A era do intangível. (por César Souza)

setembro 23, 2015

Dois mais dois é igual a cinco, na matemática peculiar de um dos expoentes do Management, o professor Igor Ansoff. A “fórmula” numérica (2 + 2 = 5) foi usada em uma de suas aulas sobre Estratégia Empresarial para explicar o conceito de Sinergia, criado por ele com o propósito de mostrar que duas entidades juntas valem mais do que a soma das duas separadas.

Desde o primeiro momento em que ouvi essa ideia, senti um reforço na minha tese de que esforços coordenados no trabalho produzem muito mais do que resultados tangíveis.

Os produtos têm ficado cada vez mais parecidos; a diferenciação entre eles é cada vez menos evidente. O diferencial existe, não no produto em si, mas na percepção do cliente, na experiência que vivencia quando toma a decisão de compra, na hora da aquisição ou quando vai utilizar o produto ou serviço. O que fideliza o cliente é aquilo que ele não pega nem vê, mas sente.

O mesmo acontece na relação com os parceiros. O que não se vê nem pega mas se sente tem um peso crucial na hora de lidar com fornecedores, distribuidores, prestadores de serviços e até mesmo com os terceirizados.

Cabe aos lideres garantir que o comportamento dos atendentes da linha de frente traduza e reflita as expectativas dos clientes sobre os atributos de uma marca na hora da decisão, da compra e do uso do produto ou serviço.

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Fonte: livro “A NeoEmpresa: o futuro da sua carreira e dos negócios no mundo em reconfiguração”, de César Souza – Integrare Editora

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Atitudes fazem a diferença para ser um líder 5 estrelas! (por César Souza)

junho 10, 2015

Duas atitudes que distinguem os “líderes 5 estrelas”:

A primeira delas é que esses líderes aprenderam a ser líderes 24 horas por dia em todas as dimensões da vida. Exercem a liderança de forma coerente no escritório, em casa, na escola, na comunidade. Entendem que a liderança não ocorre apenas quando estamos no trabalho. Por que salientar essa atitude? Por que, infelizmente, a maioria exerce o papel de líder apenas quando está no seu ambiente formal e se comporta de modo completamente diferente – às vezes, até antagônico – em outras circunstâncias da vida; estes são os “líderes meia-boca”, que defendem certos valores quando estão com o crachá da organização, mas têm outras atitudes quando estão em casa ou em situações do cotidiano.

A segunda atitude é que os líderes 5 estrelas, antes de pretender liderar os outros, aprenderam a liderar a si mesmos. Essa é uma das competências mais fundamentais para ter sucesso no futuro. Sabem que, ao liderar, desafiam as pessoas a mudar seus hábitos, posturas, atitudes, comportamentos, modos de pensar. Enfim, a modificar a forma de encarar a vida. Esses líderes verdadeiros entendem que a mudança começa dentro de cada um de nós. Sabem que liderança não é uma questão técnica, mas de atitudes e posturas. Atitudes perante outros, mas também perante si mesmo. Isso implica liderar as emoções, os ímpetos e as deficiências, e saber suplementá-los com pessoas de sua equipe ou com parceiros na vida pessoal. Isso exige elevada dose de autoconhecimento.

E você? Quais desses pontos já pratica e não são segredo para você? Quais aqueles que precisa praticar mais para ser um líder melhor? Evite atuar no novo jogo da liderança usando a velha forma de pensar que o conduz sempre aos mesmos lugares.

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Fonte: livro “Pensamento estratégico para líderes de hoje e amanhã.”, Vários Autores – Integrare Editora

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Um mito em relação a liderança: Um líder tem que ser carismático (por Cesar Souza)

março 18, 2015

Liderança não é sinônimo de carisma, nem de falar bem, muito menos de extroversão e simpatia. São crenças improcedentes. Se uma pessoa tem carisma, ótimo, isso facilita o exercício da liderança. Mas, se não tem, não está impedida de liderar. O carisma pode até alavancar o líder, mas não substitui outras formas necessárias. O líder eficaz precisa ter conteúdo. Afinal de contas, “saco vazio não para em pé por muito tempo”. Pois é, líder vazio, só cheio de carisma, tem um prazo de validade limitado.

Lembro‑me dos inúmeros lideres competentes, nos quatro continentes, cujo grau de carisma não é muito elevado. Mas isso não os impediu de exercer a liderança de forma eficaz. Até pessoas tímidas podem ser lideres eficazes quando sabem construir com suas equipes o rumo a seguir, têm coragem para tomar decisões difíceis e cercam-se de profissionais que os complementam, inclusive para compensar seu baixo nível de carisma quando as circunstâncias exigem. Ah, quanta gente perde a chance de exercer liderança porque se julga tímida e pouco carismática… Precisamos fugir dessa armadilha mental!

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Fonte: livro “A NeoEmpresa – o futuro da sua carreira e dos negócios no mundo em reconfiguração”, de César Souza – Integrare Editora

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MITO: líder é aquele que forma seguidores! Por César Souza

julho 3, 2014

Os filmes de Hollywood e boa parte da literatura cravaram na nossa memória uma imagem, intensificada a partir da Segunda Guerra Mundial, sobre o que significa liderar: uma pessoa andando na frente com uma legião de seguidores atrás, ou alguém discursando diante de entusiasmada plateia.

Esses heróis se tornaram o símbolo do modelo mental da Era do Comando, o paradigma de liderança e gestão das últimas cinco décadas.

Pois bem, após essa jornada chego à conclusão de que o verdadeiro líder não é necessariamente quem tem gente atrás de si, mas quem tem gente em torno de si. Esse é o “Líder 2.0”, aquele que constrói o futuro com sua equipe, em vez de simplesmente comandá‑la.

 

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Fonte: livro “A NeoEmpresa – O futuro da sua carreira e dos negócios no mundo em reconfiguração”, De César Souza. Integrare Editora

 

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

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Algumas atitudes fundamentais para manter um ambiente de trabalho produtivo… por César Souza

abril 24, 2014

FOCO e DETERMINAÇÃO

Devemos saber definir claramente as prioridades e hierarquizar as ações, ou seja, ter foco.

Não significa fazer uma coisa de cada vez, pois no mundo atual essa não é uma atitude vencedora. A realidade requer pessoas multifocadas. Porém, como o mundo está cada vez mais fragmentado e oferece múltiplos estímulos, corremos o risco de dispensar nossos objetivos e de empreender esforços na direção errada. Para surpreender pelos resultados é necessário ter muita disciplina, concentração e determinação.

Significa não joga a toalha nunca.

Pessoas perseverantes superam obstáculos, por mais intransponíveis que pareçam. Os verdadeiros líderes são resilientes, mesmo tendo de lutar contra seus medos para transpor momentos difíceis, inesperados e indesejados.

 

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Fonte: livro “A NeoEmpresa – O futuro da sua carreira e dos negócios no mundo em reconfiguração”, de César Souza – Integrare Editora

 

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Algumas atitudes fundamentais para manter um ambiente de trabalho produtivo… por César Souza

outubro 30, 2013

FOCO e DETERMINAÇÃO

Devemos saber definir claramente as prioridades e hierarquizar as ações, ou seja, ter foco.

Não significa fazer uma coisa de cada vez, pois no mundo atual essa não é uma atitude vencedora. A realidade requer pessoas multifocadas. Porém, como o mundo está cada vez mais fragmentado e oferece múltiplos estímulos, corremos o risco de dispensar nossos objetivos e de empreender esforços na direção errada. Para surpreender pelos resultados é necessário ter muita disciplina, concentração e determinação.

Significa não joga a toalha nunca.

Pessoas perseverantes superam obstáculos, por mais intransponíveis que pareçam. Os verdadeiros líderes são resilientes, mesmo tendo de lutar contra seus medos para transpor momentos difíceis, inesperados e indesejados.

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Fonte: livro “A NeoEmpresa – O futuro da sua carreira e dos negócios no mundo em reconfiguração”, de César Souza – Integrare Editora

 

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Quanto custa a perda de talentos e clientes? Por César Souza

setembro 11, 2013

Mito que deve ser combatido: o maior concorrente de uma empresa é quem fabrica os mesmos produtos ou presta os mesmos serviços.

É mais fácil culpar o concorrente pelo insucesso no negócio.

Na realidade, o maior adversário de uma empresa está quase sempre dentro da própria casa: falta de clareza no rumo, estrutura inadequada, falta de integração entre as áreas, atitudes e práticas equivocadas sobre os clientes, as pessoas e os parceiros. A desintegração entre pessoas e entre departamentos cria um custo invisível considerável, da ordem de 15% do nosso custo total, que deveria ser contabilizado no balanço da nossa empresa.

Perdemos talentos e clientes vão embora devido à falta de integração. Quanto custa isso? Vamos monetizar e contabilizar esse custo?

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Fonte: livro “A NeoEmpresa – O futuro da sua carreira e dos negócios no mundo em reconfiguração”, de César Souza. Integrare Editora

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