Lições para tempos turbulentos, por Ken O’Donnell

outubro 16, 2013

É muito melhor estar preparado para qualquer coisa que venha a acontecer do que planejar meticulosamente um futuro incerto.

Muito se fala em relação ao poder do pensamento para mudar o rumo de um indivíduo em um mundo complexo, mas o poder da vontade é ainda mais forte. Associado a

nosso potencial inato, torna-se irresistível!

Está na hora de parar de fazer de conta que podemos continuar insensíveis às necessidades de nosso planeta. A única utopia é acreditar que podemos caminhar rumo a um futuro melhor sem fazer transformações fundamentais na maneira como pensamos e agimos.

A crise mundial não é apenas uma questão de conservar e administrar recursos. É o espírito humano, que literalmente nos dá vida, que precisa de renovação. Quando o trabalho é movido por um propósito maior e imbuído de paixão, tanto os atos como o palco e os atores ganham nova vida.

Espiritualidade não é uma resposta simplista aos inúmeros problemas do mundo. É uma dimensão com capacidade de mudar nossas inclinações porque se encontra na raiz delas. Como Einstein nos alertou, não é possível resolver os problemas com a mesma mentalidade que os criamos.

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Fonte: livro “O espírito do líder – Lições para tempos turbulentos”, de Ken O’Donnell – Integrare Editora

 

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Dor de Cabeça – O que ela quer com você?

junho 14, 2013

Oscilamos de humor sempre. É uma característica universal de todo ser humano; se não há oscilação, o estado é doentio. Porém, as flutuações de humor têm de respeitar limites. Altos e baixos são fatores desencadeantes potentes da enxaqueca.

            A enxaqueca tem uma natureza bipolar; o próprio fato de estar com dor altera o humor, e a saída desse estado já o muda necessariamente. Mas é algo além disso. Ocorre, com uma certa frequência, na enxaqueca, uma oscilação do humor mais importante: o espectro bipolar.

            Antigamente conhecia-se o transtorno bipolar como grandes oscilações que alternavam da mania – com surtos desenfreados de compra, necessidade reduzida de sono, ego inflado, pressão por falar, exagero nas atitudes – para a depressão grave com tentativas de suicídio. Era conhecida como a psicose maníaco-depressiva. Mas os conceitos mudaram ao longo do tempo; ampliou-se o que se chamava de depressão bipolar, admitindo-se outras variações de menor grau e, atualmente, falamos no espectro bipolar. Achava-se que a depressão bipolar afetava apenas cerca de 1% da população, mas, quando a mesma população norte-americana da qual se extraiu esse número foi reavaliada pela US National Epidemiological Catchment Area, observou-se que o espectro bipolar afetava muito mais gente, 6,5% da população americana, o equivalente a 12 milhões de pessoas.

 

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Fonte: livro “Dor de Cabeça – O que ela quer com você?”, de Dr. Mario Peres. Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

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A busca dos fatos é mais eficaz do que tirar conclusões!

fevereiro 15, 2013

Talvez você conheça a história de um mestre zen que encontra um discípulo cheio de si: repleto de ideias, de conceitos e de crenças; inflexível e relutante em abandonar seus pontos de vista. O mestre, então, o convida a sentar e lhe prepara um chá. No estilo zen, o mestre serve o chá primeiro em sua própria xícara. A seguir, passa a servir o discípulo. Dessa vez, porém, vai além do limite: continua despejando o chá na xícara, até o líquido começar a transbordar. Em pânico, o discípulo exclama: “Mestre, o que você está fazendo?”. Calmamente, o mestre responde: “A xícara é como a sua mente. Você jamais será capaz de aprender coisa alguma a menos que a esvazie”.

            Eis a sabedoria antiga. A seguir, uma interpretação atual dessa história.

            Os órgãos relacionados aos sentidos – pele, olhos, ouvidos, língua e nariz – são instrumentos que usamos para percorrer nossa jornada ao longo da vida. Eles funcionam como receptores que nos fornecem informações sobre o mundo externo. Se deixássemos tudo a cargo desses órgãos, seríamos sobrecarregados de estímulos. Criamos, porém, uma maneira inteligente de impedir que sejamos sufocados pela avalanche de sensações. Buscamos aquilo que é interessante e a seguir generalizamos, apagamos e distorcemos as informações que recebemos. Simplificando: à semelhança de uma droga sintética, alteramos nossas experiências do modo que julgamos mais adequado.

            O problema é que nosso sistema de filtragem é influenciado pelos pensamentos. E, muito mais frequentemente do que imaginamos, eles são irracionais. Assim, tendemos a fazer generalizações sobre as pessoas e sobre suas características, alimentando as piores expectativas a respeito delas, apagando informações importantes a que deveríamos prestar atenção ou deturpando o sentido das palavras delas e reagindo de modo inapropriado.

            Mas a situação não para por aí. Fica ainda pior. Temos o mau hábito de buscar informações que endossem nossa forma de pensar. Assim, além de os pensamentos moldarem a realidade à nossa volta, eles também a confirmam – não importa o grau de distorção que tal realidade possa sofrer. Afora isso, é preciso admitir: estar com a razão produz uma sensação boa. Em consequência, normalmente evitamos as pessoas e as situações que não estão em sintonia com nossos pensamentos.

            Você já deve ter ouvido várias vezes a expressão: “Ver para crer”. Porém, seria mais exato dizer: “Crer para ver”. Pois sua percepção de mundo está sempre baseada nos pensamentos habituais – suas crenças. São elas que criam o mapa através do qual você determina o rumo de sua vida. Se tiver pensamentos saudáveis e racionais, eles o conduzirão aonde você deseja. Se tiver pensamentos pouco saudáveis e inflexíveis, pode contar com uma colisão certeira.

 

            Esse é o problema.

 

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Fonte: livro “Pura Sabedoria – Coisas simples que transformam o dia a dia” de Dean Cunningham. Integrare Editora

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Dor de Cabeça – O que ela quer com você?

fevereiro 8, 2013

Oscilamos de humor sempre. É uma característica universal de todo ser humano; se não há oscilação, o estado é doentio. Porém, as flutuações de humor têm de respeitar limites. Altos e baixos são fatores desencadeantes potentes da enxaqueca.

            A enxaqueca tem uma natureza bipolar; o próprio fato de estar com dor altera o humor, e a saída desse estado já o muda necessariamente. Mas é algo além disso. Ocorre, com uma certa frequência, na enxaqueca, uma oscilação do humor mais importante: o espectro bipolar.

            Antigamente conhecia-se o transtorno bipolar como grandes oscilações que alternavam da mania – com surtos desenfreados de compra, necessidade reduzida de sono, ego inflado, pressão por falar, exagero nas atitudes – para a depressão grave com tentativas de suicídio. Era conhecida como a psicose maníaco-depressiva. Mas os conceitos mudaram ao longo do tempo; ampliou-se o que se chamava de depressão bipolar, admitindo-se outras variações de menor grau e, atualmente, falamos no espectro bipolar. Achava-se que a depressão bipolar afetava apenas cerca de 1% da população, mas, quando a mesma população norte-americana da qual se extraiu esse número foi reavaliada pela US National Epidemiological Catchment Area, observou-se que o espectro bipolar afetava muito mais gente, 6,5% da população americana, o equivalente a 12 milhões de pessoas.

 

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Fonte: livro “Dor de Cabeça – O que ela quer com você?”, de Dr. Mario Peres. Integrare Editora

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Um bom ponto para refletirmos!

janeiro 21, 2013

Parece óbvio, mas formalizar metas ajuda bastante. O simples fato de escrevê-las num pedaço de papel aumenta muito seu compromisso de batalhar por elas. Assim, tendo um plano, no final do ano você poderá fazer a sua retrospectiva – o que alcançou? O que ainda não deu certo? – e reiterar suas metas para o ano seguinte.

 

“O que fiz não me interessa. Só penso no que ainda não fiz.”

Pablo Picasso (1881-1973)

 

            Mas tome cuidado para que esse plano não vire uma obsessão. Se isso acontecer, o resultado pode ser outro. É preciso equilíbrio nas nossas ambições, ou corremos o risco de nos tornar escravos delas.

           A obsessão por metas é uma força que nos mantém tão envolvidos em alcançar objetivos que chegamos a sacrificar nossos propósitos mais importantes, informa o especialista em gestão Marshall Goldsmith, no livro Reinventando o seu Próprio Sucesso. Nessa hora, podemos colocar tudo a perder. Por causa de uma visão equivocada do que queremos em nossas vidas, nos iludimos achando que seríamos mais felizes se tivéssemos mais dinheiro, menos peso ou se recebêssemos uma promoção, e corremos atrás dessas metas sem cessar. E aí pagamos um preço alto, alerta Goldsmith: negligenciamos nossas famílias, nossos entes queridos, nossos sonhos, ignoramos o verdadeiro sentido que nos move em tudo.

           Outro tipo de obsessão resulta da visão, também equivocada, do que os outros esperam de nós, acrescenta Goldsmith. É como aquele chefe que aumenta as suas metas e você, para superá-las, sai como um louco atropelando tudo e todos. No fundo, o que você realmente quer é agradá-lo. Goldsmith conclui que buscas honestas por objetivos difíceis definidos por terceiros podem nos transformar em trapaceiros.

Bom ponto para refletirmos!

 

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Fonte: livro “Será que é possível? Aprendizados, histórias e resultados na busca da harmonia entre vida profissional, pessoal e espiritual”, de Sergio Chaia – Integrare Editora

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Falar menos e escutar mais

dezembro 3, 2012

Às vezes,  embriagados pelo som das nossas próprias vozes, falamos, argumentamos e discutimos, sem perceber que não damos aos outros oportunidade de fazer o mesmo. A comunicação entre duas partes é um processo bilateral.

Muitos dos problemas que existem nos relacionamentos surgem da incapacidade de dialogar — que implica falar e  ouvir. Uma discussão verbal entre duas pessoas acaba se tornando, de fato, dois monólogos.

A comunicação deve ser algo tão simples quanto comer, dormir e vestir-se. Ela une-me ao mundo que me rodeia, às pessoas com quem convivo.

Não se resume apenas às palavras, pois adentra o campo dos pensamentos, das vibrações, dos olhares e dos gestos, da postura, enfim, de tudo o que pode emanar/captar algo.

Quando estou expressando algo, preciso me concentrar em:

1.  O que estou comunicando está claro para mim?

2.  A maneira pela qual me comunico é a ideal?

3.  Comunico-me de modo que o outro entenda?

4.  Estou aberto para receber o feedback  ou a reação do outro?

 Reflexões para uma vida plena_Ken O'Donnell_Integrare Ed

Fonte: livro “Reflexões para uma vida plena”, de Ken O’Donnell – Integrare Editora

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Saber se dobrar sem se quebrar

setembro 5, 2012

É impossível  construirmos um relacionamento de respeito com os outros se as duas partes estão esperando que a outra respeite primeiro: “Eu sou fulano! Eles precisam me respeitar”.

Por mais importante que eu considere o meu papel, a minha experiência ou as minhas qualidades, no momento de intercâmbio humano somos iguais, com os mesmos direitos — de amar e ser amado.

 

          Se sou arrogante demais, o relacionamento não aguenta por muito tempo e se rompe. Por outro lado, se sou humilde demais, posso estar simplesmente encorajando as ilusões do outro. Nesse caso, eu me machuco.

 

O caminho do meio é o do autorrespeito, no qual as qualidades positivas dos dois convivem em harmonia, e as negativas são tratadas com maturidade.

 

Fonte: livro “Reflexões para uma vida plena”, de Ken O’Donnell – Integrare Editora

 

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