Desprendimento (por Dean Cunningham)

janeiro 2, 2015

Em grande parte, o sofrimento humano ocorre pelo fato de não sabermos praticar o desprendimento. Ficamos agarrados a pensamentos e experiências desagradáveis quando deveríamos nos esquecer deles. Ou então tentamos resolver os problemas emocionais reprisando na mente, repetidamente, o episódio que desencadeou aquelas emoções. Porém, com esse esforço acabamos perpetuando o sofrimento em vez de melhorar a situação. Precisamos deixar tudo isso para trás, permitindo que os sentimentos ruins desapareçam naturalmente – no fim, é o que acabará acontecendo.

Não permita que suas experiências desagradáveis afetem seu ritmo. Aprenda a desapegar-se de pensamentos pouco saudáveis. Lembre-se: você não será capaz de desfrutar o agora se continuar pensando em todas as coisas ruins que lhe aconteceram ontem.

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Fonte: livro “Pura Sabedoria – Coisas simples que transformam o dia a dia”, de Dean Cunningham. Integrare Editora

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O foco não é ter uma vida feita de coisas boas ou ruins. A vida é completa, portanto tem coisas boas e ruins! Por Gabriel Carneiro Costa

agosto 28, 2014

A ansiedade também é uma emoção temporal, porém no sentido inverso. Não ficamos ansiosos por algo que já aconteceu. Elevamos a ansiedade quando projetamos o futuro, seja de curto ou de longo prazo. E, geralmente, depois que o fato que nos preocupava passa, nos damos conta de que nem foi tão difícil. Os pontos se ligam e tudo passa a fazer sentido. Encontramos explicação e alinhamento com a nossa vida e voltamos a ficar tranquilos.

Por isso, sempre acreditei que é importante ter fé. Não me refiro a uma religião específica, mas à fé de que lá na frente tudo fará sentido.

 

Para todo novo ciclo que se encerra, um novo se abre. E é assim com tudo aquilo que julgamos perdido. Seja algo material ou até mesmo uma pessoa amada. Toda perda gera uma transformação. Seja com pouca ou com muita dor, nós nos obrigamos a mudar em algum aspecto. Um ciclo de convívio com um familiar que falece se encerra para abrir um novo formato de convívio na família. Um grande amor que acaba abre espaço para um novo estilo de vida. Uma perda significativa de dinheiro, ou de algo material, é a oportunidade para recomeçar de forma diferente.

Não quero aqui diminuir a dor das perdas. Muitas vezes carregamos essas dores por anos, para somente depois se tornarem saudade. Mas o fato é que em todas as perdas sempre há a oportunidade de ter um ganho, mesmo que só venhamos a reconhecer isso mais tarde.

  

O processo de autoconhecimento tem início, meio, mas não tem fim. E uma vida feliz não é uma vida sem problemas, mas sim uma vida em que temos capacidade de resolvê-los.

 

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Fonte: livro “O encantador de pessoas – Como trabalhar sua vida em busca da felicidade e realização pessoal”, de Gabriel Carneiro Costa. Integrare Editora

 

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Quanto custa a perda de talentos e clientes? Por César Souza

setembro 11, 2013

Mito que deve ser combatido: o maior concorrente de uma empresa é quem fabrica os mesmos produtos ou presta os mesmos serviços.

É mais fácil culpar o concorrente pelo insucesso no negócio.

Na realidade, o maior adversário de uma empresa está quase sempre dentro da própria casa: falta de clareza no rumo, estrutura inadequada, falta de integração entre as áreas, atitudes e práticas equivocadas sobre os clientes, as pessoas e os parceiros. A desintegração entre pessoas e entre departamentos cria um custo invisível considerável, da ordem de 15% do nosso custo total, que deveria ser contabilizado no balanço da nossa empresa.

Perdemos talentos e clientes vão embora devido à falta de integração. Quanto custa isso? Vamos monetizar e contabilizar esse custo?

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Fonte: livro “A NeoEmpresa – O futuro da sua carreira e dos negócios no mundo em reconfiguração”, de César Souza. Integrare Editora

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Estão apostando em você? Por Sidnei Oliveira

setembro 4, 2013

Quando penso no jovem profissional de hoje, sempre vejo referências inusitadas e até conflitantes. Dizem que essa é uma geração perdida no meio de tantas possibilidades que a realidade atual apresenta e, por isso, é incapaz de se aprofundar em algum tema. Contudo, talvez por causa de todo o “investimento” que foi feito, cobra-se dessa geração que ela seja um sucesso de competência. Muitos imaginam que, só por ser da geração Y, o jovem tem que ser necessariamente um talento. Isso é um engano terrível e só contribui para atrasar o desenvolvimento e a maturidade dele.

Talento não é exclusividade de uma geração, muito menos uma capacidade que se alcança apenas através do acesso à tecnologia, infraestrutura ou recursos educacionais modernos. Há um fator decisivo para um talento se manifestar: um mentor que aposte no jovem e o auxilie no desenvolvimento de seu potencial.

Contudo, vivemos em um tempo em que os mentores são raros e nem sempre são conquistados pelos jovens. Na verdade, aqueles que poderiam ser mentores estão muito ocupados competindo com os próprios jovens por um lugar no mercado.

Essa realidade é uma distorção do fluxo ideal para o desenvolvimento de pessoas talentosas, pois quando um jovem não tem seu potencial identificado, não há apostas em suas capacidades e, consequentemente, não são apresentados a ele desafios que permitam desenvolver o próprio talento.

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Fonte: livro “Profissões do Futuro – Você está no jogo?”, de Sidnei Oliveira. Colaboradores: Felipe Maluf e Camila Caputti – Integrare Editora

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Vai mudar de emprego? De novo? Por Sidnei Oliveira

agosto 28, 2013

A mudança é inevitável. Já não há mais desafios, os chefes evitam dar feedback, os benefícios são pequenos, o salário é baixo e uma eventual promoção não deve acontecer, pois é privilégio de poucos “protegidos”. Com um cenário tão ruim e com tantas possibilidades melhores, por que não experimentar um novo emprego?

Os jovens normalmente se desligam reclamando das oportunidades limitadas de desenvolvimento e carreira, justificando o pedido de demissão na busca de novos desafios que possam expor seus “talentos” e, com isso, alcançar o reconhecimento, principalmente financeiro.

É necessário reverter esse quadro promovendo a conscientização dos jovens, pois eles ignoram que essa “estratégia” é a que mais contribui para que recebam desafios de menor valor, afinal, que liderança está disposta a permitir que a falta de experiência coloque em risco os resultados?

O jovem profissional precisa entender que, como “novato” na empresa, não receberá aquele desafio mais complexo, do tipo que afeta de maneira significativa o resultado. Para que isso aconteça, sera necessário comprovar sua capacidade por meio do sucesso em desafios mais simples. Também é na condição de “novato” que o jovem recebe grandes volumes de atividades. Esse fator muitas vezes é fonte de frustração, mas pode e deve ser considerado como oportunidade de mostrar o verdadeiro potencial.

Deixar o posto de “novato” parece ser a estratégia desses jovens profissionais, mas cada vez que decidem mudar de emprego são tratados como “novatos” de novo.

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Fonte: livro “Profissões do Futuro – Você está no jogo?”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora

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Qual é a profissão do futuro? Por Sidnei Oliveira

agosto 26, 2013

Será possível definir qual é a profissão do futuro? Aquela que irá trazer maiores benefícios e satisfação?

Recentemente fui questionado sobre quais seriam as melhores profissões para se apostar. Quando observo esse tipo de questionamento, é inevitável um incômodo, pois parece um convite a pensar na carreira como quem “aposta” em uma corrida de cavalos, e acho que não deve ser assim.

Algumas vezes tentamos imaginar o futuro com profissões novas – aquelas que nunca existiram –, como coordenador de identidade virtual, gestor de ecorrelacionamentos ou analista de diversidade. Claro que sempre iremos assistir manifestações inovadoras e inusitadas, mas isso não quer dizer que as profissões do futuro serão completamente dissociadas do presente. Na verdade, o futuro está muito mais ligado às oportunidades que surgirão para as carreiras existentes no presente.

Questões interessantes para análise são as oportunidades que surgem a partir de uma nova perspectiva. Observe as novas tecnologias de interface com os computadores. Basta imaginar os softwares de reconhecimento de voz, tradução simultânea e revisão automática que estão em desenvolvimento atualmente, que veremos intensas oportunidades para fonoaudiólogos, tradutores, linguistas e revisores.

Outro exemplo tem conexão com o aumento na expectativa de vida das pessoas. Certamente isso demandará um número crescente de profissionais ligados à saúde, mas também profissionais de organização de eventos, de engenharia de alimentos e de meio ambiente, afinal, será cada vez mais importante harmonizar o convívio das pessoas e o estilo de vida.

Além disso, não podemos nos esquecer de eventos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Eles irão trazer muita valorização para os profissionais do turismo e de infraestrutura, mas o novo olhar talvez deva ser concentrado no que será feito após esses eventos, pois precisaremos potencializar, da melhor forma, todos os investimentos que faremos na geração desses profissionais.

Para olhar o futuro pensando em carreira é importante olhar o presente com mais atenção. A chave está em criar um novo olhar sobre as carreiras já existentes, atentando para os sinais e oportunidades que o futuro apresenta hoje.

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Fonte: livro “Profissões do Futuro – Você está no jogo?”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora

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Líderes se qualificam pelo estado das equipes que lideram

novembro 21, 2012

Uma equipe de pessoas realmente preparadas para gerar sucesso na configuração atual não é apenas um grupo de seres humanos que trabalham juntos no seu pedaço do quebra-cabeça estratégico de uma organização, como uma máquina bem lubrificada e previsível. Os membros são os participantes de uma emocionante história em curso que produz grandes resultados e reforça a comunhão de propósitos e da interligação entre eles. O desafio é criar uma história absorvente, com capacidade de formar um compromisso excepcionalmente forte na equipe. Sem isso, os membros tendem a preencher as lacunas com suas próprias questões mesquinhas.

Grupos de trabalho podem ser formados em minutos, mas equipes que geram resultados positivos de forma consistente levam tempo e cuidado para ser formadas. Esse é o trabalho de um líder consciente e inspirador.

Observando o desempenho de equipes em empresas que ganharam o prêmio “Melhor empresa para trabalhar” ou outras desse nível, podemos verificar as várias dimensões que têm a ver diretamente com as atitudes e ações dos líderes:

» Formação de um senso de propósito para que as pessoas se sintam parte de algo importante.

» Criação de um espaço seguro no qual as pessoas sejam inspiradas a ir além de suas zonas de conforto.

» Construção de um ambiente de confiança.

» Manutenção do ânimo e do entusiasmo.

» Geração de resultados (se um líder não produz resultados, ele não é um líder).

» Criação de uma atitude de responsabilidade nos membros da equipe.

Talvez o último elemento seja o mais importante de todos.

Ele não só está ligado ao grau de compromisso, mas refere-se à capacidade de responder da melhor forma a tudo o que acontece.

Fonte: trecho do livro “O espírito do líder – Lidando com a incerteza permanente” de Ken O’Donnell – Integrare Editora

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