E-mails quentes, cabeça fria… cuidado ao respondê-los! (Sergio Chaia)

setembro 19, 2014

Perguntei a um empresário muito famoso o segredo do seu sucesso. Entre as várias atitudes que ele mencionou, a que mais se destacou foi a disciplina, que pode e deve ser aplicada a tudo, até a um simples e-mail.

Quem nunca recebeu um e-mail carregado de raiva? Ou uma bronca pelo correio eletrônico da empresa? Eu já, e foram vários!

Descarregar no e-mail é muito mais fácil do que pessoalmente. Olhando a tela do computador, ficamos muito mais à vontade e protegidos para extravasar – às vezes com total (outras vezes sem nenhuma) razão. A nossa tendência ao receber um e-mail desse tipo é logo dar o troco e responder na mesma moeda, iniciando uma briga não presencial. Afinal, se o outro pode, por que a gente não pode?

Justamente para esses casos a dica desse empresário se revelou muito útil. Ao abrir um e-mail com essas características, ele nunca responde imediatamente. Prefere deixá-lo descansar em sua caixa de entrada por, no mínimo, 24 horas. Assim, a sua resposta a uma provocação tende a ser mais sábia e produtiva, em vez de apenas colocar ainda mais lenha na fogueira, sob pena de queimar a reputação que você está construindo com tanto esforço, na empresa e no mercado. Como no e-mail tudo o que foi escrito fica registrado, uma resposta errada pode ter efeito muito negativo na sua vida profissional.

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Fonte: livro “Será que é possível? Aprendizados, histórias e resultados na busca da harmonia entre vida profissional, pessoal e espiritual”, de Sergio Chaia. Integrare Editora

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É preciso se desconectar para conectar‐se de fato e sem distração! Por Sidnei Oliveira

agosto 14, 2014

Outra coisa que passa despercebida pelo jovem é que agora também temos de administrar nossa “vida digital”.

Grande parte das pessoas assumem suas vidas digitais ignorando consequências reais, acreditando estar agindo anonimamente. Esse é um grande engano, pois é justamente no mundo virtual que se deixa o maior número de rastros de seus comportamentos. Nele, os relacionamentos atingem um grau de complexidade tão grande que somente por meio das redes é possível dar conta de tantos contatos. Todos querem se conhecer, ou, pelo menos, manter uma fina camada superficial de conexão que permita se atualizar sobre a vida dos outros, ou seja, está decretado o fim da privacidade total. Qualquer pessoa hoje tem aspectos de sua vida publicada na internet, seja no perfil pessoal na rede social ou no perfil de algum conhecido.

Claro que há grandes benefícios, mas devemos lembrar que a internet é apenas uma ferramenta para alcançá‐los, portanto, devemos ter o controle sobre o seu uso. Quando perdemos esse controle, criamos uma realidade distorcida, com consequências muito intensas em nossas vidas.

Devemos nos manter ligados às novas tecnologias, sim, mas temos que nos lembrar que precisamos nos conectar com pessoas e não com ferramentas, por isso, é preciso se desconectar para conectar‐se de fato e sem distração.

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Fonte: livro “Conectados, mas muito distraídos”, de Sidnei Oliveira. Integrare Editora

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Conhecer, entender, conectar…

setembro 10, 2012

Em um tempo em que é possível acessar qualquer tipo de informação com uma simples busca na internet, o conhecimento está cada vez mais superficial e, em alguns casos, até mesmo sendo dispensável.

O conceito por trás dessa realidade é arriscado, mas traz uma lógica pragmática que é difícil de contestar diante da competitividade social cada vez mais intensa. Como não concluir que, com todas as informações acessíveis e disponíveis, é uma perda de tempo acumular informações? Será que ainda há necessidade de aprender?

A resposta é sim. A necessidade existe e sempre existirá. Contudo, a forma, a quantidade e a qualidade do que se aprende estão em transformação, por isso são cada vez mais necessários processos de aprendizados intuitivos e interativos. Como o indivíduo precisa lidar com quantidades enormes de informações, deve desenvolver um olhar muito mais sistêmico e ao mesmo tempo mais seletivo, buscando identificar os temas que são relevantes para suas expectativas e somente focar neles.

Essa transformação altera o modo de obter o conhecimento e exige avanços tecnológicos que privilegiem as formas e ações mais intuitivas. Isso significa que o aprendizado tradicional está chegando ao fim. Em vez de aulas expositivas, os professores devem promover debates e estimular pesquisas e diálogos. No lugar de manuais de instruções, os equipamentos devem apresentar sistemas interativos e intuitivos para que sejam assimilados com mais facilidade pelo indivíduo.

 

Fonte: livro “Jovens para Sempre – Como entender os conflitos de gerações”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora

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Algumas dicas para uma boa apresentação pessoal, seja por meio de currículo seja durante uma entrevista

maio 5, 2011

• Seja original.  Abandone o currículo que você utiliza, principalmente se ele está baseado em modelos encontrados em sites da internet.  Utilizar currículos em forma de formulários, normalmente comprados em papelarias, é jogar dinheiro e tempo no lixo. Não cometa esse pecado!

• Seja objetivo. Resuma ao máximo o que pretende dizer, mas não se sinta pressionado a ficar em silêncio ou a escrever todo o currículo em apenas uma página. Se para contar a sua trajetória forem necessários mais tempo e páginas, utilize-os sem preocupação, mas sempre com objetividade.

• Seja contemporâneo. Não exagere no estilo das roupas, nem tente mostrar estilo de vanguarda. Se você gosta de tatuagens e tem orgulho de mostrá‑las o tempo todo, certifique‑se de que não está tentando arrumar emprego em um escritório de advocacia ou em um banco.  No caso do currículo, lembre‑se de que ele é um documento sóbrio. Portanto, nada de desenhos, gravuras, ilustrações, molduras, bordas, fadinhas, sinos, mensagens religiosas etc.

• Seja encontrado. No currículo, coloque em lugar de destaque seu nome, endereço, e‑mail, telefones e endereços de blogs, twitter e perfis em sites de redes sociais. Não se preocupe em divulgar esses perfis, pois eles serão encontrados de qualquer forma.

• Seja conectado. Ter intimidade com a tecnologia é uma característica de todo jovem profissional, por isso não há por que apresentar os conhecimentos no pacote “Microsoft Office”, “Windows” e “internet” como qualificação especial.  Só devem ser mencionados os conhecimentos específicos no uso de algum software se ele realmente for diferenciado e se você estiver concorrendo a uma vaga que exija essa qualificação.

• Seja coerente. Tenha certeza de que sua vida virtual será acessada. Por isso, muita atenção ao que publica em seus perfis em redes sociais. Não adianta apresentar‑se na entrevista como uma pessoa discreta e reservada, enquanto tem publicadas em seu perfil fotos em que você realiza performances acrobáticas com bebidas ou atua como personagem principal em baladas e festas.

• Seja maduro. Não dá para acreditar na seriedade de alguém que utiliza um endereço de e‑mail do tipo “badboy12@mail.com” ou “gatamimosa21@mail.com”. Tudo o que se publica na internet recebe o status de domínio público.  O conselho parece redundante, mas vale lembrar: se quer que algum aspecto de sua vida pessoal seja mantido de forma privada, então não publique, não a torne virtual.

• Seja verdadeiro. Em essência, o avaliador tem o interesse de identificar a pessoa correta para a posição certa, por isso mentir ou exagerar em qualificações. Se algum fato precisar ser comprovado e ele for falso, seu conceito receberá a pior avaliação possível, que é a de falta de caráter. Para isso, não há solução nem emprego.

Fonte: trecho do livro “Geração Y – Ser potencial ou ser talento? Faça por merecer”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora


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