As novas regras para a marca social

agosto 29, 2012

O novo mundo para a marca social está repleto de possibilidades interessantes, assim como desafios. O marketing sofreu grandes mudanças, influenciado por muitos fatores – desde o poder cada vez maior do consumidor até o desaparecimento dos limites geográficos, a perda de controle e a necessidade de se expor muito mais.

Eu descrevi alguns fatores que, na minha opinião, representam grandes mudanças para a marca social de hoje. No entanto, uma coisa que não mudou é o poder e a necessidade de ideias geniais. Uma das principais funções do marketing sempre foi e continuará sendo a geração de ideias poderosas, que cativam os consumidores.

Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

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Jovens para Sempre!

agosto 13, 2012

Talvez não seja nenhuma novidade afirmar que o mundo está em transformação, tampouco que a mudança, cada vez mais rápida e intensa, impacta os seres humanos e seus relacionamentos diretamente.

Todos nós estamos inseridos nesse turbilhão de mudanças, independentemente da geração a que pertencemos, mas houve um destaque especial nos últimos anos com respeito a uma geraçãpo específica, a Geração Y.

Inicialmente, procurava‑se rotular essa geração e apresentar muito mais as características chamadas “negativas” do que buscar um entendimento mais amplo sobre o que faz os jovens de hoje serem como são.

Quando conheci Sidnei Oliveira, tive a feliz oportunidade de abordar esse tema sob um olhar diferente. Ele já dizia que as pessoas, a sociedade e as organizações deveriam passar a estudar o que estava ocorrendo às gerações e aprender a potencializar os resultados para os campos profissional e pessoal.

Estamos vivendo mais tempo e é imperioso entender como isso nos afeta, buscarmos analisar por meio de dados estatísticos o que está mudando e qual a tendência.

Os papéis já não são os mesmos, sejamos nós pais, filhos, educadores e/ou gestores de pessoas. Os diversos ciclos de nossa vida variam de geração a geração e é a partir do entendimento do que está acontecendo no mundo, suas mudanças e suas consequências, que poderemos ser reais agentes de mudança.

Nos capítulos deste livro, não somente encontraremos respostas a muitas questões que nos intrigam com relação aos conflitos geracionais, mas também um celeiro rico de aprendizagem para os jovens de todas as gerações.

Estando abertos ao aprender e sendo flexíveis para lidar com a complexidade dos dias em que vivemos, estaremos cada vez mais perto de alcançar um objetivo comum de todas as gerações, a Felicidade!

 

Paulo Amorim

Diretor de Recursos Humanos para a América Latina da Dell

Fonte: prefácio do livro “Jovens para Sempre – Como entender os conflitos de gerações”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora

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Transparência radical

julho 30, 2012

 

Se eu tivesse que escolher uma palavra como diretriz para administrar um negócio nesta nova era, seria “transparência”. E a pesquisa entre os líderes das empresas, na qual 67% acreditam que o sucesso empresarial se baseia na transparência corporativa, apoia isso. As empresas que são transparentes, autênticas e rápidas estarão melhores em todos os níveis e em uma posição mais fortalecida para enfrentar a terceira idade.

No mundo antigo, as pessoas com mais poder eram aquelas que tinham mais informações. Elas mantinham essas informações para si mesmas, exceto se a divulgação servisse aos seus propósitos. As grandes instituições podiam dizer coisas distintas a diferentes grupos de pessoas; investidores, funcionários e consumidores recebiam mensagens diferentes, que podiam ser mantidas com tais diferenças. Isso já não é possível porque agora todos podem ver tudo.

E, à medida que entramos em uma nova década, as mudanças podem ser sentidas: agora, as pessoas com mais poder são aquelas que mais compartilham. As informações estão em toda parte e podem ser acessadas por praticamente qualquer um. A hipocrisia e a incoerência são certamente desmascaradas. O anonimato não é uma opção.

 

Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

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O desempenho no passado não é garantia de sucesso no futuro

julho 20, 2012

Sim, os líderes empresariais têm uma série de dúvidas. Meus clientes e consumidores vão realmente valorizar a minha empresa por isso? E o conselho diretor? Os meus acionistas, também?

Basicamente, creio que sim. O risco de ser uma das empresas punidas na ‘Era dos Danos’ é muito maior que o desafio de mudar e ser uma empresa melhor.

“O desempenho do passado não é garantia de sucesso no futuro” é o aviso escrito em todos os comunicados da indústria de serviços financeiros na última década, e para o futuro do mundo dos negócios isso é mais verdadeiro que nunca.

Progressos importantes e substanciais já estão sendo feitos. Uma geração de líderes visionários entendeu a necessidade e a oportunidade de mudança. Pessoas que eu chamaria de “capitalistas de sangue verde” estão conduzindo esta revolução.

 

Sim, eles querem fazer o bem, mas também querem prosperar. Eles compartilham a crença de que uma empresa pode ser bem-sucedida e responsável ao mesmo tempo.

Uma das coisas mais emocionantes e animadoras é que a maioria desses líderes dirige grandes empresas. Então, enquanto no passado as boas intenções ficavam restritas às ONGs e empresas de pequenos negócios, atualmente são algumas das maiores empresas do mundo que estão dando o exemplo. E, sem dúvida, quanto maior a empresa, maior o impacto positivo que ela é capaz de causar.

Você não pode compartilhar prejuízos mas, quanto maior o lucro, maior o bem que você pode fazer. Considerando-se a dimensão de algumas multinacionais e a qualidade de sua administração, seu potencial para exercer um impacto positivo é imenso.

À medida que esses líderes mostram o caminho e são apoiados por gente como Warren Buffett e Bill Gates – através de sua filantropia bem pública – ou pelos novos empreendedores sociais, com seus modelos de negócio baseados em franqueza e transparência, o restante do mundo empresarial acompanhará.

Você pode agarrar a oportunidade para se destacar da concorrência através de uma conduta correta, mas só se conseguir superá-la nesse quesito. Encontre o seu conceito de empresa social (Social Business IdeaTM) antes dela!

As empresas socialmente responsáveis vão se sair melhor não só porque os consumidores vão reconhecer isso e se tornar poderosos defensores da marca e da empresa, mas também porque os profissionais mais talentosos vão querer trabalhar para elas.

 

O conceito de lealdade do empregado vai se tornar cada vez mais importante no futuro, à medida que uma nova geração de trabalhadores leva seus valores ao local de trabalho – a fidelidade às empresas será impulsionada cada vez menos por incentivos financeiros e recompensas e cada vez mais por valores compartilhados e orgulho da contribuição social que a empresa está dando.

Ao conversar recentemente com um professor da Universidade de Harvard, ele disse que a maioria de seus alunos mais inteligentes não queria mais ir para os setores bancário, empresarial ou jurídico; eles desejavam trabalhar em organizações como a Teach for America, pois fazer o bem tornou-se para eles tão importante quanto ganhar dinheiro. Na verdade, 70% dos jovens da geração Y equiparam uma carreira de sucesso com um trabalho significativo para eles. Este foi também o fator número um de classificação, ainda acima de “salários mais altos”, na pesquisa de Carreiras da Geração Y no Futuro, realizada pela Harris Interactive.

 

Fonte: livro “Empresas que cuidam Prosperam – Por que negócios que fazem o bem são melhores negócios” de David Jones – Integrare Editora

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Lançamento – Capital Intantível: Guia de melhores práticas para a avaliação de Ativos Intangíveis

julho 13, 2012

No mundo atual, uma empresa pode ser reconhecida pelos bons produtos e serviços que oferece ao mercado e assim atingir um número maior de consumidores, mesmo quando seus preços são mais altos do que os da concorrência. Como essas empresas alcançaram essa situação tão desejada? Provavelmente são empresas que identificaram e dominam os seus valores materiais e imateriais (os ativos intangíveis).

Com linguagem simples e objetiva, Capital Intangível busca levar aos leitores o conjunto das melhores práticas para a avaliação econômica de ativos intangíveis na visão do pioneiro e especialista na área, com mais de 17 anos de experiência, José Roberto Martins.

Estabelecer o preço ou o valor de um negócio na sociedade do conhecimento só tem sentido quando as principais variáveis envolvidas forem conhecidas e dimensionadas, sejam elas ligadas a fatores objetivos ou subjetivos. O intuito deste livro é mostrar como é feita a avaliação das variáveis ligadas aos ativos intangíveis para um resultado mais próximo da realidade.

Além da explicação terórica, o texto contém inúmeros exemplos e explicações, e é finalizado com alguns exercícios práticos para uso recorrente. Um verdadeiro guia para facilitar a avaliação dos ativos intangíveis.

 

Fonte: livro “Capital Intangível – Guia de melhores práticas para a avaliação de Ativos Intangíveis”, de José Roberto Martins – Integrare Editora

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Ativos Intangíveis

julho 10, 2012

O cenário atual, permeado por barreiras como instabilidade financeira, competitividade acirrada e regulamentação abusiva, exige que as companhias busquem constantemente diferentes formas para se destacar no mercado. A tarefa, entretanto, não é das mais fáceis e gera dúvidas que frequentam as mesas de reunião de executivos e CEOs. Entre os questionamentos estão, por exemplo, como inovar para obter mais lucro? E ainda: como ser uma empresa diferenciada e valorizada ao mesmo tempo?As respostas para essas e outras dúvidas estão na administração dos Ativos Intangíveis e na capacidade das empresas os identificarem, quantificarem e gerenciarem.

 

Para quem ainda não está familiarizado com o termo “Ativo Intangível”, cabe uma explicação: Ativo  Intangível é tudo aquilo que não tem um valor claramente definido, expresso em uma nota fiscal ou no balanço patrimonial. Exemplos são o poder intelectual, o gerenciamento de riscos, a capacidade de inovação, iniciativas socioambientais e, sobretudo, a marca, ou simplesmente a reputação empresarial.

 

Segundo José Roberto Martins, as marcas são, sem dúvida, os ativos intangíveis mais conhecidos e reconhecidos. Hoje, inúmeros recursos e métricas estão disponíveis para o julgamento de marcas.

 

Martins destaca o caso da Sadia, marca que considera valiosa não apenas por seu logotipo, mas pelos produtos que quase todos os brasileiros reconhecem. Há por traz desse patrimônio questões que envolvem distribuição no varejo, recursos exclusivos e capacidade de inovação – questões que, muitas vezes, os consumidores sequer imaginam e que ultrapassam os balcões de supermercados e padarias.

 

 

Fonte: livro “Capital Intangível – O guia de melhores práticas para a avaliação de Ativos Intangíveis”, de José Roberto Martins – Integrare Editora

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A Era da Imagem: muitos ainda estão nela e fingem se preocupar com a sustentabilidade

junho 4, 2012

A primeira era – a Era da Imagem – durou de 1990 a 2000, aproximadamente. As empresas aproveitaram o crescente interesse sobre como elas conduziam suas relações e o que apoiavam, principalmente no contexto ambiental, para criar novas estratégias.

Tais estratégias, de modo geral, visavam estabelecer ou modificar a imagem da empresa na mente do consumidor, em vez de realmente mudar a maneira como as coisas eram feitas. Como diz a tira cômica de Dilbert: “Nós não fizemos isso para ajudar o planeta; fizemos para parecer o tipo de empresa que se preocupa com esse tipo de coisa”.

Os termos greenwashing e nicewashing foram cunhados para descrever tentativas cínicas das empresas de enganar o público a respeito de seu desempenho ambiental e dos compromissos éticos.

Em 1992, o Greenpeace publicou um relatório brutal intitulado The Greenpeace Book of Greenwash, que expôs empresas como a DuPont, General Motors, Shell e Dow Chemical, entre outras, por apropriarem-se de termos ambientais e usá-los para seus próprios fins. Apesar disso, algumas empresas continuaram a melhorar suas imagens de maneira cosmética, com ações e campanhas de marketing que não refletiam necessariamente a realidade.

 

Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

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