial”,  Leila Navarro e José Maria Gasalla  – Integrare Editora

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Líder: saiba a importância de transmitir segurança

fevereiro 13, 2012

Atitude relacionada à variável consistência, já que seu efeito está associado a uma trajetória, e não a um fato isolado. Existem chefes alarmistas, que desenham cenários terríveis, ampliam o tamanho e a gravidade dos problemas ou dão exagerada importância a determinados fatos.

Muitas vezes, agem assim para se valorizar ou para mobilizar as pessoas. Ocorre que, se um chefe assusta a todos dizendo:

“Estamos perdidos, a situação é grave, o panorama é terrível”, e depois as pessoas percebem que a situação não era tão grave, elas perdem a confiança nele. O líder tem de ser lúcido e agir como um estabilizador emocional de sua equipe, transmitindo segurança e tranquilidade.

Segurança, diga-se de passagem, é uma das necessidades básicas do ser humano, segundo o psicólogo americano Abraham Maslow, formulador da teoria conhecida como hierarquia das necessidades humanas. Particularmente, em uma sociedade como a atual, a segurança está se tornando um elemento crítico. Portanto, se um líder quiser incrementar a confiança de sua equipe deve, entre outras coisas, proporcionar-lhe a sensação de segurança.

Fonte: trecho do livro “Confiança –A chave para o sucesso pessoal e empresarial”, de Leila Navarro e José Maria Gasalla – Integrare Editora

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Cumprimento da palavra dada

setembro 5, 2011

Se percebemos que uma pessoa se esforça para cumprir as promessas que faz, somos mais propensos a confiar nela. O contrário também é verdadeiro: quem faz promessas mas não as cumpre ganha a desconfiança alheia.

Somos capazes de compreender que alguém não honre a palavra dada se tiver um forte motivo para tal, mas, se isso acontece com alguma freqü.ncia, a pessoa perde a credibilidade.

Outra situação que também ocorre é que, se a promessa é importante e cria grande expectativa, porém não se realiza, o desapontamento faz com que haja uma quebra de confiança imediata. Um chefe que promete uma promoção e termina não honrando a palavra dada perde a credibilidade perante o funcionário.

Todas essas possibilidades recomendam cautela com as promessas que se faz. Melhor ser reconhecido como alguém que promete pouco, mesmo que não faça muito, do que ser reconhecido como alguém que promete muito e faz pouco.

 

Fonte: Trecho do livro “Confiança – A chave para o sucesso pessoal e empresarial”, de Leila Navarro e José Maria Gasalla

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A necessidade da CONSISTÊNCIA

abril 13, 2011

Ser consciente é atuar de forma que o outro se sinta bem, deixando que se expresse livremente. Ser consciente é formular perguntas que demonstrem genuíno interesse, aceitando o limite das respostas. É alegrar‑se com os êxitos do outro. É oferecer apoio para que corrija suas falhas. Mas aí há um perigo. Não podemos confundir essa postura generosa com a inocente complacência, com a transigência em questões essenciais. Nessas situações, podemos negar nossa própria consciência. E isso não vai ajudar o outro. Pelo contrário, essa postura vai estimulá‑lo a se manter no mesmo lugar.

Fonte: Trecho retirado do livro “Confiança – O diferencial do líder” de Leila Navarro e José María Gasalla


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