Trabalho em equipe: Ninguém vence sozinho (por Eduardo Almeida)

março 25, 2015

Apesar de o talento e a disciplina serem fatores importantes para um lutador subir ao cage, um exército de outras pessoas precisa dedicar meses a fio para sua preparação.

Uma boa equipe não estará completa sem técnico, preparador físico, preparadores em três modalidades de luta, nutricionista, médicos, fisioterapeuta, empresário, diversos sparrings (pessoas que treinam com o lutador) e uma legião de pessoas que torcem para o seu sucesso, os fãs. Ou seja, mesmo dentro da luta, a vitória de um indivíduo é fruto do trabalho de um time.

E, na vida, também é assim: cada momento de glória que uma pessoa vivencia significa anos de investimento de outros indivíduos. Por isso, diferentemente do mundo corporativo, é muito raro vermos, no cenário da luta, pessoas que se julgam as únicas responsáveis por suas vitórias, dentro do conhecido modelo “self‑made man”. A maioria delas sabe o quanto suas equipes batalharam para o seu sucesso.

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Fonte: livro “No caminho da vitória: as mais belas e importantes lições das artes marciais para o trabalho e a vida”, de Eduardo Almeida – Integrare Editora

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Líderes se qualificam pelo estado das equipes que lideram

novembro 21, 2012

Uma equipe de pessoas realmente preparadas para gerar sucesso na configuração atual não é apenas um grupo de seres humanos que trabalham juntos no seu pedaço do quebra-cabeça estratégico de uma organização, como uma máquina bem lubrificada e previsível. Os membros são os participantes de uma emocionante história em curso que produz grandes resultados e reforça a comunhão de propósitos e da interligação entre eles. O desafio é criar uma história absorvente, com capacidade de formar um compromisso excepcionalmente forte na equipe. Sem isso, os membros tendem a preencher as lacunas com suas próprias questões mesquinhas.

Grupos de trabalho podem ser formados em minutos, mas equipes que geram resultados positivos de forma consistente levam tempo e cuidado para ser formadas. Esse é o trabalho de um líder consciente e inspirador.

Observando o desempenho de equipes em empresas que ganharam o prêmio “Melhor empresa para trabalhar” ou outras desse nível, podemos verificar as várias dimensões que têm a ver diretamente com as atitudes e ações dos líderes:

» Formação de um senso de propósito para que as pessoas se sintam parte de algo importante.

» Criação de um espaço seguro no qual as pessoas sejam inspiradas a ir além de suas zonas de conforto.

» Construção de um ambiente de confiança.

» Manutenção do ânimo e do entusiasmo.

» Geração de resultados (se um líder não produz resultados, ele não é um líder).

» Criação de uma atitude de responsabilidade nos membros da equipe.

Talvez o último elemento seja o mais importante de todos.

Ele não só está ligado ao grau de compromisso, mas refere-se à capacidade de responder da melhor forma a tudo o que acontece.

Fonte: trecho do livro “O espírito do líder – Lidando com a incerteza permanente” de Ken O’Donnell – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

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Equipe de negócios e de Esporte

agosto 3, 2012

Resultados na gestão e no esporte são objetos de comparação óbvios. Nos negócios e nos jogos as equipes têm de adquirir quatro competências:

 

Entender as regras do jogo | Não adianta jogar futebol com as mesmas regras do rúgbi. Os jogadores receberiam um cartão vermelho na primeira jogada.

 

Entender as estratégias e táticas do jogo | Esperteza para apreciar as nuanças do jogo e saber quando e como atacar ou defender.

 

Entender a competição | Apreciar o que as outras equipes trazem para o jogo.

 

Entender a si mesmo e suas próprias habilidades | Autoconfiança no reconhecimento do próprio talento e do lugar que ocupa. Goleiro é goleiro, talvez não seja um bom centroavante. Isso implica reconhecer a contribuição de cada um para o sucesso do todo.

 

Essas são as comparações óbvias. Entretanto, a grande lição para os líderes de equipes de negócio ou de futebol é como trabalhar com e por meio de outros. Há uma palavra que aprendi nas minhas andanças pela Índia – onde já passei quase cinco anos da minha vida ao todo. Essa palavra é karan-karavanhar e significa “aquele que faz ou mostra, e o faz por meio de outros”. Aplicada à ideia de um líder com sua equipe, implica uma relação quase simbiótica entre ele e as pessoas com que e por meio de quem ele está trabalhando.

Fonte: livro “O espírito do Líder – Lidando com a incerteza permanente” de Ken O’Donnell – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

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