Que adjetivo andam espalhando por aí sobre você? Por Arthur Bender

outubro 9, 2013

Ser diferente e ter valor, representar um conceito, uma palavra na mente dos que estão à sua volta, é o maior desafio. Eu diria que é “O” desafio da sua vida profissional.

            Você pode não acreditar, e talvez nem se dê conta disso, mas neste exato momento, em algum lugar, alguém está se referindo a você, descrevendo-o com… uma palavra! Um adjetivo que resume todos os seus esforços, toda a sua “batalha”, toda a sua dedicação e seus anos de estudo.

            Um adjetivo!

            O terrível é que, muitas vezes, a maioria de nós não tem a minima ideia de que palavra estão utilizando para nos descrever. E essa palavra pode fazer TODA a diferença para a reputação da nossa marca e para nossa carreira.

 

            Que adjetivo andam espalhando por aí sobre você?

 

Imagem

 

Fonte: livro “Personal Branding – Construindo sua marca pessoal”, de Arthur Bender – Integrare Editora

 

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A Era da Imagem: muitos ainda estão nela e fingem se preocupar com a sustentabilidade

junho 4, 2012

A primeira era – a Era da Imagem – durou de 1990 a 2000, aproximadamente. As empresas aproveitaram o crescente interesse sobre como elas conduziam suas relações e o que apoiavam, principalmente no contexto ambiental, para criar novas estratégias.

Tais estratégias, de modo geral, visavam estabelecer ou modificar a imagem da empresa na mente do consumidor, em vez de realmente mudar a maneira como as coisas eram feitas. Como diz a tira cômica de Dilbert: “Nós não fizemos isso para ajudar o planeta; fizemos para parecer o tipo de empresa que se preocupa com esse tipo de coisa”.

Os termos greenwashing e nicewashing foram cunhados para descrever tentativas cínicas das empresas de enganar o público a respeito de seu desempenho ambiental e dos compromissos éticos.

Em 1992, o Greenpeace publicou um relatório brutal intitulado The Greenpeace Book of Greenwash, que expôs empresas como a DuPont, General Motors, Shell e Dow Chemical, entre outras, por apropriarem-se de termos ambientais e usá-los para seus próprios fins. Apesar disso, algumas empresas continuaram a melhorar suas imagens de maneira cosmética, com ações e campanhas de marketing que não refletiam necessariamente a realidade.

 

Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

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Palavras-chave e imagens-chave

março 28, 2012

O termo “chave”, junto dos termos “palavra” ou “imagem”, significa muito mais que “importante”. Significa que é uma “chave de memória”. A palavra-chave ou imagem-chave tem sido desenvolvida como um elemento criticamente importante para estimular sua mente e destrancar e recuperar suas memórias. Você escuta cada palavra e a coloca no contexto de seu conhecimento, assim como as outras palavras ao redor. Não precisar ter ouvido toda a gama de frases antes de formar uma resposta. Palavras-chave são, portanto, placas ou letreiros para seu selecionador de dados multidimensional: o cérebro.

Uma palavra-chave é uma palavra especial, escolhida ou criada para se tornar um ponto de referência singular para algo importante que se deseje lembrar.

Palavras estimulam o lado esquerdo do cérebro e são um componente vital para dominar a memória, mas elas não são tão poderosas sozinhas como quando você tem tempo para desenhá-las e transformá-las em imagens-chave. Imagens-chave estão no coração dos Mapas Mentais e do programa TEOB®.

Aqui está um exemplo simples de como uma palavra-chave e uma imagem-chave podem impulsionar sua memória.

• Quando tentamos achar uma imagem para encapsular o conceito de água no meio ambiente, gerenciamento de resíduos e problemas de escassez de água, podemos escolher a palavra “torneira”.

• A palavra “torneira” irá, como palavra-chave, ativar a memória analítica do lado esquerdo do cérebro.

• Desenhar uma torneira com uma gota de água pingando vai criar uma imagem-chave, o que irá conectar a memória visual no lado direito do cérebro.

• A figura vai se tornar um estímulo visual que representará a palavra escrita, além de água e gerenciamento de resíduos como uma indústria, com sua proibição do uso de mangueiras, canos vazando e baixa nos níveis dos reservatórios.

Sozinha, a palavra “torneira” não é suficiente para estimular a lembrança de todos os seus estudos sobre energia da água, pois ela não se conecta com o cérebro inteiro. A palavra como parte de uma frase não vai estimular a experiência também, pois a frase define e limita. No entanto, o propósito de uma palavra-chave transformada em imagem-chave é conectar tanto as funções do lado direito do cérebro quanto do lado esquerdo.

Essa ação irradia conexões e estimula a lembrança da informação completa associada.

Palavras-chave e seus contextos são elementos essencialmente importantes para a memória e para a rede dentro de sua mente, que são muito importantes para ajudar a entendê-las e interpretá-las.

Para se compreender quanto as palavras-chave são efetivas no quadro de um Mapa Mental, é necessário conhecer os princípios do Pensamento Irradiante e ordenação básica de ideias.

Fonte: trecho do livro “Use sua mente – Como desenvolver o poder do seu cérebro”,  Tony Buzan  – Integrare Editora

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Algumas perguntas e respostas sobre Imagem e Identidade Corporativa

janeiro 27, 2012

1. Qual a diferença entre identidade e imagem corporativa?

Identidade corporativa é o que a empresa é. Imagem corporativa é o que a empresa parece ser. A identidade é definida pelo conjunto de características que faz com que uma empresa seja diferente das outras, única, especial.

Já a imagem está na cabeça das pessoas e é montada como se fosse um quebra-cabeça, sendo que a empresa é quem distribui as peças. Cada contato que a pessoa tem com a organização fornece mais uma peça. Se as ações e comunicações não são coerentes e alinhadas entre si, a imagem da empresa acaba sendo construída por peças que não se encaixam, gerando confusão e desconfiança.

2. Então, identidade corporativa é a mesma coisa que marca corporativa?

Não. Os conceitos de identidade e marca são completamente diferentes. A marca é uma entidade concebida unicamente com o intuito de seduzir, de conquistar. Portanto, possui só características positivas. Já a identidade é o que a empresa é, não o que ela gostaria de ser, possuindo atributos positivos, mas também desagradáveis, pois nenhuma empresa é perfeita. Pode-se dizer que a marca é a parte “bonita” da identidade corporativa.

3. Então pode-se dizer que a identidade corporativa é a logomarca?

Também não. A identidade é um conjunto de características que fazem uma empresa ser diferente das outras. Aquilo que se conhece popularmente como logomarca é um desenho com o nome da empresa, ou seja, a sua representação gráfica. São, portanto, duas coisas completamente distintas. A representação gráfica é apenas uma das muitas manifestações físicas da identidade e pode tanto estar bem ajustada como completamente equivocada. Quando se muda a representação gráfica de uma empresa, de maneira nenhuma ela passa a ser outra empresa. Suas características essenciais continuam as mesmas.

4. Identidade corporativa é o mesmo que valores da empresa?

Não. A identidade e os valores podem ter atributos em comum, mas são conceitos diferentes. Vale lembrar que a definição de valores, no contexto do planejamento estratégico, é “aquilo que é importante para a empresa, seus princípios”. A identidade, como já dito, é um conjunto de atributos, mas alguns deles não são motivo de orgulho (lembre-se de que ninguém é perfeito), e não necessariamente precisam ser destacados.

Fonte: trecho do livro “DNA Empresarial”, de Lígia Fascioni – Integrare Editora

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Contruindo sua Marca Pessoal

abril 12, 2011

Alguns pontos do bate-papo:

• A palavra chave para pensar em Personal Branding é reputação e reputação vem de confiança. Nós vivemos hoje como pessoas, como consumidores, como verdadeiras máquinas de descarte, porque a sociedade oferece coisas demais e nós temos tempo de menos para fazer escolhas. Assim, o nosso balizador acaba sendo a confiança. No mínimo sinal de desconfiança, você descarta: tanto marcas corporativas quanto marcas pessoais. Escolhemos médicos assim, advogado… e confiança é esse somatório de coerência e consistência dos sinais que nós emitimos o tempo todo.

• Eu sempre tento provocar a reflexão. A reflexão de “o quanto você está trabalhando mal a sua marca” é que pode gerar um resíduo mais duradouro para que te leve à transformação.

• Se você não está feliz com a sua marca: o que você pode fazer, até onde pode aguentar, quais são as estratégias para mudar? Boa parte das pessoas está infeliz e fica postergando, sofrendo… e isso leva ao mal atendimento, trabalho infeliz e incompetente, mas isso acontece porque a pessoa não está feliz.

• Você tem que se encontrar como marca e fazer a grande transformação da sua vida.

Fonte: Entrevista com Arthur Bender sobre o livro “Personal Branding – Construindo sua marca Pessoal” na TV Com, com a apresentadora Tânia Carvalho.

 


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