A era do intangível. (por César Souza)

setembro 23, 2015

Dois mais dois é igual a cinco, na matemática peculiar de um dos expoentes do Management, o professor Igor Ansoff. A “fórmula” numérica (2 + 2 = 5) foi usada em uma de suas aulas sobre Estratégia Empresarial para explicar o conceito de Sinergia, criado por ele com o propósito de mostrar que duas entidades juntas valem mais do que a soma das duas separadas.

Desde o primeiro momento em que ouvi essa ideia, senti um reforço na minha tese de que esforços coordenados no trabalho produzem muito mais do que resultados tangíveis.

Os produtos têm ficado cada vez mais parecidos; a diferenciação entre eles é cada vez menos evidente. O diferencial existe, não no produto em si, mas na percepção do cliente, na experiência que vivencia quando toma a decisão de compra, na hora da aquisição ou quando vai utilizar o produto ou serviço. O que fideliza o cliente é aquilo que ele não pega nem vê, mas sente.

O mesmo acontece na relação com os parceiros. O que não se vê nem pega mas se sente tem um peso crucial na hora de lidar com fornecedores, distribuidores, prestadores de serviços e até mesmo com os terceirizados.

Cabe aos lideres garantir que o comportamento dos atendentes da linha de frente traduza e reflita as expectativas dos clientes sobre os atributos de uma marca na hora da decisão, da compra e do uso do produto ou serviço.

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Fonte: livro “A NeoEmpresa: o futuro da sua carreira e dos negócios no mundo em reconfiguração”, de César Souza – Integrare Editora

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Lançamento – Capital Intantível: Guia de melhores práticas para a avaliação de Ativos Intangíveis

julho 13, 2012

No mundo atual, uma empresa pode ser reconhecida pelos bons produtos e serviços que oferece ao mercado e assim atingir um número maior de consumidores, mesmo quando seus preços são mais altos do que os da concorrência. Como essas empresas alcançaram essa situação tão desejada? Provavelmente são empresas que identificaram e dominam os seus valores materiais e imateriais (os ativos intangíveis).

Com linguagem simples e objetiva, Capital Intangível busca levar aos leitores o conjunto das melhores práticas para a avaliação econômica de ativos intangíveis na visão do pioneiro e especialista na área, com mais de 17 anos de experiência, José Roberto Martins.

Estabelecer o preço ou o valor de um negócio na sociedade do conhecimento só tem sentido quando as principais variáveis envolvidas forem conhecidas e dimensionadas, sejam elas ligadas a fatores objetivos ou subjetivos. O intuito deste livro é mostrar como é feita a avaliação das variáveis ligadas aos ativos intangíveis para um resultado mais próximo da realidade.

Além da explicação terórica, o texto contém inúmeros exemplos e explicações, e é finalizado com alguns exercícios práticos para uso recorrente. Um verdadeiro guia para facilitar a avaliação dos ativos intangíveis.

 

Fonte: livro “Capital Intangível – Guia de melhores práticas para a avaliação de Ativos Intangíveis”, de José Roberto Martins – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

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Ativos Intangíveis

julho 10, 2012

O cenário atual, permeado por barreiras como instabilidade financeira, competitividade acirrada e regulamentação abusiva, exige que as companhias busquem constantemente diferentes formas para se destacar no mercado. A tarefa, entretanto, não é das mais fáceis e gera dúvidas que frequentam as mesas de reunião de executivos e CEOs. Entre os questionamentos estão, por exemplo, como inovar para obter mais lucro? E ainda: como ser uma empresa diferenciada e valorizada ao mesmo tempo?As respostas para essas e outras dúvidas estão na administração dos Ativos Intangíveis e na capacidade das empresas os identificarem, quantificarem e gerenciarem.

 

Para quem ainda não está familiarizado com o termo “Ativo Intangível”, cabe uma explicação: Ativo  Intangível é tudo aquilo que não tem um valor claramente definido, expresso em uma nota fiscal ou no balanço patrimonial. Exemplos são o poder intelectual, o gerenciamento de riscos, a capacidade de inovação, iniciativas socioambientais e, sobretudo, a marca, ou simplesmente a reputação empresarial.

 

Segundo José Roberto Martins, as marcas são, sem dúvida, os ativos intangíveis mais conhecidos e reconhecidos. Hoje, inúmeros recursos e métricas estão disponíveis para o julgamento de marcas.

 

Martins destaca o caso da Sadia, marca que considera valiosa não apenas por seu logotipo, mas pelos produtos que quase todos os brasileiros reconhecem. Há por traz desse patrimônio questões que envolvem distribuição no varejo, recursos exclusivos e capacidade de inovação – questões que, muitas vezes, os consumidores sequer imaginam e que ultrapassam os balcões de supermercados e padarias.

 

 

Fonte: livro “Capital Intangível – O guia de melhores práticas para a avaliação de Ativos Intangíveis”, de José Roberto Martins – Integrare Editora

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