Dica: comportamento gera comportamento! Por Douglas Miller

agosto 16, 2013

Cerca de 80% das pessoas que você conhece na vida vão oferecer-lhe relacionamentos satisfatórios e produtivos. Com outros 5% será o contrario: não importa o que você fizer, jamais terá um convívio feliz com elas. É fácil ter confrontos emocionais com essas pessoas, mas, com toda a honestidade, é mais fácil e um uso mais produtivo do seu tempo simplesmente cortar os laços.

✤ Lembre-se de que o mundo abrange 7 bilhões de personalidades únicas e interessantes (isso não significa que você tem de gostar de todas elas) em vez de uns poucos estereótipos genéricos.

✤ Use a audição compromissada e perguntas para compreender os “mundos” internos das outras pessoas.

✤ Na vida, existem apenas umas poucas pessoas com que, não importa o que você faça, simplesmente não vai conseguir se relacionar razoavelmente. Não se preocupe com isso. Use a sua energia remanescente para contorná-las.

✤ Há um grupo maior (uns arbitrários 15% daqueles com os quais você depara) com que, se estiver preparado para trabalhar a questão, poderá desenvolver um relacionamento produtivo – ainda que vocês não sejam exatamente amigos.

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Fonte: livro “A sorte como hábito – O que pensam, sabem e fazem as pessoas que têm sorte no dia a dia”, de Douglas Miller – Integrare Editora

 

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Deixemos de lado as desculpas esfarrapadas!

julho 25, 2012

Ocorre algo verdadeiramente libertador quando se para de inventar desculpas. A necessidade de justificar as ações (ou a falta delas) é significativamente reduzida. As pessoas passam a ver um outro lado seu, e você notará que elas reagem de modo diferente e mais positivo.

O melhor vem a seguir.

 

Pare um instante e pense no que direi a seguir. Certa vez, tive uma chefe divertida (digamos que incomum, mas não tão bem-humorada), para quem e em nome de quem eu vivia inventando desculpas. Como eu não queria deixá-la zangada, não podia dizer a verdade. Eu vivia me metendo em encrencas por causa disso. Então, um dia, num momento em que eu hesitava para falar, ela me olhou diretamente e disse: “A verdade é libertadora”.

Essas palavras ficaram ecoando na minha cabeça por alguns momentos. Então, respirei fundo e lhe disse a verdade. Ninguém jamais havia lhe dito nada sobre os problemas que ela criava, e de que modo eles afetavam as pessoas. O clima ficou um pouco pesado, mas assim que as nuvens se dissiparam, ela me agradeceu.

 

Deixemos de lado as desculpas esfarrapadas!

 

 

Fonte: livro “Mude! – Como ajustar seu ponto de vista e tirar o melhor de todas as situações”, de Michael Heppell – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

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Algumas dicas para uma boa apresentação pessoal, seja por meio de currículo seja durante uma entrevista

maio 5, 2011

• Seja original.  Abandone o currículo que você utiliza, principalmente se ele está baseado em modelos encontrados em sites da internet.  Utilizar currículos em forma de formulários, normalmente comprados em papelarias, é jogar dinheiro e tempo no lixo. Não cometa esse pecado!

• Seja objetivo. Resuma ao máximo o que pretende dizer, mas não se sinta pressionado a ficar em silêncio ou a escrever todo o currículo em apenas uma página. Se para contar a sua trajetória forem necessários mais tempo e páginas, utilize-os sem preocupação, mas sempre com objetividade.

• Seja contemporâneo. Não exagere no estilo das roupas, nem tente mostrar estilo de vanguarda. Se você gosta de tatuagens e tem orgulho de mostrá‑las o tempo todo, certifique‑se de que não está tentando arrumar emprego em um escritório de advocacia ou em um banco.  No caso do currículo, lembre‑se de que ele é um documento sóbrio. Portanto, nada de desenhos, gravuras, ilustrações, molduras, bordas, fadinhas, sinos, mensagens religiosas etc.

• Seja encontrado. No currículo, coloque em lugar de destaque seu nome, endereço, e‑mail, telefones e endereços de blogs, twitter e perfis em sites de redes sociais. Não se preocupe em divulgar esses perfis, pois eles serão encontrados de qualquer forma.

• Seja conectado. Ter intimidade com a tecnologia é uma característica de todo jovem profissional, por isso não há por que apresentar os conhecimentos no pacote “Microsoft Office”, “Windows” e “internet” como qualificação especial.  Só devem ser mencionados os conhecimentos específicos no uso de algum software se ele realmente for diferenciado e se você estiver concorrendo a uma vaga que exija essa qualificação.

• Seja coerente. Tenha certeza de que sua vida virtual será acessada. Por isso, muita atenção ao que publica em seus perfis em redes sociais. Não adianta apresentar‑se na entrevista como uma pessoa discreta e reservada, enquanto tem publicadas em seu perfil fotos em que você realiza performances acrobáticas com bebidas ou atua como personagem principal em baladas e festas.

• Seja maduro. Não dá para acreditar na seriedade de alguém que utiliza um endereço de e‑mail do tipo “badboy12@mail.com” ou “gatamimosa21@mail.com”. Tudo o que se publica na internet recebe o status de domínio público.  O conselho parece redundante, mas vale lembrar: se quer que algum aspecto de sua vida pessoal seja mantido de forma privada, então não publique, não a torne virtual.

• Seja verdadeiro. Em essência, o avaliador tem o interesse de identificar a pessoa correta para a posição certa, por isso mentir ou exagerar em qualificações. Se algum fato precisar ser comprovado e ele for falso, seu conceito receberá a pior avaliação possível, que é a de falta de caráter. Para isso, não há solução nem emprego.

Fonte: trecho do livro “Geração Y – Ser potencial ou ser talento? Faça por merecer”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora


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