O bebê vai à praia. (por Lô Galasso)

janeiro 15, 2016

Até ter seu primeiro filho, a mãe provavelmente tinha tempo e disposição para empastelar-se com loções ou cremes de bronzear, ler, fazer palavras-cruzadas ou simplesmente ficar preguiçosamente sentada sob o guarda-sol, observando a galeria de tipos que desfilam por uma praia.

 

Com um filho pequeno, outros passatempos e jogos farão parte de seus momentos à beira-mar. Um desses jogos consiste em segurar as mãozinhas do bebê sempre antes de ele levá-las (cheias de areia, natural mente) à boca ou aos olhos. Para conseguirem um bom escore nesse jogo, é preciso que a mãe e o pai tenham perfeita coordenação psicomotora, boa capacidade de concentração e, principalmente, que como num jogo de tênis, não se deixem distrair por qualquer outro foco de atenção.

 

Outro passatempo a que a grande maioria das mães se dedica é o “segura-bebê”. Consiste em estar sempre junto do bebê, segurando-o pela cintura ou pelas mãos, na beirada da água. Esse passatempo pode ser praticado de duas formas:

 

a mãe fica sentada, ajoelhada ou acocorada junto do bebê, e ambos se divertem a valer ao verem-se literal mente empanados, com uma mistura de 90% de areia e 10% de água salgada (isso se estiverem numa praia não poluída);

 

a mãe fica em pé, com o tronco curvado para a frente, segurando o bebê pelas mãozinhas (posição preferida pela maioria). Como essa brincadeira costuma agra dar sobremaneira o bebê, podendo portanto durar horas, convém que a mãe proteja certas partes de seu corpo, que, por não estarem comumente tão expostas ao sol, podem sofrer queimaduras indesejáveis.

 

E bom divertimento!

 

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Fonte: livro “Ser mãe é sorrir em parafuso”, de Lô Galasso. Integrare Editora

 

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Imaturidade para fornecer e receber feedback. (por Alexandre Prates)

janeiro 13, 2016

É muito comum encontrarmos profissionais que não conseguem, por imaturidade, fornecer feedback de qualidade aos colegas de trabalho. Digo imaturidade, pois muitos profissionais fogem desse momento por receio de ofender os colegas e, assim, desmotivá-los ou criar alguma situação desconfortável.

 

Esse receio é frequente, pois muitas vezes os profissionais são amigos e isso pode prejudicar o relacionamento. Da mesma forma, isso ocorre quando o feedback é dos liderados para o líder. Primeiro, é muito difícil um líder aceitar um feedback dos seus colaboradores, automaticamente os liderados não o fazem por medo de represálias e as deficiências continuam a prejudicar a empresa. Sem contar que isso se estende aos pares de trabalho quando o gerente de uma área quer corrigir determinada ação de outra área. É muito comum que um líder se ofenda quando recebe um feedback negativo sobre o trabalho de um de seus colaboradores, pois isso conota que não está cuidando dos seus liderados. E o que isso acarreta? Simples, cada um cuida do seu e ninguém se intromete na área de ninguém. Logo, os problemas continuarão crescendo.

 

Solução: É preciso que o líder e seus colaboradores adquiram maturidade para compreender que existe algo maior do que o próprio ego e encarar o feedback como uma proposta de crescimento e mudança. Todos estão ali para atingir uma única missão: fazer a empresa prosperar. Quando coloco o meu ego acima desta proposta, o resultado é simples: teremos um agrupamento de pessoas que só produzem um resultado – a estagnação.

 

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Fonte: livro “Resultado”, de Alexandre Prates- Integrare Editora

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Educados para o prazer. (por Içami Tiba)

janeiro 11, 2016

Os pais, hoje, têm feito a apologia do prazer. Não importa quanto eles se sacrifiquem, querem que o filho tenha prazer. A parte do sacrifício fica apenas para os pais. Isso, a rigor, é educar para que os filhos usem drogas.

 

Desde cedo, os filhos aprendem que os pais devem arcar com os custos, responsabilidades e/ou sofrimentos dos seus atos (inclusive os futuramente provocados pelas drogas). O que lhes cabe é usufruir ao máximo o prazer.

 

Na tentativa de demonstrar amor aos filhos, alguns pais acabam sendo apenas retrógrados. O que ganham é insuficiente para comprar o tênis da moda ou qualquer outro capricho desnecessário, mas acabam comprando. Em vez de mostrarem a realidade, os pais deixam o essencial para pagar o tal tênis.

 

Essa divisão – sacrifício dos pais, prazer dos filhos – passa uma falsa noção de qualidade de vida e reforça a falta de ética na sua definição (o que é bom para um tem que ser bom para todos).

 

O engano se faz até nos níveis bioquímicos dos neurotransmissores. A molécula do THC – sigla do tetraidrocanabinol –, constituinte ativo da maconha e do haxixe, é bastante parecida com neurotransmissores e falsificam suas funções. As moléculas do THC se encaixam nesses receptores, enganando- os quimicamente como se fossem neurotransmissores fisiológicos, e os desativam, mas antes provocam uma descarga de prazer. É assim que as moléculas de THC vão se acumulando nas sinapses, dificultando e prejudicando o seu funcionamento.

 

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Fonte: livro “Adolescentes: Quem Ama, Educa!”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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A importância do planejamento (por Dean Cunningham)

janeiro 8, 2016

Não há a mínima necessidade de começar uma ladainha, aqui, sobre a necessidade de planejamento. Conhecemos o velho ditado: “Se você não planeja, está planejando para o fracasso”. É raro encontrar um livro voltado ao desenvolvimento pessoal que não mencione a importância do planejamento. É como um mantra, repetido de novo, de novo e… de novo. Funciona como uma canção de ninar. Mas já é hora de despertar para a sabedoria embutida nessa mensagem. Todos estão dizendo a mesma coisa por um motivo: o planejamento funciona.

 

Quando você tem um sonho, é capaz de criar a paixão e o comprometimento necessários para chegar aos resultados que pretende. Porém, um sonho sem planejamento é inútil. Não faz mal sonhar, contanto que você levante e coloque seu plano em ação, quando o despertador tocar. Isso funciona como o seu despertador matinal. Ao transformar seu sonho numa série de passos administráveis, com o estabelecimento de prazos, você para de sonhar, simplesmente. Na verdade, o planejamento nada mais é do que um sonho ou um objetivo com um prazo.

 

Nem sempre as coisas funcionam como planejado. Porém, estabelecer o rumo para chegar aonde você deseja ou realizar qualquer objetivo importante é melhor do que ficar sentado, esperando. O planejamento nada mais é do que um sonho ou um objetivo com um prazo.

Você não pode deixar que tudo seja determinado pela maré. Não há nenhuma garantia de que, se for empurrado por ela, você chegará à praia que escolheu.

 

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Fonte: livro “Pura Sabedoria”, de Dean Cunningham. Integrare Editora

 

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Seja criativo na hora certa. (por Max Gehringer)

janeiro 7, 2016

Esta história é verdadeira, e me foi contada por um selecionador de pessoal de uma empresa multinacional. Foi assim. A empresa tinha duas vagas em aberto, uma para chefe e outra para assistente. E apareceram muitos candidatos, bem mais para assistente do que para chefe, na proporção de cinco por um, tornando bem difícil a missão dos candidatos a assistentes, porque a concorrência era enorme. Aí, entra candidato e sai candidato, e nenhum parecia ser bom o suficiente. Os que queriam ser chefes não tinham liderança e os que queriam ser assistentes eram muito limitados. O selecionador já estava ficando preocupado, quando chegou um candidato a chefe. E o selecionador fez aquelas perguntas de sempre. Por exemplo, “Por que você acha que conseguiria ser um chefe eficiente?”

 

E o candidato respondeu: “Bom, eu tenho todas as características que um chefe precisa ter. Eu gosto de mandar nas pessoas. Eu gosto de ficar sem fazer nada enquanto os outros trabalham. Eu gosto de ficar escrevendo relatórios em vez de tomar decisões. E, acima de tudo, eu adoro reuniões. Sou capaz de passar horas numa sala de reunião, só falando e escutando, sem perder o pique. Tudo o que eu preciso é de um assistente eficiente que faça todo o trabalho por mim”. O selecionador, é claro, ficou pasmo. E disse para o candidato que, falando daquele jeito, ele não seria contratado como chefe em nenhuma empresa do mundo.

 

E o candidato respondeu: “É verdade. Mas o senhor deve concordar comigo que eu entendo muito bem o que é ser chefe. Por isso mesmo, qualquer chefe gostaria de ter um assistente como eu”. E o candidato conseguiu a vaga que realmente estava querendo: a de assistente. Ele só havia se candidatado a chefe para mostrar que sabia o que um chefe esperava de um bom assistente. Menos de um ano depois, ele foi promovido a chefe.

 

Fonte: livro “Aprenda a ser chefe”, de Max Gehringer – Integrare Editora

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Por que as crianças tornam-se tímidas? (por Içami Tiba)

janeiro 5, 2016

Conforme o filho vai crescendo, os pais mostram-lhe o que ele deve ou não fazer. Aos poucos, vão concedendo algumas permissões. Quando estas faltam, e no seu lugar há censuras sucessivas, críticas e reprovações às suas iniciativas, a criança pode crescer sentindo-se tão “proibida”, a ponto de ela mesma proibir-se de fazer algo. Daí resulta a timidez, um transtorno no comportamento do ser humano.

 

Basta a ela sentir-se desacompanhada dos pais, em ambiente diferente ou diante de qualquer pessoa estranha, que logo se vê atacada pela timidez. A timidez é antinatural. O primeiro sinal de contato – isto é, de manifestação de relacionamento – do bebê com o mundo é o sorriso. O adulto desarma-se diante do sorriso de uma criança, pois sabe que não existem segundas intenções. Trata-se apenas de um sorriso. Pura expressão de alegria.

 

Uma criança sorridente é uma criança simpática, o orgulho dos pais. Por volta do oitavo mês de vida, quando passa a não querer ir para o colo de estranhos, torna-se antipática. Alguns pais não admitem essa reação, forçando o bebê a aceitar a pessoa que lhe é estranha, como se fosse seu amigo íntimo. É assim que começa o mecanismo de auto-repressão da criança. Cada vez que os pais a reprovam por não aceitar alguém, ela mesma a aciona, reprimindo suas defesas naturais para receber a aprovação dos pais. E assim deixa de ser espontânea. A timidez é a perda da espontaneidade.

 

A criança aprende fazendo tentativas. Erros e acertos são fundamentais. Se os pais não aceitarem os erros, criticando duramente o filho, ele próprio deixará de aceitar seus erros, perdendo, então, a liberdade de arriscar. Resta-lhe a obrigação de acertar sempre.

 

Acertar é agradar aos pais. Logo, esse acerto é subjetivo, pois depende do critério que os pais utilizam para aprovar ou não a atitude dos filhos. A timidez é a perda da liberdade de tomar iniciativa.

 

Quando a repressão é muito grande, a criança amolda-se e sofre calada. Caso não se adapte à repressão, ela seleciona ambientes em que pode ficar quieta e nos quais pode bagunçar.

Essa é a explicação para aquelas crianças tímidas na escola e superbagunceiras em casa ou tremendamente obedientes em casa e indisciplinadas fora dela. Elas obedece parcialmente à repressão na presença dos repressores. Na ausência deles, passam a reprimir os outros, a “delinqüir”. É o método da gangorra: de um lado senta a timidez, do outro, a delinquência.

 

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Fonte: livro “Disciplina : limite na medida certa”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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Uma inspiração de natal (por Natércia Tiba)

dezembro 25, 2015

Dezembro costuma ser um mês tumultuado. Final de ano, correria, trânsito, mas há algo que deixa o nosso andar pela cidade mais agradável: os enfeites e luzes de natal pela cidade. É um bom exercício olhar para a beleza dos enfeites em vez de nos irritarmos com o trânsito. Muitas vezes são as crianças que nos alertam. Estamos tão estressados pelo excesso de veículos e cansaço, que a paisagem passa batida.

 

Recebi um alerta de um filho. Com os olhos brilhando diante uma árvore gigante, ele comentou: “Adoro ver a cidade toda enfeitada de natal, essas luzinhas“ e soltou um delicioso suspiro. Uma respiração funda de admiração que temo irá perder com o passar dos anos.

 

Esse comentário suscitou em mim uma viagem nostálgica de segundos. Música tocando, luzes piscando, cheiro do pinheiro misturado aos perfumes de todos os convidados distintamente trajados para a ocasião, a véspera do Natal.

 

Natal é uma data que me fascina. Lembro-me de montar a árvore com os meus pais, ao som de um disco de vinil. O mesmo que depois tocava a noite toda da véspera de Natal. Tudo muito bonito e caprichado, decorado pelas mãos de artista da minha mãe e fotografado pelo olhar nipônico do meu pai. Hoje, as fotos preenchem os detalhes esquecidos com o tempo.

 

Lembro-me de festas de Natal grandes e animadas, repletas de familiares e amigos. Comida que não acabava mais e pilhas de presentes. Era uma noite aguardada ansiosamente pelas crianças (eu inclusive), que não faziam ideia do empenho dos adultos para que tudo fosse perfeito.

 

Minha mãe, como boa virginiana, embrulhava os presentes um a um, todos combinando entre si, formando um composê. Era o amontoado de presentes mais elegante e harmonioso possível. Enquanto eu acreditava no Papai Noel, certamente pensava nele como um velhinho bom e detalhista: “Que velhinho caprichoso!”.

 

Não me lembro como descobri que não era ele o responsável pelos presentes. Mas não tenho trauma nenhum em relação a isso. Talvez porque presenciar minha mãe nos preparativos fosse tão fascinante quanto entrar na fábrica do Papai Noel. A fábrica era o quarto dela na chácara em que passávamos os finais de semana e férias. Um quarto que na época me parecia tão grande, mas que, com tantas caixas e embrulhos, sobravam apenas estreitos corredores para passarmos. Lembro-me bem do dia em que ela autorizou que eu entrasse e a ajudasse. Eram pilhas de brinquedos e de caixas, rolos de papel de presente e de lindas fitas natalinas, selinhos de sinos e estrelinhas. Não havia aquele monte de duendes trabalhando. Era apenas a minha mãe, sozinha e enlouquecida: separa, corta, embrulha, acha a ponta do durex, enrola, “Ih qual é esse mesmo que acabei de embrulhar?”, “Esse é de adulto, vai pra árvore, esse é de criança, vai para o saco do Papai Noel.”

 

Tudo aquilo era tão fascinante e empolgante que passei a ser sua ajudante número um (até minha irmã ter idade para ocupar esse cargo. Confesso que é mais habilidosa para laços do que eu e como todos em casa, adora ajudar e participar).

 

O final do ano era sempre muito esperado, planejado e caprichado, apesar de nunca termos sido católicos fervorosos. O Natal sempre fora um momento de amor, união, doações, cartas emocionadas e muita alegria. Tudo isso era vivido intensamente.

 

Quando me casei, em 1998, a família que ganhei através do meu marido me apresentou um Natal diferente. Por serem bastante católicos, sempre que possível, vão a uma missa de Natal. Surpreendi-me com o meu desconhecimento em relação à origem do Natal, seu significado e simbolismo e ao mesmo tempo me admirei ao ver que todos aqueles valores pregados naquela data estavam presentes não só nos Natais que passei em família desde que nasci, mas também no meu dia a dia. Essas diferenças familiares enriqueceram ainda mais minha visão e vivência do Natal.

 

Na contramão da sociedade capitalista, fui cada vez mais me deparando com o significa religioso e valioso do Natal. Independente da religião, são valores que visam a um bem maior, que traz benefícios à sociedade e ao ser humano.

 

Toda criança tem o direito de acreditar na magia do Natal e do bom velhinho. A fantasia faz parte do desenvolvimento infantil, seja em que religião ou sociedade for. No caso do Papai Noel, a bondade e a fraternidade são muito evidentes. Portanto, essa fantasia mantém acesa uma fé muito importante: a fé em ter nossos desejos atendidos, de ter alguém que nos olha com o coração (tão diferente da realidade com que nos deparamos ao crescer, não é mesmo?!) e de que há pessoas boas, nas quais podemos acreditar e confiar.

 

O fato de ser um velhinho enriquece ainda mais a fantasia e a diferencia da maioria das histórias infantis, nas quais os protagonistas são heróis jovens, valorizados pela força física.

 

Outro lindo ensinamento é a simbologia do pinheiro de Natal. O pinheiro, com seu formato triangular simboliza a Santíssima Trindade. A árvore é também um símbolo da vida e, como tal, sua tradição é mais antiga do que o Cristianismo. Antes mesmo de se comemorar o Natal, os egípcios levavam galhos de palmeiras para dentro de suas casas no dia mais curto do ano, em dezembro, simbolizando o triunfo da vida sobre a morte. Assim como, mais tarde, dentro da Igreja Católica, o Natal surgiu como representação do nascimento de Jesus, uma data de renovação e transformação.

 

Não é à toa que o final de ano é inspirador para uns e angustiante para outros. Momento de amor e estar junto, refletir sobre quem somos e aquilo que conquistamos e que ainda queremos. Valorizar o que realmente importa e quem importa. Pode ser também momento de saudade e nostalgia, mas se há saudade é porque houve bons momentos e esses precisam ter um cantinho especial no coração sempre. É um momento de doação de amor, carinho e atenção a quem amamos e a quem precisa.

 

A ideia da doação pode nos ajudar a entender a tradição dos presentes. Presentear é uma tradição proveniente das ofertas que os Reis Magos fizeram ao Menino Jesus em seu nascimento. Deram a ele: ouro (símbolo da fé), incenso (símbolo da adoração a Deus) e mirra (símbolo da transitoriedade e da eternidade).
Na Idade Média, na época do Natal, os patrões ofereciam presentes extras aos seus criados, recordando assim o começo simples de Jesus e ao mesmo tempo fortalecendo o laço entre servidores e servidos. Os presentes eram dados também às crianças. Nessa mesma direção, no século XIX, surgiu o ordenado extra no mês do Natal (décimo terceiro salário).

 

Não vivemos num mundo perfeito (longe disso) e também a maioria de nós tem uma vida muito corrida, mas se investíssemos um pouco mais de tempo apreciando e cultivando simbologias lindas como essa, quanto todos nós sairíamos ganhando? A humanidade não ganharia também?! A sociedade como um todo ganharia muito, tenho certeza. Podemos então começar?

 

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Fonte: livro “Mulher Sem Script”, de Natércia Tiba. Integrare Editora

 

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Ser ativamente interessado no que os outros tem a dizer. (por Douglas Miller)

dezembro 23, 2015

Estar ativamente interessado nas necessidades, pensamentos, sentimentos e crenças das outras pessoas é uma habilidade vital. Isso dá suporte àquelas margens-chave de efetividade pessoal, como autoconfiança, exercício de influência, negociação e atuação em redes.

 

Quando você mostra ativamente um interesse por outras pessoas, elas não apenas serão atraídas por você, mas também lhe responderão em um nível mais profundo, porque compreenderão que não só está interessado nelas mas também compreende suas necessidades e interesses. Isso torna-se predominante, por exemplo, em situações de negociação nas quais há conjuntos conflitantes de interesses. Se você compreender a pessoa com quem está negociando e as necessidades que estão impulsionando o comportamento dela, estará numa posição muito melhor para encontrar uma solução.

 

Em um nível mais direto, todos nós temos um tipo de pensamento que sugere: “O que vou ganhar com isso?”. Se você compreender esse aspecto e procurar estabelecer isso com aqueles com que interage, poderá influenciar melhor a conversa (a outra pessoa estará pensando: “O.k., você quer que eu faça isso, o que ganho com isso?”); poderá também negociar melhor (você diz: “Se isso é importante para você, então podemos entrar num acordo…”); e poderá atuar melhor em redes, pois compreenderá as necessidades de seus contatos.

 

Dentro dessa “viagem para outros mundos” está implícita uma habilidade central, sem a qual é impossível desenvolver relacionamentos produtivos e significativos com as pessoas – saber como ouvir com mais comprometimento do que a maioria das pessoas.

 

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Fonte: livro “A sorte como hábito”, de Douglas Miller – Integrare Editora

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Cada dia é um novo dia. (por Içami Tiba)

dezembro 21, 2015

Cada dia é um novo dia, porque mesmo sendo outro dia, mesmo se fizermos igualzinho ao que foi feito ontem, passa a ser simplesmente um dia novo. Não modificando nada, não crescemos nada e não damos um passo nessa longa caminhada. Avaliando o hoje como o ontem, não existem diferenças entre ontem e hoje. É vivermos do passado. Isso é muito comum na avaliação dos filhos.

 

A cada desobediência que a criança comete, é preciso investigar o motivo. E não simplesmente rotulá-la de desobediente, jogando a avaliação de ontem sobre a atitude de hoje. Assim se criam famas e todos se encarregam de deitá-las na cama. Talvez a desobediência de hoje represente a possibilidade de reavaliar o sistema educativo aplicado há tanto tempo. Quando se reage pela fama, não se questiona o sistema. E os pais podem, do alto de sua tribuna de juízes, condenar o filho à mesmice. E mesmice é símbolo de rotina e infelicidade.

 

Desta mesma tribuna, os pais podem supervalorizar as mínimas atitudes, sem criticar outros comportamentos inadequados, e corromper os critérios da adequação e justiça. Pode ser até que isso satisfaça os filhos momentaneamente. Porém, há o perigo de trazer infelicidade, pois o mundo não funcionará como os pais fizeram crer. A fama que se cria pela crítica e a supervalorização das pequenas coisas distorcem a percepção da própria personalidade.

 

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Fonte: livro “Seja feliz, meu filho”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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Pais sem limites. (por Leo Fraiman)

dezembro 18, 2015

Educar leva tempo. Mas não educar leva a prejuízos por mais tempo ainda. Milan Kundera, em seu livro A lentidão, descreve uma importante imagem sobre o tempo. Ele diz que, quando queremos apreciar uma comida, uma boa bebida, um momento gostoso no qual contemplamos a natureza, paramos, olhamos, curtimos o momento.

 

Quando estamos perdidos, ou quando estamos diante de um cenário feio e ameaçador, tendemos a acelerar. O que vemos são muitos pais querendo acelerar o crescimento dos filhos para retardar a própria juventude perdida. Quanto mais eles se iludirem achando que seus filhos se cuidarão por si, quanto mais pensarem que os filhos encontrarão um jeito de se virar, quanto mais se enganarem pensando que sua omissão não trará prejuízos, dor e problemas, mais estarão se afastando de uma vida sadia para si mesmos e mais afastarão seus filhos da possibilidade de terem, eles mesmos, mais adiante, uma família.

 

Diversas pesquisas mostram que hoje a vontade de construir uma família é adiada para mais tarde: depois da estabilidade financeira, depois da segurança profissional, depois de viver muitas experiências, ou seja, depois dos 30 anos.

 

Muitas moças que não se casam e tornam-se cínicas (indiferentes) depois dos 30 anos encontram uma série de homens também cínicos pela frente, com os quais terão alguns momentos de sexo intenso, amizade e experiências bastante variadas, mas poucas chances de vínculos sadios e seguros para constituir uma família.

 

Nessa omelete atual de papéis, nem se pode dizer que eles foram invertidos, e sim que se misturaram. Há pais que, em nome de serem modernos, liberais, próximos, fazem dos ouvidos dos filhos o seu “penico”, literalmente. Acreditando que todos devem ficar a par da “realidade”, pais separados jogam na cara dos filhos os piores aspectos do ex-cônjuge, em um ato que é comparável, em minha opinião, ao crime de assédio moral. Falar mal do ex-parceiro gera constrangimento constante aos filhos, sem que estes tenham como se defender. Isso é colocar os filhos em angústia.

 

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Fonte: livro “Meu filho chegou à adolescência. E agora?”, de Leo Fraiman. Integrare Editora

 

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