Desprendimento (por Dean Cunningham)

janeiro 2, 2015

Em grande parte, o sofrimento humano ocorre pelo fato de não sabermos praticar o desprendimento. Ficamos agarrados a pensamentos e experiências desagradáveis quando deveríamos nos esquecer deles. Ou então tentamos resolver os problemas emocionais reprisando na mente, repetidamente, o episódio que desencadeou aquelas emoções. Porém, com esse esforço acabamos perpetuando o sofrimento em vez de melhorar a situação. Precisamos deixar tudo isso para trás, permitindo que os sentimentos ruins desapareçam naturalmente – no fim, é o que acabará acontecendo.

Não permita que suas experiências desagradáveis afetem seu ritmo. Aprenda a desapegar-se de pensamentos pouco saudáveis. Lembre-se: você não será capaz de desfrutar o agora se continuar pensando em todas as coisas ruins que lhe aconteceram ontem.

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Fonte: livro “Pura Sabedoria – Coisas simples que transformam o dia a dia”, de Dean Cunningham. Integrare Editora

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FOCO: separa o lugar onde você se encontra agora daquele onde deseja chegar! Por Dean Cunningham

setembro 12, 2014

Há inúmeras coisas na vida que nos tiram do foco. Porém, para terminar as tarefas, precisamos ser capazes de manter a atenção. É incrível o tempo que passamos pensando no passado ou nos preocupando com o futuro. A atenção dispersiva nos torna improdutivos. Se pensamos e fazemos várias coisas ao mesmo tempo, nenhuma delas acaba sendo bem-feita. Se queremos dar o nosso melhor e alcançar os objetivos mais importantes, devemos estar totalmente concentrados na atividade que estamos desenvolvendo.

O importante é voltar o foco para uma única tarefa. Quando você é capaz de centrar-se no presente, pode dirigir total atenção àquilo que está realizando; assim terá desenvolvido uma importante habilidade.

Nos esportes, o foco é o que distingue os amadores dos profissionais. Na área profissional, ele diferencia os trabalhadores comuns dos líderes. Na vida, o foco separa o lugar onde você se encontra agora daquele onde deseja estar. Se sua capacidade de concentração é pequena, jamais conseguirá manter-se numa tarefa por tempo suficiente para ser bem-sucedido. Estará constantemente pulando de atividade em atividade, de projeto em projeto, de um interesse a outro, sempre ocupado, mas nunca realizando algo de valor.

O seu objetivo deve ser realizar toda e qualquer atividade com precisão, momento após momento, e quando bem desejar. Isso não é fácil. É da natureza da mente ficar saltando de um ponto a outro. Porém, por meio da prática, você poderá aprender a interromper essa atividade mental – aumentando a capacidade de centrar a atenção numa só coisa por mais tempo. Assim, ficará mais relaxado, pensará com mais clareza e enxergará a solução para os problemas com mais facilidade.

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Fonte: livro “Pura Sabedoria – Coisas simples que transformam o dia a dia”, de Dean Cunningham. Integrare Editora

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Você é meticuloso? Entenda se isso é bom ou ruim… por Dean Cunningham

fevereiro 27, 2014

Ser meticuloso significa prestar atenção aos pequenos detalhes. Como me disse, certa vez, um campeão mundial de caratê extremamente bem-sucedido, a atenção aos detalhes é o que nos distingue dos demais.

Quer obter uma conquista rápida? Fique atento aos detalhes. Há sempre algo que pode ser feito em relação a eles. Isso é uma coisa que você é capaz de melhorar instantaneamente. É como colocar uma gravata: um pequeno ajuste faz toda a diferença. Assim, procure melhorar as pequenas coisas. Faça o que é possível. Dessa forma, terá mais energia e a sensação de que, de fato, está atingindo seu objetivo.

Em todos os trabalhos ou desempenhos

excepcionais, a excelência sempre

está nos menores detalhes.

 

Todos sabem que o segredo para obter qualidade em cada detalhe de seu trabalho é fazer bem as pequenas coisas. Exatidão. Atenção aos detalhes. Perfeição. Isso é ser meticuloso.

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Fonte: livro “Pura Sabedoria – Coisas simples que transformam o dia a dia”, de Dean Cunningham – Integrare Editora Editora

 

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Você é meticuloso? Entenda se isso é bom ou ruim… por Dean Cunningham

dezembro 6, 2013

Ser meticuloso significa prestar atenção aos pequenos detalhes. Como me disse, certa vez, um campeão mundial de caratê extremamente bem-sucedido, a atenção aos detalhes é o que nos distingue dos demais.

Quer obter uma conquista rápida? Fique atento aos detalhes. Há sempre algo que pode ser feito em relação a eles. Isso é uma coisa que você é capaz de melhorar instantaneamente. É como colocar uma gravata: um pequeno ajuste faz toda a diferença. Assim, procure melhorar as pequenas coisas. Faça o que é possível. Dessa forma, terá mais energia e a sensação de que, de fato, está atingindo seu objetivo.

Em todos os trabalhos ou desempenhos

excepcionais, a excelência sempre

está nos menores detalhes.

Todos sabem que o segredo para obter qualidade em cada detalhe de seu trabalho é fazer bem as pequenas coisas. Exatidão. Atenção aos detalhes. Perfeição. Isso é ser meticuloso.

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Fonte: livro “Pura Sabedoria – Coisas simples que transformam o dia a dia”, de Dean Cunningham – Integrare Editora Editora

 

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Pare de falar… e aprenda a OUVIR! Por Dean Cunningham

outubro 18, 2013

Você já notou que as pessoas que falam pouco tendem a dizer coisas mais profundas? Talvez seja o caso de afirmar que elas são mais bem remuneradas por isso. Muitos não conseguem perceber que o ato de ouvir é um dom pelo qual somos remunerados, já que fazemos isso naturalmente. Porém, o que não compreendemos é a diferença entre escutar e ouvir. Pois, se a escuta é involuntária, o ato de ouvir não é. Isso está resumido no velho provérbio chinês: “Olhamos, mas não vemos; escutamos, mas não ouvimos…”. Para ouvir, é preciso atenção.

Na verdade, a plena atenção é o presente mais valioso que você pode dar a alguém. É um ato de amor. Se você prestar pouca atenção em seu parceiro, muito em breve ele prestará pouca atenção em você. Se der pouca atenção aos seus filhos, em breve eles darão pouca atenção a qualquer coisa. Sua atenção confirma a existência do outro. Ninguém gosta de ser ignorado ou de ter a sensação de que não é importante.

Em certo sentido, o amor não passa de atenção. Ser chamado de “bom ouvinte” é sempre um elogio. E não há como fingir: as pessoas percebem quando você não está ouvindo. Quando ouvimos, compreendemos profundamente as necessidades do outro, reduzimos o número de mal-entendidos e construímos relacionamentos sólidos. O ato de ouvir está no centro da comunicação, e tudo o que contribui para que você seja um bom comunicador também é valioso em termos profissionais.

Infelizmente, as pessoas com ambições profissionais geralmente acreditam que falar muito as ajudará mais do que ouvir. Isso porque, na percepção delas, os profissionais bem remunerados costumam ser autoconfiantes, articulados, eloquentes, além de ter muitas coisas interessantes a dizer. Porém, ao se esforçarem para parecer inteligentes, elas usam uma linguagem complexa, uma terminologia ambígua, criticam as ideias dos colegas em reuniões e interrompem no meio as frases de seus interlocutores. Elas simplesmente falam demais e ouvem de menos.

Porém, o ato de ouvir não se limita às outras pessoas. Tem a ver com a capacidade de ouvir a si próprio, também. Se aprendermos a fazer pausas e a intercalar a fala com períodos de silêncio, seremos capazes de descobrir um guia interior. Todos nós temos um, mas nem sempre o desfrutamos completamente. Em geral, há ruído demais na mente. Porém, quanto mais você ouvir, mais silencioso será. Não há necessidade de buscar esse guia. Tudo o que você precisa é estar consciente dele. A verdade é que todos nós escutamos, sentimos ou sabemos qual é a melhor coisa a ser feita. Mas poucos realmente ouvem.

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Fonte: livro “Pura Sabedoria – Coisas simples que transformam o dia a dia”, de Dean Cunningham – Integrare Editora

 

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Lembre-se: a vida é sinônimo de mudança, e ela nem sempre mudará na direção que escolhermos. Por Dean Cunningham

agosto 23, 2013

Existe uma percepção comum no universo da autoajuda: a de que somos capazes de manipular ou controlar a vida. Criar nossa própria realidade. Fazer com que as coisas aconteçam. E mais: se não conseguimos isso, é porque devemos tentar com mais afinco. Tenha mais fé, use mais os seus sentimentos e assim por diante. Porém, todos esses conselhos induzem a erros.

Com certeza, a sensação de que se pode ter algum controle sobre a vida é saudável. Sem ela, não haveria nenhum motivo para fazer planos, estabelecer objetivos e partir para a ação. E, ainda que tal sensação de controle seja uma ilusão, ela tem utilidade. O problema é que o mantra “Você é capaz de criar sua própria realidade” passa a impressão de que o controle pode ser total. O que, realmente, não é o caso. Lembre-se: a vida é sinônimo de mudança, e ela nem sempre mudará na direção que escolhermos.

Ainda assim, buscamos um controle absoluto. Tentamos conduzir o mundo em determinadas direções. É como se nos julgássemos capazes de impedir que o mundo gire, segurando-o nos braços. Claro que isso não é possível. O universo nos levará para onde bem entender. Porém, em nossos esforços de adquirir o controle, ficamos tensos, aceleramos o ritmo, nos empenhamos mais, acumulamos coisas para fazer ao mesmo tempo. No entanto, a vida jamais poderá ser submetida a um controle total.

“Quem é que não deseja ter boa saúde, ter dinheiro e se divertir? Porém, quando não é possível fazer com que nossas preferências se materializem, devemos estar dispostos a aceitar esse fato e seguir adiante. Isso não significa abandonar a esperança de ter um futuro melhor, e sim aproveitar o máximo aquilo que obtemos. É claro que não seremos capazes de controlar o mundo exterior, mas podemos sempre escolher a melhor atitude a adotar diante dele.”

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Fonte: livro “Pura Sabedoria – Coisas simples que transformam o dia a dia”, de Dean Cunningham – Integrare Editora

 

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A busca dos fatos é mais eficaz do que tirar conclusões!

fevereiro 15, 2013

Talvez você conheça a história de um mestre zen que encontra um discípulo cheio de si: repleto de ideias, de conceitos e de crenças; inflexível e relutante em abandonar seus pontos de vista. O mestre, então, o convida a sentar e lhe prepara um chá. No estilo zen, o mestre serve o chá primeiro em sua própria xícara. A seguir, passa a servir o discípulo. Dessa vez, porém, vai além do limite: continua despejando o chá na xícara, até o líquido começar a transbordar. Em pânico, o discípulo exclama: “Mestre, o que você está fazendo?”. Calmamente, o mestre responde: “A xícara é como a sua mente. Você jamais será capaz de aprender coisa alguma a menos que a esvazie”.

            Eis a sabedoria antiga. A seguir, uma interpretação atual dessa história.

            Os órgãos relacionados aos sentidos – pele, olhos, ouvidos, língua e nariz – são instrumentos que usamos para percorrer nossa jornada ao longo da vida. Eles funcionam como receptores que nos fornecem informações sobre o mundo externo. Se deixássemos tudo a cargo desses órgãos, seríamos sobrecarregados de estímulos. Criamos, porém, uma maneira inteligente de impedir que sejamos sufocados pela avalanche de sensações. Buscamos aquilo que é interessante e a seguir generalizamos, apagamos e distorcemos as informações que recebemos. Simplificando: à semelhança de uma droga sintética, alteramos nossas experiências do modo que julgamos mais adequado.

            O problema é que nosso sistema de filtragem é influenciado pelos pensamentos. E, muito mais frequentemente do que imaginamos, eles são irracionais. Assim, tendemos a fazer generalizações sobre as pessoas e sobre suas características, alimentando as piores expectativas a respeito delas, apagando informações importantes a que deveríamos prestar atenção ou deturpando o sentido das palavras delas e reagindo de modo inapropriado.

            Mas a situação não para por aí. Fica ainda pior. Temos o mau hábito de buscar informações que endossem nossa forma de pensar. Assim, além de os pensamentos moldarem a realidade à nossa volta, eles também a confirmam – não importa o grau de distorção que tal realidade possa sofrer. Afora isso, é preciso admitir: estar com a razão produz uma sensação boa. Em consequência, normalmente evitamos as pessoas e as situações que não estão em sintonia com nossos pensamentos.

            Você já deve ter ouvido várias vezes a expressão: “Ver para crer”. Porém, seria mais exato dizer: “Crer para ver”. Pois sua percepção de mundo está sempre baseada nos pensamentos habituais – suas crenças. São elas que criam o mapa através do qual você determina o rumo de sua vida. Se tiver pensamentos saudáveis e racionais, eles o conduzirão aonde você deseja. Se tiver pensamentos pouco saudáveis e inflexíveis, pode contar com uma colisão certeira.

 

            Esse é o problema.

 

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Fonte: livro “Pura Sabedoria – Coisas simples que transformam o dia a dia” de Dean Cunningham. Integrare Editora

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