A busca da felicidade. É possível ser feliz trabalhando? (por Sidnei Oliveira)

junho 26, 2015

Será possível ser realmente feliz trabalhando? Esse parece o sonho utópico de todo profissional e talvez o principal motivo de tanta rotatividade nos empregos atuais, principalmente por parte dos mais jovens, que certamente não querem estar presos na aparente armadilha da infelicidade em que veem os profissionais mais veteranos.

Quando questionado sobre o que uma pessoa normal deveria ser capaz de fazer bem, Freud teria dito: “Lieben und arbeiten” (amar e trabalhar). Na sua crença, a conjunção trabalho e família é o que permite um funcionamento psicológico sadio, vinculando o indivíduo ao sentimento de felicidade.

Então, por que os profissionais estão cada vez menos motivados com o trabalho que executam? Como construir um sentido que torne satisfatória a trajetória profissional?

Vemos atualmente um quadro de muita ansiedade, intolerância, nervosismo constante e angústia. Isso leva muitos profissionais à infelicidade crônica responsável pelo afastamento e até mesmo pelo desligamento do trabalho em decorrência de quadros depressivos. Alguns fatores surgem como causadores desse estado: salários não condizentes com o volume de trabalho, pressão constante, pouco desafio e falta de mentoria estão entre as queixas mais frequentes.

É impressionante como a frustração e a indecisão se tornaram comuns e recorrentes na atual geração de jovens profissionais. São poucos os que se sentem felizes e plenos com o caminho profissional traçado. A grande maioria está confusa, desapontada, cheia de perguntas e longe de encontrar respostas. E mais do que faltar respostas, faltam objetivos, faltam propósitos, faltam metas, falta felicidade.

Hoje vejo pessoas se preparando muito e executando pouco. Vejo pessoas mais cumprindo papel do que fazendo o que realmente gostam e escolheram. Vejo corpos físicos presentes em reuniões, mas almas distantes e frustradas. E isso tem de gerar um impulso por mudança, um impulso para buscar a felicidade.

Considerando que a felicidade é relativa à percepção de cada um do que lhe cabe como medida, as pessoas precisam saber quem são para descobrirem o que de fato querem, fazendo uma relação custo-benefício que as aproxime das suas próprias intenções e de seus propósitos.

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Fonte: livro “Conectados, mas muito distraídos”, de Sidnei Oliveira. Integrare Editora

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É preciso se desconectar para conectar‐se de fato e sem distração! Por Sidnei Oliveira

agosto 14, 2014

Outra coisa que passa despercebida pelo jovem é que agora também temos de administrar nossa “vida digital”.

Grande parte das pessoas assumem suas vidas digitais ignorando consequências reais, acreditando estar agindo anonimamente. Esse é um grande engano, pois é justamente no mundo virtual que se deixa o maior número de rastros de seus comportamentos. Nele, os relacionamentos atingem um grau de complexidade tão grande que somente por meio das redes é possível dar conta de tantos contatos. Todos querem se conhecer, ou, pelo menos, manter uma fina camada superficial de conexão que permita se atualizar sobre a vida dos outros, ou seja, está decretado o fim da privacidade total. Qualquer pessoa hoje tem aspectos de sua vida publicada na internet, seja no perfil pessoal na rede social ou no perfil de algum conhecido.

Claro que há grandes benefícios, mas devemos lembrar que a internet é apenas uma ferramenta para alcançá‐los, portanto, devemos ter o controle sobre o seu uso. Quando perdemos esse controle, criamos uma realidade distorcida, com consequências muito intensas em nossas vidas.

Devemos nos manter ligados às novas tecnologias, sim, mas temos que nos lembrar que precisamos nos conectar com pessoas e não com ferramentas, por isso, é preciso se desconectar para conectar‐se de fato e sem distração.

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Fonte: livro “Conectados, mas muito distraídos”, de Sidnei Oliveira. Integrare Editora

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Sou eu que posso realizar meus sonhos!!!

junho 5, 2014

“Percebi que a vida é curta demais para ficar sofrendo e frustrado com os erros que tive no passado. Posso aprender com eles e também utilizar minhas realizações como fonte de confiança na minha capacidade de construir novas oportunidades de atuação.

O que não consegui hoje, posso conseguir amanhã, ou um pouco mais à frente. Daí o tesouro, presenteado por Sidnei: sou eu que posso realizar meus sonhos. Planejar, realizar, fracassar, aprender, confiar novamente, buscar um mentor, inovar e aspirar novos níveis de atuação.

Sidnei lhe ajudará a descobrir e fazer o que realmente quer, mas ele não passará a mão na sua cabeça. Você pagará um preço por isso. Escolhas, Foco e Valores.

Do que estou falando? Saberá ao ler o livro!”

Eduardo Carmello, Diretor da Entheusiasmos Consultoria em Talentos Humanos.

 

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Fonte: livro “Conectados, mas muito distraídos”, de Sidnei Oliveira. Integrare Editora

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