A Era da Imagem: muitos ainda estão nela e fingem se preocupar com a sustentabilidade

junho 4, 2012

A primeira era – a Era da Imagem – durou de 1990 a 2000, aproximadamente. As empresas aproveitaram o crescente interesse sobre como elas conduziam suas relações e o que apoiavam, principalmente no contexto ambiental, para criar novas estratégias.

Tais estratégias, de modo geral, visavam estabelecer ou modificar a imagem da empresa na mente do consumidor, em vez de realmente mudar a maneira como as coisas eram feitas. Como diz a tira cômica de Dilbert: “Nós não fizemos isso para ajudar o planeta; fizemos para parecer o tipo de empresa que se preocupa com esse tipo de coisa”.

Os termos greenwashing e nicewashing foram cunhados para descrever tentativas cínicas das empresas de enganar o público a respeito de seu desempenho ambiental e dos compromissos éticos.

Em 1992, o Greenpeace publicou um relatório brutal intitulado The Greenpeace Book of Greenwash, que expôs empresas como a DuPont, General Motors, Shell e Dow Chemical, entre outras, por apropriarem-se de termos ambientais e usá-los para seus próprios fins. Apesar disso, algumas empresas continuaram a melhorar suas imagens de maneira cosmética, com ações e campanhas de marketing que não refletiam necessariamente a realidade.

 

Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

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Você também acha que as empresas devem se preocupar mais com suas reais atitudes do que com a imagem que “vendem” para o mercado a respeito de seus negócios?

maio 25, 2012

Para David Jones esta condição está amparada em atitudes realmente alinhadas com os valores e conceitos da responsabilidade corporativa e mudança social. Isso porque muitas empresas, segundo ele, “brincam” de praticar esse conceito visando os retornos financeiros que este título pode proporcionar, quando, na verdade, ainda estão longe de alcançarem, de fato, este patamar e destaca: “estamos em um momento em que atitudes assim precisam acabar, pois somente as empresas que tiverem transparência conseguirão sobreviver e prosperar.”

Leitura fundamental para quem se relaciona com clientes, fornecedores, parceiros e público em geral pela web, Empresas que cuidam prosperam defende que a revolução provocada pela utilização em massa das mídias sociais obriga as corporações a entenderem que a comunicação influencia e faz a diferença no mundo corporativo. E mais: que responsabilidade e mídias sociais têm muito mais em comum do que suspeitam os empresários.  “Na próxima década, as empresas e líderes com maior responsabilidade social serão as mais bem-sucedidas e vão se beneficiar do poder das mídias sociais, à medida que funcionários, acionistas e consumidores tornarem-se defensores entusiasmados de suas marcas e empreendimentos”, completa o autor.

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David Jones destacou-se por ser um visionário do setor, defendendo a responsabilidade corporativa e a mudança social. Ele é o presidente mundial mais jovem da história da publicidade, dirigindo a Havas e a Euro RSCG Worldwide. Também foi o responsável por impulsionar a Campanha por Justiça Climática tck tck tck de Kofi Annan, uma das mais bem-sucedidas campanhas por uma causa da história, e é cofundador da One Young World, organização sem fins lucrativos que dá oportunidade a líderes promissores do mundo todo de expressar suas opiniões. David trabalhou ao lado de David Cameron e do Partido Conservador do Reino Unido de 2007 até a eleição de Cameron como primeiro-ministro em 2010.

Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

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As redes sociais como instrumento de mudança social

maio 23, 2012

Tenho convicção de que as mídias sociais serão um potente propulsor de responsabilidade e mudança sociais positivas no próximos anos, influenciando o comportamento de indivíduos, corporações e governos.

No mundo antigo, ser um agente de mudança significava um grande esforço, desconforto e até perigo. No mínimo, certamente exigiria sair de casa. Hoje você pode fazer parte de um movimento no mesmo tempo que leva para se tornar fã, clicar em ‘curtir’, carregar um vídeo ou compartilhar um link. Os céticos muitas vezes desprezam isso, considerando uma atividade fútil e sem sentido, e algumas podem ser de fato, mas temos visto, repetidas vezes, que a tecnologia conecta os ativistas com o restante do mundo, permitindo que encontrem partidários e ampliem sua causa.

Depois do desastroso terremoto e do tsunami no Japão, especialistas norte-americanos viajaram para ajudar nas questões tecnológicas e de TI. Quando a largura de banda da Internet era necessária na tarefa, vários dos maiores sites da web no Japão foram suspensos. Apesar da largura de banda que estava usando, o Facebook foi mantido aberto, pois estava atuando como uma ferramenta de valor inestimável, ajudando as pessoas a fazer conexões e a encontrar os desaparecidos.

Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

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As empresas precisam fazer o bem para prosperar

maio 21, 2012

Antes da crise financeira, a tendência que crescia mais rapidamente no mundo dos negócios era o avanço da responsabilidade social, e a crise econômica só acelerou isso. O mundo inteiro percebeu claramente que a busca implacável do lucro a qualquer preço quase levou o sistema financeiro e econômico mundial ao colapso. Hoje, muitas empresas com a percepção de que a filosofia do “lucro por si só” não é mais a chave para o sucesso sustentável estão tentando mudar, de modo efetivo, a forma como operam.

Prosperar e fazer o bem não são mais vistos como excludentes. De modo geral, a crise aumentou a expectativa dos consumidores de que as empresas devem dar tanto quanto recebem.

A voz do consumidor já exerce grande influência e esse fenômeno só vai aumentar. As mídias sociais proporcionaram às pessoas uma ferramenta incrível para manter a honestidade das empresas, compartilhar informações e, acima de tudo, criar movimentos para apoiar ou derrubar empresas, líderes ou governos de quem elas gostam ou não. E tudo isso a uma velocidade impressionante.

Há provas contundentes de que a forma como as empresas conduzem seus negócios está se tornando mais importante do que nunca. Uma pesquisa realizada em 2010 constatou que 86% dos consumidores acham importante que as empresas não visem apenas o lucro. Chegou a hora de as empresas se darem conta disso!

Esta mudança de rumo não se restringe à necessidade de as empresas causarem menos danos, mas, em última análise, ao ato de fazerem o bem.

 

Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

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