Imaturidade para fornecer e receber feedback. (por Alexandre Prates)

janeiro 13, 2016

É muito comum encontrarmos profissionais que não conseguem, por imaturidade, fornecer feedback de qualidade aos colegas de trabalho. Digo imaturidade, pois muitos profissionais fogem desse momento por receio de ofender os colegas e, assim, desmotivá-los ou criar alguma situação desconfortável.

 

Esse receio é frequente, pois muitas vezes os profissionais são amigos e isso pode prejudicar o relacionamento. Da mesma forma, isso ocorre quando o feedback é dos liderados para o líder. Primeiro, é muito difícil um líder aceitar um feedback dos seus colaboradores, automaticamente os liderados não o fazem por medo de represálias e as deficiências continuam a prejudicar a empresa. Sem contar que isso se estende aos pares de trabalho quando o gerente de uma área quer corrigir determinada ação de outra área. É muito comum que um líder se ofenda quando recebe um feedback negativo sobre o trabalho de um de seus colaboradores, pois isso conota que não está cuidando dos seus liderados. E o que isso acarreta? Simples, cada um cuida do seu e ninguém se intromete na área de ninguém. Logo, os problemas continuarão crescendo.

 

Solução: É preciso que o líder e seus colaboradores adquiram maturidade para compreender que existe algo maior do que o próprio ego e encarar o feedback como uma proposta de crescimento e mudança. Todos estão ali para atingir uma única missão: fazer a empresa prosperar. Quando coloco o meu ego acima desta proposta, o resultado é simples: teremos um agrupamento de pessoas que só produzem um resultado – a estagnação.

 

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Fonte: livro “Resultado”, de Alexandre Prates- Integrare Editora

Saiba mais sobre o livro!

 


Xingar o funcionário X Elogio, reconhecimento e feedback

fevereiro 15, 2012

As lideranças, de uma forma geral, deparam-se diariamente com inúmeras situações em que, mais do que repassar informações, necessitam comunicar problemas e dar feedbacks, muitas vezes negativos.

Para a comunicação de situações problemáticas, o líder deve ser específico a fim de que as pessoas compreendam sobre o que ele está falando, mas sem críticas, caso contrário gerará comportamentos defensivos.

Para ser específico, o líder terá que:

• descrever o que era esperado, ou seja, o que deveria estar acontecendo ou o comportamento desejado;

• descrever o que observou e em que aspecto isso difere da sua expectativa; e

• perguntar o motivo pelo qual, na opinião das pessoas, o problema aconteceu.

Por fim, deve parar de falar para ouvir o que as pessoas têm a dizer, sempre valorizando a participação de cada um.

Muitas vezes, é tentador protelar o feedback negativo porque o líder sente-se desconfortável ao dá-lo. Mas o atraso reduz a clareza e a utilidade do feedback. Da mesma forma, amortecer a crítica com uma série de comentários iniciais também gera uma reação emocional negativa.

Fonte: trecho do livro “Endomarketing de A a Z – Como alinhar o pensamento das pessoas à estratégia da empresa”, de Analisa de Medeiros Brum – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.



Comece a ignorar os maus conselhos!

junho 6, 2011

Você já reparou que à medida que envelhecemos damos uma atenção cada vez maior às coisas que não conseguimos fazer, mais do que àquelas de que somos capazes? Uma pergunta. Você tem habilidades artísticas? Depois de fazer essa pergunta a milhares de pessoas constatei que apenas três em cada cem leitores acreditam, de fato, ter tais habilidades.

Lembre-se agora de quando você tinha 5 anos de idade. No meio de uma reunião entre alunos, professores e o diretor, este último diz: “Levante a mão quem tiver habilidades para artes”. O que aconteceu? Isso mesmo, todos levantaram a mão.

Então, o que ocorreu de os seus 5 anos pra cá? A resposta é simples: 11. Sim, o bom e velho 11 entrou no caminho. Por volta dos 11 anos você passou a frequentar a segunda parte do Ensino Fundamental. Um dia, você estava no meio da aula de Artes, totalmente concentrado em um desenho de frutas cuidadosamente arranjadas, lápis 2B na mão. Então, no meio do trabalho, no momento em que você delicadamente fazia a sombra de uma banana atrás de uma polpuda maçã, seu melhor amigo se colocou atrás de você, apontou para seu trabalho e disse: “Que droga isso aí…”.

Às vezes as pessoas não são muito boas em fazer comentários ou então não estão sendo sinceras no que dizem e em nenhum momento consideram as consequências do que dirão.”

 

Fonte: trecho do livro “Mude! – Como ajustar o seu ponto de vista e tirar o melhor de todas as situações”, de Michael Heppell – Integrare Editora


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