A linguagem do corpo é o toque

junho 27, 2012

Uma criança tratada com carinho terá, certamente, uma sexualidade feliz. Os mais ou menos acariciados — a imensa maioria — dependerão do que virá depois. E os mal-acariciados, mesmo diante de condições favoráveis, terão poucas chances de um contato corporal bem-sucedido.

Já atendi mulheres que continuaram com o corpo “anestesiado” mesmo depois de vários tratamentos: terapia hormonal, regressão a vidas passadas, numerologia, psicanálise e até bênçãos de pai de santo.

Quando se beija ou se abraça uma pessoa, muitas vezes é possível deduzir como sua sexualidade primitiva foi trabalhada. Algumas viram soldados de chumbo ou porcos-espinhos ao menor contato com a pele alheia.

A sexualidade natural e sua energia atingem fundo a emoção. Brilham! Hipnotizam a mente e inundam os olhos de magia.

 

 

 

Fonte: livro “Mulher – Um projeto sem data de validade”, de Malcolm Montgomery – Integrare Editora

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Homem se realiza, mulher se relaciona

fevereiro 23, 2012

Os homens focalizam as realizações, pensam em termos de poder, são competitivos, funcionam no reino do sucesso e de seus correlatos como fraqueza e fracasso, são

muito bons para resolver problemas, fazer coisas, alcançar objetivos e competir. Entretanto, naquelas situações da vida quando nada mais pode ser feito, quando não há com quem competir, quando não existe objetivo algum para ser alcançado, geralmente o homem se sente perdido e angustiado.

Parece que a mulher suporta melhor essas situações, talvez porque, apesar de não haver nenhuma luta a ser travada, ainda há relações a serem vividas, e as mulheres são

muito interessadas e eficientes em termos de relações humanas, de qualquer tipo. Os soldados vinham primeiro e conquistavam as novas terras, depois vinham as mulheres e a família para a colonização dos novos domínios.

Se os homens precisam sentir-se conquistadores, donos da situação, poderosos, as mulheres não costumam ter problemas em conceder-lhes essa ilusão, essa aparência de poder, já que elas mesmas não precisam funcionar e responder ao impulso fálico que rege o mundo masculino.

Parece que há vida e poder além do falo; os homens é que não descobriram isso, ou simplesmente nem chegam a entender os mistérios do poder contido no feminino. Este é um campo ainda não conquistado.

O homem tem uma tendência para encontrar respostas que se ajustem perfeitamente às perguntas, e a mulher, porque não consegue isso, ou porque desconfia de respostas tão certinhas assim, suporta mais as incertezas e assim sustenta por mais tempo as perguntas em aberto. O mundo masculino tem referências claras como as margens de um rio, e o mundo feminino de que referências dispõe já que é mar? Pense: quantas margens tem o mar?

 

Fonte: Tredo do livro “O nó e o Laço – Desafios de um relacionamento amoroso”, de Alfredo Simonetti

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