Não basta fazer certo a coisa, tem de fazer a coisa certa! Por Eugenio Mussak

setembro 17, 2014

A máxima “Não basta fazer certo a coisa, tem de fazer a coisa certa” nunca foi tão verdadeira como na atualidade. E não porque os conceitos de eficiência (fazer certo a coisa) e eficácia (fazer a coisa certa) tenham sido de repente recuperados e considerados essenciais. E sim porque nunca antes tivemos tanta coisa para fazer.

Nas empresas, há pelo menos três motivos para que essa realidade tenha se instalado. Primeiro porque as equips estão ficando, gradativamente menores. Não é incomum que se diga que, antes, a equipe tinha quatro componentes, e agora são só três para fazer o trabalho de cinco. A necessidade de reduzir custos e a indisponibilidade de pessoas qualificadas estão por trás dessa dura realidade.

O segundo motivo é o surgimento natural da cultura de multifuncionalidade, que tomou conta do mundo corporativo na virada do século. Hoje não basta que você seja muito bom em sua área, precisa ser multi. Todos na empresa são vendedores, diz o marketing; é preciso que cada um cuide dos custos, afirma o financeiro; esperamos sugestões e contribuições para melhorar a qualidade, informa a produção; cada gestor é um gestor de pessoas, transfere o RH. E todos têm razão.

E, para coroar, o terceiro motivo é de ordem geral, ou global. O mundo em que vivemos tem como principais características a velocidade das mudanças, a imprevisibilidade e a incerteza. A questão tem influência tão capital nas empresas que a Profa. Rita McGrath, da Columbia Business School, de Nova York, acaba de lançar um livro chamado simplesmente O fim da vantagem competitiva. O que a autora propõe (e demonstra com inúmeros exemplos) é que a dinâmica dos mercados exige uma análise permanente, quase diária, dos fatores que permitem a empresa manter-se viva e competindo. A vantagem competitiva que nos trouxe até aqui não será suficiente para nos levar adiante. Não só tudo é transitório, como a transitoriedade está com pressa.

Com gente é diferente_Eugenio Mussak_Integrare Ed

 

Fonte: livro “Com gente é diferente – Inspirações para quem precisa fazer gestão de pessoas”, de Eugenio Mussak – Integrare Editora

Saiba mais sobre o livro!

Anúncios

A filosofia dos medíocres: o comportamento que assassina cada vez mais carreiras! Por Eugenio Mussak

setembro 10, 2014

Com frequência vemos o MDA (menor desempenho aceitável) sendo praticado por aí. É uma filosofia dos medíocres. Gente que faz o menor esforço só para cumprir tabela, sem a preocupação com o surpreender, superar, evoluir. Uma legião de acomodados no destino que eles mesmos construíram, que vão levando a vida esperando que algo melhor aconteça algum dia, por sorte. Aquele tipo que sempre passou de ano com média 6, a menor nota suficiente. Você conhece…

Esse é o tipo de comportamento que assassina carreiras, e que não cabe mais no mundo competitivo em que estamos. Nas empresas, vivemos a era da excelência, da qualidade, da preocupação com os detalhes e do aprimoramento contínuo. Definitivamente, não podemos fazer só o mínimo, pois o cliente é mais exigente e o concorrente está preparando o bote.

 

Felizmente, a filosofia do MDP (maior desempenho possível) também é adotada por muitos, em todos os lugares, e salva o nosso dia.

Gente que sabe que dá para melhorar o desempenho sempre, e não se contenta em ficar como está. Aliás, ninguém se mantém igual – ou melhora ou piora. Ficar igual é ilusório porque você sempre está sendo comparado com a média, e esta continua subindo. É que vivemos, atualmente, em um mundo mais exigente.

 

E quem vai se sair melhor no mundo mais exigente? MDAs ou MDPs?

Resposta fácil de dar, mas condição difícil de atingir em uma equipe com pessoas que têm níveis diferentes de capacitação, motivação e integração. Nada, claro, que não possa ser resolvido com uma boa Gestão de Pessoas. O ID agradece.

 

Fonte: livro “Com gente é diferente – Inspirações para quem precisa fazer gestão de pessoas”, de Eugenio Mussak – Integrare Editora

Saiba mais sobre o livro!


%d blogueiros gostam disto: