Cigarro e Beleza

junho 9, 2011

Pare de fumar, agora

Fumar não é uma atitude inteligente, e a maioria das pessoas está ciente dos malefícios desse vício.

Quando se aspira a fumaça do cigarro, instantaneamente um número altíssimo de substâncias tóxicas atinge o organismo. Para se ter uma ideia, só o alcatrão contém mais de 100 substâncias nocivas à saúde.

Mas o que realmente causa a dependência é a nicotina, que atua diretamente no sistema nervoso central.

A seguir, algumas substâncias encontradas no cigarro e os efeitos que causam no organismo:

Cigarro e beleza

Mas se nada disso é suficiente para pensar melhor a respeito do cigarro e avaliar seus danos com clareza, então saiba que, além do que foi citado, o fumo envelhece e causa rugas!!!

A oxigenação dos tecidos é prejudicada pelo monóxido de carbono encontrado na fumaça. O colágeno, fibra responsável pela sustentação da pele, é muito lesado, pois as substâncias que constituem o cigarro causam aceleração na sua destruição. Portanto, a probabilidade de flacidez eformação de rugas é muito maior em fumantes. Além disso, essa fumaça nociva diminui a vitamina C no organismo, causando o envelhecimentoprecoce do corpo como um todo. Até mesmo o movimento dos lábios para tragar são prejudiciais, principalmente nas mulheres, porque causam rugas perilabiais.

Fonte: trecho do livro “Beleza Sustentável – Como pensar, agir e permanecer Jovem”, de Carla Góes  

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Gravidez: Cuidado com as drogas!

maio 12, 2011

Embora a placenta funcione como filtro, impedindo que algumas substâncias nocivas presentes no sangue materno atinjam a circulação do feto, várias substâncias conseguem atravessar a barreira placentária, prejudicando o bem-estar, a saúde e até mesmo provocando malformações. Na literatura médica, encontram- se muitas informações sobre os efeitos nocivos de quase todas as drogas sobre o feto. Em termos de medicamentos, há os que não prejudicam a formação do feto, mas há os que precisam ser evitados porque podem causar problemas sérios. Por isso, é essencial que a grávida não se automedique e, se possível, evite qualquer remédio nos dois primeiros meses de gestação; os medicamentos receitados durante a gravidez devem levar em consideração os benefícios e os riscos. Portanto, é indispensável consultar o médico antes de tomar qualquer medicação. É importante também ter noção dos efeitos nocivos que alguns tóxicos usados em nossa sociedade têm sobre o feto.

1 ) Fumo – o hábito de fumar durante a gestação está associado ao retardo do crescimento fetal e ao aumento da mortalidade tanto na vida intrauterina como logo após o parto; uma das principais razões é a maior ocorrência de placenta prévia e de descolamento prematuro da placenta, com dificuldades no transporte de oxigênio por causa da presença da nicotina. É importante parar de fumar pelo menos oito semanas antes do parto.

2 ) Álcool – o alcoolismo na gravidez prejudica a saúde da criança de várias maneiras: retardo do desenvolvimento pré e pós-natal; comprometimento do desenvolvimento intelectual; cabeça menor do que o normal; olhos de tamanho diminuído; queixo pequeno; defeitos nas articulações e no coração. A mulher que ingere cerca de 100 ml de álcool por dia tem 50% de chance de ter um filho com algumas ou todas essas anomalias.

3 ) Café – até o “inocente” cafezinho está sob suspeita. É claro que não se chega ao exagero de condenar uma pequena xícara por dia, mas as grandes bebedoras de café (acima de quatro xícaras diárias) apresentam maior incidência de parto prematuro.

4 ) Maconha – mulheres que fumam cinco ou mais cigarros por semana são consideradas usuárias. Esse grupo apresenta filhos com maior incidência de peso insuficiente, trabalho de parto mais demorado e maior índice de reanimação dos recém-nascidos, que, às vezes, apresentam tremores e contrações musculares nos primeiros dias.

5 ) LSD – há casos de bebês que nasceram com membros encurtados, sem olhos e sem cérebro. O homem usuário de LSD também pode gerar filhos malformados, mesmo quando a mãe não faz uso de drogas.

6 ) Cocaína – as mães viciadas no uso do “pó” estão sujeitas a ter filhos com o crânio pequeno, partos prematuros com bebês de baixo peso e descolamento prematuro da placenta.

7 ) Heroína – os filhos de mães dependentes dessa droga apresentam acentuados distúrbios de comportamento, são hipercinéticos e apresentam dificuldade de concentração.

8 ) Vitaminas – o uso genérico de vitaminas está na moda, mas há o perigo da hipervitaminose. O cuidado maior deve ser com a vitamina A (ácido retinóico), amplamente empregada em produtos cosméticos; quando se associa com a ingestão oral, pode provocar malformações do feto.

9 ) Tóxicos ambientais – os agrotóxicos estão relacionados com a maior incidência de abortos, morte fetal, retardo do crescimento intrauterino, baixa de imunidade e atraso do desenvolvimento das crianças.

O chumbo (poluição da gasolina) é acusado de provocar aborto espontâneo e esterilidade; o envenenamento por mercúrio (por causa de dejetos de indústrias químicas lançados nos rios contaminando peixes, mariscos e camarões) pode causar paralisia cerebral na criança, além de deformidades cranianas, abortos e aumento da mortalidade fetal e perinatal. A associação entre intoxicação por mercúrio e uso de álcool ou fumo potencializa os danos ao feto.

As pesquisas mais recentes sobre o efeito das drogas lícitas e ilícitas no desenvolvimento cerebral revelam que a presença de neurotoxinas prejudica a formação dos circuitos neuronais no feto e no bebê, interferindo no funcionamento dos genes, de algumas proteínas e outras pequenas moléculas que moldam a arquitetura do cérebro: elas estão contidas no ambiente (chumbo e mercúrio) e também na nicotina, no álcool e na cocaína.

Fonte: trecho do livro “Nós estamos grávidos”, de Maria Tereza Maldonado e Júlio Dickstein – Integrare Editora 


Os vários significados da comida

abril 20, 2011

Pais que entendem qualquer choro como necessidade de mamar sempre oferecem comida. Se o choro for causado por outro incômodo qualquer, a comida pode proporcionar certo alívio, mas não é o “remédio” certo. No entanto, comer é um forte instinto de sobrevivência, e a boca é a primeira zona de prazer estimulada em nosso organismo; por isso, dificilmente comer deixará de ser prazeroso, ainda que inadequado.

Se traçarmos uma linha direta sem interferência, a criança cujos pais têm esse tipo de conduta pode tornar-se um adulto que, diante de qualquer contratempo, vai procurar comida em vez de tentar resolver seu problema. É claro que essa relação não é tão simples assim. Inúmeras outras variáveis também precisam ser consideradas. Mas a raiz da obesidade pode estar aí.

Conforme cresce, a criança aprende progressivamente a digerir alimentos mais pesados e a diversificar os sabores, passando por uma grande evolução desde o colostro, o primeiro leite da mãe, até a feijoada com torresmo. No entanto, existe sempre uma maneira de infantilizar a criança. Basta desconsiderar o fato de que seu aparelho digestivo está amadurecendo e continuar a lhe dar papinhas. E ela acostuma-se a receber comida de fácil digestão. Equivale, numa correlação direta, ao adulto que não sabe mastigar os problemas e precisa “papinhá-los”. Se não for fácil, o problema é cuspido para fora. A pessoa não chega a superá-los porque nem os enfrentou. O problema é muito mais ligado ao “como-somos” dos pais, que origina dificuldades para os filhos, como se fosse uma herança – que as crianças são obrigadas a engolir – absorvida pela convivência.

A indisciplina está presente no desrespeito ao desenvolvimento biológico por parte dos pais: motivados pelo amor, pelo desejo de satisfazer todas as necessidades dos filhos, alguns pais não modificam seus comportamentos nem suas ofertas à medida que a criança cresce.

Fonte: trecho do livro “Disciplina – Limite na medida certa”, de Içami Tiba – Integrare Editora


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