Sem meritocracia não há educação

setembro 28, 2012

Os pais não podem ter pruridos para colocar em prática a meritocracia – é essa a porção de amor que ficou faltando para esses jovens. Quando eles nasceram, ganharam um amor dadivoso, gratuito.

Não tinham mérito nenhum para recebê-lo, mas ganharam simplesmente porque são filhos. Quando tiveram idade para aprender, passaram a necessitar de outro tipo de afeto – o amor que ensina. Porém, toda vez que não colocaram em prática os ensinamentos que estavam recebendo, foram poupados do amor que exige – ou seja, os pais optaram por ensinar outra vez o que já haviam ensinado quando deveriam ter exigido que fizessem o que lhes for a ensinado.

Na época, os pais nem percebiam que estavam errando, talvez até pensassem que estivessem fazendo o melhor possível repetindo o ensinamento. A atitude de ensinar outra vez sem que o filho tente fazer o que aprendeu é negar a primeira lição, é não passar da primeira fase do aprendizado. Isso porque, ao ser exigida, a criança descobre na ação a sua responsabilidade. Quem nada faz, por nada responde.

 

            Promessas podem ser lançadas ao vento e palavras não supõem responsabilidade. O que realmente possui mérito é a ação prática, são os resultados.

 

Fonte: livro “Pais e Educadores de Alta Performance”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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A liberdade e os novos tempos

setembro 17, 2012

A liberdade é relativa, variando conforme as pretensões, porque não existe a liberdade absoluta. Quando se faz uma escolha entre duas situações, a que não foi escolhida ou se perde ou fica em segundo plano. Logo, o exercício da liberdade já envolve uma perda. No cotidiano, a liberdade está em fazer uma escolha bem adequada conforme as conseqüências pretendidas. A vida propicia tantas oportunidades que, se não houver responsabilidade, qualquer pessoa pode se desorganizar ou se perder.

A mente não possue fronteiras, e inteligente que somos, podemos realizar devaneios, desde que se transformem em sonhos com projetos de execução. Num inverno, com tempo coberto e frio, gostaríamos de estar numa praia aberta, com sol gostoso e céu azul. Mas é impossível viver as duas situações ao mesmo tempo. Podemos, entretanto, escolher entre ficar ou ir para um ou outro lugar. Uma vez na praia, a liberdade muda de figura.

Uma casa com crianças sem adultos que se responsabilizem por elas é um claro exemplo das conseqüências de liberdade sem responsabilidade. Os filhos desde pequenos têm de aprender a lidar com a liberdade responsável. A aquisição da responsabilidade é um aprendizado obrigatório e, quanto mais cedo os filhos aprenderem, tanto melhor viverão todos.

Todas as crianças adoram brincar. Num parquinho infantile elas podem ir ao brinquedo que quiserem, mas têm de aprender o que é usufruir dele e o que é correr o risco de cair, machucar-se, ferir outras pessoas, respeitar a sua vez de usar o brinquedo etc. Isto tudo com a presença dos pais – ou não.

Hoje, a criança com dois anos de idade fica longe dos seus pais: já freqüenta a escolinha (portanto está sob responsabilidade de outros adultos). Mesmo dentro de casa, os pais delegam a responsabilidade de cuidar das crianças para outros. Esses outros adultos (funcionários, babás, motoristas etc.) não são os responsáveis pela educação, pois detêm outras funções, também necessárias à vida das crianças. Porém, os pais deveriam ensinar seus contratados, em casa, a cumprir também os ensinamentos que eles mesmos dariam se com os filhos estivessem.

Por exemplo, a liberdade de brincar com seus próprios brinquedos implica cuidar deles. Faz parte dos cuidados guardar os brinquedos após acabar a brincadeira. As crianças não podem simplesmente sair correndo, largando todos os brinquedos no chão. Deve fazer parte da brincadeira o ato de guardar. Assim como os pegaram, as crianças têm condições de guardá-los. É dessa maneira que elas cuidarão de seus pertences na escolinha, na turma de adolescentes, nos negócios dos pais. Apesar de ser função dos contratados trazer a casa em ordem, babás e funcionárias não devem guardar os brinquedos. A função nova, agora, é lembrar as crianças de que elas mesmas têm que guardar os brinquedos.

Quanto à comida, é bom ter liberdade para escolher o que comer; mas, se a escolha dos filhos recair sobre batatas fritas e fast-food rapidamente elas podem sofrer de males clínicos e necessitarão de cuidados médicos. Quem arcará com essas consequências? É claro que são os pais. Ou seja, os filhos curtem a liberdade, mas quem arca com a responsabilidade são os pais. Enquanto forem bebezinhos, pode ser. Mas manter esse esquema com estudantes universitários?

Se para os filhos fica a liberdade de curtir a vida, fazendo somente as coisas de que gostam e as que lhes dão prazer, podemos perguntar: por que não usar drogas quando estiverem nas ruas, longe dos pais?

“A criança não sabe o que é liberdade pessoal. Simplesmente

faz o que tem vontade de fazer.”

Por isso, os pais deveriam determinar o que os filhos devem comer (porque podem comer aquilo de que gostam em outra hora). É uma responsabilidade que os filhos têm que desenvolver: cuidar do próprio corpo. Quem cuida do próprio corpo não se arrisca a usar drogas.

 

Fonte: livro “Disciplina – Limite na medida certa”, de Içami TIba – Integrare Editora

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Organizando a bagunça

setembro 7, 2012

Cada pessoa é única. Cada ser humano é composto de um conjunto de características que compõem sua personalidade. Elas não são fixas e determinantes, são plásticas e são como um pano de fundo para o nosso desenvolvimento, para a forma como vemos o mundo, como registramos os acontecimentos e o significado que damos às coisas.

Quanto mais estressados, mais essas características ficam claras. Quanto mais tranquilos estamos, mais elas se amenizam. Conforme nos apropriamos de nós mesmos e desenvolvemos nosso autoconhecimento, a intensidade dessas características passa a funcionar como termômetro de estresse e ansiedade.

Esses estereótipos nos ajudam a entender determinados funcionamentos, certas características, e a que ponto elas nos escravizam se perdermos o controle. Uma pessoa que tenha consciência de que tende a ser deprimida, por exemplo, poderá ter uma qualidade de vida melhor se reagir à depressão do que se acabar entregue a ela.

O autoconhecimento não ocorre por acaso, mas também não acredito que isso só seja possível a partir de ajuda profissional (psicoterapia). Creio que há certo nível de profundidade de autoconhecimento que realmente precise de um processo psicoterápico, mas ele pode começar com um olhar diferenciado para si, para os relacionamentos e para o contexto em que se está inserido.

Também não podemos ser onipotentes a ponto de achar que seremos capazes de neutralizar o ambiente. A vida não pode ser assim controlada e muito menos tão previsível. Podemos procurar amenizar as circunstâncias que geram dor intensa. Há um nível de sofrimento que se torna tão insuportável, que o corpo pede socorro, e sintomas começam a surgir. Quando a própria pessoa não consegue diminuir o sofrimento de forma satisfatória, deve procurar ajuda em pessoas próximas ou com um profissional (psicólogo ou psiquiatra, nesse caso).

Mesmo assim, nós, psicoterapeutas, muitas vezes, ficamos impotentes diante de determinadas situações.

Fonte: livro “Mulher sem Script”, de Natércia Tiba – Integrare Editora

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Networking corporativo

março 26, 2012

Atualmente o mundo corporativo se beneficia muito do networking. Originariamente usada para o trabalho, hoje seu uso foi ampliado para a rede de contatos que as pessoas têm uma com as outras.

Em qualquer canto, sempre há pessoas que podem nos fazer chegar às pessoas pretendidas com diferentes objetivos.

Basta que se tenha um bom networking. Hoje, uma pessoa vale também pelo networking que possui.

Hoje muitos recém-formados enviam milhares de currículos para empresas na esperança de serem chamados para o trabalho.

As empresas nem conseguem ler tantos currículos que chegam.

É aí que funciona bem o networking. Alguém que indique alguém. Saem ganhando o indicador, o indicado e a empresa contratante. O networking ajuda, mas ser selecionado depende da competência do indicado.

Agendamentos de consultas com bons profissionais liberais, constituições de empresa, fechamentos de negócio e tudo o mais que depender de relacionamentos humanos podem ser acelerados pelo networking. A união faz a força, diz um ditado popular brasileiro.

 

Fonte: trecho do livro “Família de Alta Performance”,  Içami Tiba  – Integrare Editora

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Filho, não grite…

fevereiro 27, 2012

O que uma criança detesta é que gritem com ela, mesmo que ela grite com os outros. Quando um filho gritar com a mãe, esta deveria se retirar e ir para um lugar fora do alcance dos olhos e da voz dele. Quando ela voltar, deve perguntar ao filho “Por que a mamãe foi embora?”. Na resposta, espera-se que surja a responsabilidade dele. E então ela poderia acrescentar: “… e todas as vezes que você gritar, eu vou sair de perto de você”. Porque só dizer não basta.

 

Entretanto, é comum a mãe perder autoridade pelo desgaste da convivência e pela intimidade abusiva que se cria, além de ela temer ser dura demais e traumatizar a criança.

 

 

Fonte: trecho do livro “Família de Alta Performance”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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O papel dos pais na educação escolar

fevereiro 1, 2012

Os filhos precisam do apoio de seus pais para alcançarem seu melhor

desempenho escolar e acadêmico. Sozinhos, nem sempre conseguem

a motivação, a disciplina e a força de vontade para realizarem seu potencial de forma plena.

Isso significa que a educação é um projeto de toda a família. Família é aquilo que nos é familiar, comum, que diz respeito a todos. Se um filho é bem-sucedido nos estudos, isso tem um impacto na vida dele, de seus pais e mesmo na sociedade, que no futuro poderá contar com uma pessoa mais bem preparada, um cidadão mais bem formado em seus valores e um profissional melhor.

Se um pai percebe que o filho tem atitudes contrárias a um bom desempenho — dorme tarde, não lê, não quer fazer as lições de casa — e deixa por isso mesmo, não tem o direito de se surpreender no final do ano. Essa atitude de descaso não é “um problema do filho” e sim uma questão de todos nós.

A vida é um ato contínuo, e as nossas ações têm consequências de complexidade e reverberação crescentes. A pessoa que somos na infância influencia o modo como chegamos à adolescência e o tipo de adolescente que somos impacta no tipo de adulto e de profissional que seremos.

Cada um cria filhos que irão impactar na vida de muitas outras pessoas, pois vivemos em uma enorme rede de interdependência social. Crescer em um ambiente sem pais participativos pode ser nocivo para o indivíduo e para toda a sociedade, é uma questão pública e não apenas privada.

 

 

Fonte: trecho do livro “Meu filho chegou à adolescência, e agora?”, de Leo Fraiman – Integrare Editora

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Uma rápida passagem pela teoria da comunicação

novembro 23, 2011

Comunicar é fazer a mensagem que uma pessoa deseja transmitir atingir o interlocutor com perfeição para que ele consiga entendê-la.

Simples e básico. Além dos fatores, três aspectos impedem os membros de famílias empresárias de ser receptores eficazes:

Fonte: Trecho do Livro “Empresa familiar – Construindo equipes vencedoras na família empresária”, de Eduardo Najjar – Integrare Editora

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