Para a criação de energia!

outubro 17, 2012

Aqui está o melhor guia (em minha opinião) para queimar calorias e manter-se em forma (baseado em rápidas pesquisas na área médica e compartilhado aqui somente porque funciona em meu caso).

 

Dê o primeiro passo: Não importa como, mas comece. A espera pela matrícula na academia, pelo programa de exercícios perfeito ou por uma solução metabólica feita sob medida para você não passa de uma desculpa para não se movimentar.

 

Busque a variação: Encontrei um senhor de 80 anos que era capaz de fazer 200 flexões. O problema: este era o único tipo de exercício que ele sabia fazer. Você irá deparar com experts que alegam que o método deles é o melhor ou o único para manter-se em forma. Recomendo que você teste vários deles até encontrar o tipo de exercício que lhe agrada mais e que funciona em seu caso particular. Numa semana típica, posso fazer uma corrida de 10 km e uma de 4 km, acompanhar a série de exercícios em DVD de Davina McCall (brilhante, e minha predileta) e dois ou três exercícios da série de Paul Mort, a fim de queimar calorias. Se tenho bastante tempo livre, minha sessão leva de 30 a 45 minutos. Se estou com pressa, faço cinco minutos.

 

Exercite-se ao lado de alguém: Sempre faço isso ao lado de minha esposa. Eu a estimulo e ela certamente me motiva. Quem mais pode lhe dar uma dura se você decidir pular um dia?

 

Faça alongamentos: Eu não gostava de me alongar, achava isso uma perda de tempo. À medida que fui melhorando minha forma física e meus músculos cresciam, fui colecionando pequenas contusões. Isso parou de acontecer quando aprendi a me alongar da maneira correta.

 

Mantenha a postura: Ter uma postura adequada irá melhorar todos os aspectos de sua vida. Marque uma consulta com um osteopata ou um quiroprata e pergunte a eles o porquê.

 

Beba muita água: Comece bebendo 1,5 litro por dia. Fazer exercícios quando o corpo está desidratado provoca um desgaste desnecessário para o organismo.

 

A alimentação consiste em 80%: Por mais que eu tenha exaltado os benefícios do exercício físico, lembre-se de que cerca de 80% do ganho ou da perda de peso deve-se à alimentação.

 

Fonte: livro “Mude! Como ajustar seu ponto de vista e tirar o melhor de todas as situações”, de Michael Heppell – Integrare Editora

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Ai, que preguiça!

maio 16, 2011

Caro leitor, você tem três alternativas para dizer de quem é a frase acima: (a) de Macunaíma, o herói sem caráter do Mário de Andrade, que se nega a levantar da rede; (b) do seu sobrinho adolescente, quando recebe uma ordem expressa para arrumar o quarto; (c) de qualquer ser humano diante de uma tarefa que não lhe dá prazer ou que ele considera inútil.

Se você respondeu (d) todas as anteriores, parabéns! Você acertou. A preguiça é companheira de todos nós, e não apenas dos adolescentes e dos macunaímas da vida. Ela é comum, constante e diária. Ela é uma espécie de defesa contra a realização de trabalhos ou atividades, e ocorre porque temos um comando central que insiste em economizar energia. Esse mecanismo é uma herança de nossos ancestrais — na época deles, era muito difícil abastecer a despensa.

Quanto menos energia gastarmos, menos necessidade teremos de ir à luta, caçar ou saquear. E, como essas coisas têm lá seus perigos, é prudente evitá-las. É melhor ficar descansando, economizando energia para as necessidades vitais. Daí surge a tal da preguiça, sussurrando em nosso ouvido para que fiquemos quietinhos, fazendo, de preferência, absolutamente nada.

Atualmente não precisamos mais mobilizar grandes esforços físicos para obter alimento. Basta ir à geladeira ou, no máximo, ao supermercado. Desenvolvemos uma organização social que tem como virtude e objetivo facilitar a vida do ser humano. Temos ao alcance de nossas mãos — e de nosso dinheiro — as benesses da ciência, a tecnologia, os serviços prestados por profissionais que ganham para isso, a organização e os métodos que reduzem esforços, e assim por diante. É assombrosamente mais simples viver hoje do que na época de nossos avós, por exemplo (o que, para a História, não significa nada — é apenas um instante transcorrido).

Imagine a trabalheira que se tinha para, por exemplo, simplesmente viver, quando o Brasil foi descoberto. Como não havia refrigeração, os alimentos não podiam ser armazenados a não ser com a adição de especiarias, e por um período muito mais curto do que é possível hoje. A tecnologia de comunicação era o mensageiro, a de transporte era o lombo do animal, a de aquecimento era a lenha. Isso sem tentar explicar o que era viver sem água encanada e sem esgoto.

Certa vez, em Portugal, visitei o castelo em que vivia Dom João VI antes de mudar-se com a corte para o Brasil, fugindo de Napoleão. Foi quando conheci o verdadeiro trono, que lhe fazia uma imensa falta no Rio de Janeiro de 1808. É uma cadeira ornada, com os braços almofadados, as armas imperiais ostentadas no espaldar e — imagine só — um buraco no assento. É isso mesmo que você está pensando: trata-se de um “trono sanitário”, cujo recipiente inferior, após o uso real, devia ser esvaziado por um servo especializado. Sinceramente… ai, que preguiça!

Fonte: trecho do livro “Caminhos da Mudança – Reflexões sobre um mundo impermanente e sobre as mudanças “de dentro para fora”, de Eugenio Mussak – Integrare Editora


Ioga e sexo: um corpo mais disponível

abril 28, 2011

Sexo faz parte até da Bíblia, mas não é assunto que se veja muito nos livros de ioga. Na verdade, a maioria quando vai até esse ponto, onde nem todos chegam, é para mencionar o controle do desejo, quase uma abstração do assunto. Mas, vamos falar francamente, é coisa rara um abnegado que espere alcançar a iluminação através da castidade – pelo menos em nosso mundo.

Quem procura a prática normalmente vai em busca de melhora física e eventualmente mental. Acaba encontrando outros aspectos e de quebra uma grata surpresa, que pode incluir melhora do desempenho sexual, já que além da onipresente respiração, os músculos internos diretamente envolvidos no caso também são trabalhados, como o períneo. Não que o objetivo primordial seja esse, é apenas uma espécie de bônus e dos mais agradáveis. E os asanas são capazes de soltar a imaginação para performances nunca imaginadas. Qualquer dúvida é só lembrar as imagens do Kama Sutra e suas exóticas posições sexuais – exóticas para nós, bem entendido.

Sexualidade é uma energia da qual dispomos para conhecer e amar, abertura para um diálogo mais amplo e profundo. Estresse e problemas traduzem-se em irritação e, defi nitivamente, esse não é o jeito ideal para encarar sexo. Ioga relaxa tanto a mente quanto o corpo, permite desfrutar melhor das sensações. Isso pode transformar principalmente os apressadinhos, alvos de grandes queixas, em tipos mais controlados e com maior capacidade de usufruir da relação. É aquela velha história de curtir o caminho em vez de procurar chegar ao destino rapidamente.

Fonte: trecho do livro “Ioga alem da prática – Teoria, exercícios e bate-papo com profissionais que utilizam a Ioga como fonte de juventude, sexo e emagreciento”, de Ruth Barros e Mario Amercio – Integrare Editora 


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