Gestão de Mudança COM SUCESSO!

junho 15, 2012

Livro discute a importância do envolvimento das pessoas nos processos de mudança nas empresas

A chave para realizar mudanças bem-sucedidas é fazer uma implementação centrada em pessoas. Esta metodologia, adotada em mais de 35 países, agora está disponível a gestores, líderes e agentes de mudança no Brasil

 Mudar para evoluir. Mudar para se renovar. A mudança não é mais exceção, mas parte do cotidiano das organizações por questões tecnológicas, de competitividade e até de sobrevivência. Mas como implementar mudanças com sucesso de qualquer natureza, amplitude ou profundidade? Como envolver todos os responsáveis pelo processo de transição e engajar as pessoas para a mudança ocorrer? E o mais importante: como concretizar a mudança tendo alcançado os resultados esperados?

Trazer luz a tais questões é exatamente o objetivo do britânico David Miller que lança no Brasil, pelo selo Integrare Business, Gestão de Mudança com Sucesso – Uma abordagem organizacional focada em pessoas. Com prefácio de Simone Costa, sócia e diretora da Dextera – consultoria especializada em gestão de mudança com quinze anos de mercado – e revisão técnica de Rogério Faé Rodrigues, consultor da Dextera, o livro apresenta abordagem assertiva sobre como conduzir processos de mudanças nas empresas, a partir da experiência de 25 anos do autor como consultor da área de gestão de mudança.

Gestão de Mudança com Sucesso auxilia o leitor a entender como implementar mudanças bem-sucedidas a partir do envolvimento e engajamento das pessoas. “Há diferentes aspectos que surgem em minha mente quando falamos sobre mudança – estratégia, tecnologia, processos e pessoas são alguns deles. O livro é dedicado ao último aspecto. Preparar as pessoas para a adoção da mudança, afinal, é o que causa os maiores problemas e é nesse aspecto que você deve ser bem-sucedido para ter alguma chance de alterar os outros três” – ressalta o autor. Segundo David, a obra explora o que é preciso fazer para facilitar a mudança quando as pessoas têm de adotar novas formas de atuação que requerem um afastamento significativo de como elas vinham trabalhando.

Para o autor, a necessidade ou urgência de mudar é uma oportunidade de crescimento e melhoria para as empresas. No entanto, o inesperado sempre causa impacto no ser humano, pois é mais fácil permanecer na zona de conforto do que enfrentar o novo e se adaptar a ele, já que as pessoas tendem a mostrar temores e resistências diante das mudanças. Isso ocorre principalmente, quando, na gestão empresarial, a transformação organizacional não foi apresentada de forma clara.

O autor defende uma comunicação transparente entre gestor e colaboradores e a prática de um discurso que estimule a mudança, além de oferecer direção, incentivo e capacitação à equipe de projeto. A partir daí, as transformações podem se tornar molas propulsoras para o desenvolvimento do profissional, o qual, em conjunto com os demais colaboradores, geram os resultados desejados para empresa.

Mudar com sucesso

 

Segundo pesquisas, cerca de 70% das iniciativas de mudança falham ao alcançar o que foi prometido, e isso se deve ao fato de a empresa estar desalinhada com os objetivos da mudança. Aproximadamente 33% dos líderes não estão preparados para apoiar e serem agentes transformadores ou desconhecem os processos necessários para conduzir as pessoas para produzirem os resultados da organização.

Diante deste cenário, David Miller apresenta seis fatores críticos de sucesso baseados nos pilares da metodologia PCI (Implementação Centrada em Pessoas), desenvolvida pela Changefirst®, que podem auxiliar gestores, líderes e agentes de mudança durante a implementação. São eles:

Propósito compartilhado da mudança, Liderança eficaz de mudança, Processos de engajamento, Compromissos dos sponsors locais, Forte relação pessoal e Desempenho pessoal sustentado.

“Este livro, tem como objetivo auxiliar o leitor a mudar o comportamento e criar apropriação em sua organização, de forma que mudanças de sucesso se tornem regra, não a exceção”, reforça o especialista.

Fonte: livro “Gestão de mudança com sucesso – Uma abordagem organizacional focada em pessoas”, de  David Miller – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

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Como construir a liderança dentro de um processo de mudança?

junho 13, 2012

Ações-chave para construir uma liderança efetiva de mudança As questões que você precisa responder para construir uma liderança efetiva de mudança são:

1. Você já identificou os líderes que poderão lhe ajudar a ter sucesso no projeto? No início do projeto, você pode receber uma lista de pessoas ou dizer que certos indivíduos serão cruciais. Ouça todas as opiniões e então tome suas próprias decisões sobre quem você precisa envolver na mudança.

2. Você já construiu um suporte inicial para o que deverá ser feito para o projeto ter sucesso? É geralmente muito mais eficaz se você tiver o compromisso de líderes-chave — eles podem ser sponsors, influenciadores ou outros agentes — logo no início do processo de mudança. Firme um compromisso com eles antes que construam um ponto de vista forte sobre a mudança.

3. Os líderes-chave têm as habilidades e o desejo de terem sucesso e de apoiar você? Se não, então você deve tentar consertar isso. Na minha experiência, líderes geralmente não gostam de admitir a falta de alguma habilidade, embora seja a própria falta de habilidade que se manifeste como um baixo desejo de mudança. Então comece com uma sutil construção de habilidade para que líderes-chave sejam certificados de que tenham as habilidades necessárias para a mudança. Dessa forma, eles têm mais chance de apoiarem você e a mudança.

4. Você já se preparou para liderar essa mudança? Ela é cheia de incertezas, ambiguidades e pode exigir muito de você, mesmo que esteja preparado. Pense como você pode melhorar suas habilidades, seu pensamento e flexibilidade antes de começar. Mais importante, tire algum tempo para você. Você precisa de tempo para refletir e recarregar as baterias.

 

Uma liderança efetiva é o primeiro passo real em direção à mudança após o propósito compartilhado ter sido definido. As pessoas têm mais chance de apoiar uma iniciativa de mudança quando veem a pessoa liderando a mudança “fazer o que diz”. Na verdade, eu diria ainda que a menos que a liderança de mudança esteja exibindo o comportamento que busca nos outros, então a mudança nunca alcançará seu potencial de caso de negócio. Essa demonstração prática da mudança ajuda as pessoas a superarem as dificuldades inevitáveis que vêm com as adaptações à mudança: os processos de pensamento geralmente inconscientes, como, “Bem, se X ou Y podem fazer, eu também posso”. Uma vez tendo uma forte liderança de mudança para a iniciativa, você pode começar a desdobrar os processos de engajamento.

 

Fonte: livro “Gestão de mudança com sucesso – Uma abordagem organizacional focada em pessoas”, de  David Miller – Integrare Editora

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Desempenho pessoal: como continuar com ele mesmo em processos de mudanças?

junho 11, 2012

Temos como hipótese que durante grandes mudanças o desempenho das pessoas caia. Sua produtividade e qualidade de trabalho têm chance de cair porque elas estão passando pelos diversos estágios da mudança. Elas estão se adaptando, ou tentando se adaptar, à mudança que percebem que está acontecendo. É importante, portanto, que gestores, líderes de equipe e agentes de mudança locais tenham as habilidades para ajudar as pessoas afetadas pela mudança e conduzi-las.

 

Os componentes-chave do desempenho pessoal sustentado são:

• Segurança futura — as pessoas precisam acreditar que a segurança de seu emprego será a mesma ou sera aumentada, como resultado da mudança.

• Impacto financeiro — as pessoas precisam acreditar que seus ganhos ou salários serão os mesmos ou serão aumentados, como resultado da mudança.

• Relações de trabalho — as pessoas precisam acreditar que seu relacionamento com os colegas será o mesmo ou será melhorado, como resultado da mudança.

• Nível de responsabilidade — as pessoas precisam acreditar que seu nível de responsabilidade por seu trabalho será o mesmo ou será melhorado, como resultado da mudança.

• Curva de aprendizado — as pessoas precisam acreditar que seu desempenho pessoal apenas será julgado após terem tido tempo suficiente para praticar seu desempenho da nova forma.

 

Fonte: livro “Gestão de mudança com sucesso – Uma abordagem organizacional focada em pessoas”, de  David Miller – Integrare Editora

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A Era da Imagem: muitos ainda estão nela e fingem se preocupar com a sustentabilidade

junho 4, 2012

A primeira era – a Era da Imagem – durou de 1990 a 2000, aproximadamente. As empresas aproveitaram o crescente interesse sobre como elas conduziam suas relações e o que apoiavam, principalmente no contexto ambiental, para criar novas estratégias.

Tais estratégias, de modo geral, visavam estabelecer ou modificar a imagem da empresa na mente do consumidor, em vez de realmente mudar a maneira como as coisas eram feitas. Como diz a tira cômica de Dilbert: “Nós não fizemos isso para ajudar o planeta; fizemos para parecer o tipo de empresa que se preocupa com esse tipo de coisa”.

Os termos greenwashing e nicewashing foram cunhados para descrever tentativas cínicas das empresas de enganar o público a respeito de seu desempenho ambiental e dos compromissos éticos.

Em 1992, o Greenpeace publicou um relatório brutal intitulado The Greenpeace Book of Greenwash, que expôs empresas como a DuPont, General Motors, Shell e Dow Chemical, entre outras, por apropriarem-se de termos ambientais e usá-los para seus próprios fins. Apesar disso, algumas empresas continuaram a melhorar suas imagens de maneira cosmética, com ações e campanhas de marketing que não refletiam necessariamente a realidade.

 

Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

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Você também acha que as empresas devem se preocupar mais com suas reais atitudes do que com a imagem que “vendem” para o mercado a respeito de seus negócios?

maio 25, 2012

Para David Jones esta condição está amparada em atitudes realmente alinhadas com os valores e conceitos da responsabilidade corporativa e mudança social. Isso porque muitas empresas, segundo ele, “brincam” de praticar esse conceito visando os retornos financeiros que este título pode proporcionar, quando, na verdade, ainda estão longe de alcançarem, de fato, este patamar e destaca: “estamos em um momento em que atitudes assim precisam acabar, pois somente as empresas que tiverem transparência conseguirão sobreviver e prosperar.”

Leitura fundamental para quem se relaciona com clientes, fornecedores, parceiros e público em geral pela web, Empresas que cuidam prosperam defende que a revolução provocada pela utilização em massa das mídias sociais obriga as corporações a entenderem que a comunicação influencia e faz a diferença no mundo corporativo. E mais: que responsabilidade e mídias sociais têm muito mais em comum do que suspeitam os empresários.  “Na próxima década, as empresas e líderes com maior responsabilidade social serão as mais bem-sucedidas e vão se beneficiar do poder das mídias sociais, à medida que funcionários, acionistas e consumidores tornarem-se defensores entusiasmados de suas marcas e empreendimentos”, completa o autor.

Saiba mais, faça o download gratuito do 1º capítulo do livro! 

David Jones destacou-se por ser um visionário do setor, defendendo a responsabilidade corporativa e a mudança social. Ele é o presidente mundial mais jovem da história da publicidade, dirigindo a Havas e a Euro RSCG Worldwide. Também foi o responsável por impulsionar a Campanha por Justiça Climática tck tck tck de Kofi Annan, uma das mais bem-sucedidas campanhas por uma causa da história, e é cofundador da One Young World, organização sem fins lucrativos que dá oportunidade a líderes promissores do mundo todo de expressar suas opiniões. David trabalhou ao lado de David Cameron e do Partido Conservador do Reino Unido de 2007 até a eleição de Cameron como primeiro-ministro em 2010.

Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

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As redes sociais como instrumento de mudança social

maio 23, 2012

Tenho convicção de que as mídias sociais serão um potente propulsor de responsabilidade e mudança sociais positivas no próximos anos, influenciando o comportamento de indivíduos, corporações e governos.

No mundo antigo, ser um agente de mudança significava um grande esforço, desconforto e até perigo. No mínimo, certamente exigiria sair de casa. Hoje você pode fazer parte de um movimento no mesmo tempo que leva para se tornar fã, clicar em ‘curtir’, carregar um vídeo ou compartilhar um link. Os céticos muitas vezes desprezam isso, considerando uma atividade fútil e sem sentido, e algumas podem ser de fato, mas temos visto, repetidas vezes, que a tecnologia conecta os ativistas com o restante do mundo, permitindo que encontrem partidários e ampliem sua causa.

Depois do desastroso terremoto e do tsunami no Japão, especialistas norte-americanos viajaram para ajudar nas questões tecnológicas e de TI. Quando a largura de banda da Internet era necessária na tarefa, vários dos maiores sites da web no Japão foram suspensos. Apesar da largura de banda que estava usando, o Facebook foi mantido aberto, pois estava atuando como uma ferramenta de valor inestimável, ajudando as pessoas a fazer conexões e a encontrar os desaparecidos.

Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

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As empresas precisam fazer o bem para prosperar

maio 21, 2012

Antes da crise financeira, a tendência que crescia mais rapidamente no mundo dos negócios era o avanço da responsabilidade social, e a crise econômica só acelerou isso. O mundo inteiro percebeu claramente que a busca implacável do lucro a qualquer preço quase levou o sistema financeiro e econômico mundial ao colapso. Hoje, muitas empresas com a percepção de que a filosofia do “lucro por si só” não é mais a chave para o sucesso sustentável estão tentando mudar, de modo efetivo, a forma como operam.

Prosperar e fazer o bem não são mais vistos como excludentes. De modo geral, a crise aumentou a expectativa dos consumidores de que as empresas devem dar tanto quanto recebem.

A voz do consumidor já exerce grande influência e esse fenômeno só vai aumentar. As mídias sociais proporcionaram às pessoas uma ferramenta incrível para manter a honestidade das empresas, compartilhar informações e, acima de tudo, criar movimentos para apoiar ou derrubar empresas, líderes ou governos de quem elas gostam ou não. E tudo isso a uma velocidade impressionante.

Há provas contundentes de que a forma como as empresas conduzem seus negócios está se tornando mais importante do que nunca. Uma pesquisa realizada em 2010 constatou que 86% dos consumidores acham importante que as empresas não visem apenas o lucro. Chegou a hora de as empresas se darem conta disso!

Esta mudança de rumo não se restringe à necessidade de as empresas causarem menos danos, mas, em última análise, ao ato de fazerem o bem.

 

Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

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