O bebê vai à praia. (por Lô Galasso)

janeiro 15, 2016

Até ter seu primeiro filho, a mãe provavelmente tinha tempo e disposição para empastelar-se com loções ou cremes de bronzear, ler, fazer palavras-cruzadas ou simplesmente ficar preguiçosamente sentada sob o guarda-sol, observando a galeria de tipos que desfilam por uma praia.

 

Com um filho pequeno, outros passatempos e jogos farão parte de seus momentos à beira-mar. Um desses jogos consiste em segurar as mãozinhas do bebê sempre antes de ele levá-las (cheias de areia, natural mente) à boca ou aos olhos. Para conseguirem um bom escore nesse jogo, é preciso que a mãe e o pai tenham perfeita coordenação psicomotora, boa capacidade de concentração e, principalmente, que como num jogo de tênis, não se deixem distrair por qualquer outro foco de atenção.

 

Outro passatempo a que a grande maioria das mães se dedica é o “segura-bebê”. Consiste em estar sempre junto do bebê, segurando-o pela cintura ou pelas mãos, na beirada da água. Esse passatempo pode ser praticado de duas formas:

 

a mãe fica sentada, ajoelhada ou acocorada junto do bebê, e ambos se divertem a valer ao verem-se literal mente empanados, com uma mistura de 90% de areia e 10% de água salgada (isso se estiverem numa praia não poluída);

 

a mãe fica em pé, com o tronco curvado para a frente, segurando o bebê pelas mãozinhas (posição preferida pela maioria). Como essa brincadeira costuma agra dar sobremaneira o bebê, podendo portanto durar horas, convém que a mãe proteja certas partes de seu corpo, que, por não estarem comumente tão expostas ao sol, podem sofrer queimaduras indesejáveis.

 

E bom divertimento!

 

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Fonte: livro “Ser mãe é sorrir em parafuso”, de Lô Galasso. Integrare Editora

 

Para mais informações sobre o tema, Consulte o livro ou entre contato conosco.

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Cuide dos seus pertences! Ensine isso aos seus filhos… Por Içami Tiba

outubro 21, 2013

Príncipes, princesas e tiranos não costumam guardar seus brinquedos após brincar. Ora, crianças que conseguem pegar seus brinquedos onde eles estão guardados são capazes também de guardá‑los no mesmo lugar. Só não o fazem porque não lhes ensinaram.

O que elas aprenderam é que outras pessoas sempre guardam seus brinquedos. Por mais amor que tenha, a mãe estará deseducando a filha ao abrir exceções, pois valores não comportam exceções.

No mundo em que vivemos, é muito importante que cada um aprenda a cuidar dos seus pertences, a alimentar seus vínculos afetivos, a preservar o seu planeta para seus descendentes. Esse é um valor que todo cidadão deve cultivar. Nada melhor que ensinar uma criança a cuidar dos seus brinquedos, pois eles são seus pertences de valor. A frase de ensinamento é: Quem não cuida do que é seu perde. Os pais devem combinar com o filho que ele tem de guardar os brinquedos depois que acabar de brincar. É importante estabelecer um prazo para que o ensinamento seja cumprido. Ensinamentos sem prazo de execução permitem desculpas como “depois eu guardo”, bem como, no dia seguinte, “esqueci de guardar”.

Caso não cuide dos seus brinquedos, eles serão doados para crianças pobres. Enquanto o filho não incorporar o valor de cuidar do que é seu, os pais poderão dar sempre uma última chance para que o brinquedo seja guardado, contando até três. Se, ao terminar a contagem, o brinquedo ainda continuar fora do lugar, os pais devem guardá‑lo para doar. E, muito importante: não podem ficar com pena do valor ou da criança e simplesmente esconder o brinquedo. Poupá‑la “gentilmente” apenas a deseduca. Guardar o brinquedo sem que a criança perceba também é antipedagógico.

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Fonte: livro “Pais e Educadores de Alta Performance”, de Içami Tiba – Integrare Editora

 

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Não delegue a educação dos seus filhos à escola! Por Içami Tiba

outubro 14, 2013

Entre vários filhos, cada um é único na sua existência.

Os pais precisam respeitar suas individualidades, seus nomes, pois cada filho construirá a sua própria história para honrar o sobrenome, ainda que viva as mesmas situações.

O que de melhor as escolas podem fazer aos seus alunos é capacitá-los coletivamente para a excelência profissional e não aceitarem o que seus alunos não devem fazer futuramente fora delas.

A cada uma, família e escola, cabe cumprir a parte que lhe compete, mesmo que possa haver algumas áreas de confluência e superposições, pois para a escola, seus alunos são transeuntes curriculares; para os pais, seus filhos são para sempre.

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Fonte: livro “Disciplina – Limite na medida”, de Içami Tiba – Integrare Editora

 

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Ensinou? Exija que o seu filho pratique o que aprendeu! Por Içami Tiba

outubro 7, 2013

Depois que vocês ensinaram uma regra ao filho, perguntem se ele a entendeu. Se entendeu, peçam a ele que lhe explique com as palavras dele. Esta é uma maneira de transformar uma informação em conhecimento. Um conhecimento adquirido requer a prática para sua consolidação.

O filho tem que praticar o que deve fazer, e os pais devem exigir que o faça e não devem explicar outra vez a mesma regra. O filho não pode fazer outra atividade – comer, beber, dormir, fazer xixi etc. – enquanto não fizer o que precisa.

Normalmente o filho acaba fazendo a obrigação rápido para se ver livre. O importante é que faça (ação) e não venha com explicações, desculpas, justificativas e postergações (conversas no lugar da ação). Cada vez que o filho cumprir sua tarefa, ele

estará praticando a regra. A Alta Performance do filho começa quando os pais não mais precisam cobrar dele o que é preciso.

Isso aumenta sua competência e melhora a sua autoestima.

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Fonte: livro “Família de Alta Performance – Conceitos contemporâneos na Educação”, de Içami Tiba – Integrare Editora

 

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Onde o bebê deve dormir? Por Içami Tiba

setembro 30, 2013

Esta é uma pergunta que ouço muito em minhas palestras. Na cama dos pais? Numa cama separada? Num quarto separado? Sozinho? Acompanhado de um adulto?

Antes de tudo, é preciso fazer um levantamento das condições da família. Quando existe um quarto disponível só para o bebê, é preciso ter certeza de que seja possível perceber o que acontece com o recém-nascido lá dentro. Se as portas ficarem abertas, essa percepção é facilitada. Com a monitoração (transmissão de som e imagens através de aparelhos eletroeletrônicos), as portas podem ficar fechadas.

Mesmo que haja enfermeira, babá ou qualquer outra pessoa que possa dormir no quarto do bebê para atendê-lo, a criança deve pegar no sono sozinha, sem ninguém no quarto, pois a criança que precisa da presença de alguém para dormir irá chamar esse alguém se acordar de noite.

Se o quarto individual não for possível, nada impede que o bebê possa inicialmente dormir no quarto dos pais, mas o ideal, para a melhor formação dele, é que não seja na cama dos pais. Isso é importante também para o casal.

Mas calma! Não é porque o filho nasceu e se separou do corpo da mãe que tem de se afastar totalmente dela. Nos primeiros meses, para facilitar as mamadas noturnas, é mais prático para a mãe que o bebê fique no quarto dormindo num carrinho, num cestinho ou num berço.

 

A criança com autonomia de sono, que sabe esperar, é mais independente e feliz que uma irritada e ranzinza, que se recusa a dormir.

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Fonte: livro “Quem Ama, Educa! Formando cidadãos éticos”, de Içami Tiba – Integrare Editora

 

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Alguns direitos da mulher que amamenta

fevereiro 8, 2012

As diversas leis para a gestante, a parturiente e a mulher que amamenta deveriam ter como objetivo o nascimento e crescimento de um cidadão ou cidadã saudável, para o bem de toda a sociedade. Assim, informe-se sobre todos os seus direitos e não vacile em exercer os que beneficiam você e seu bebê e em lutar pelo aperfeiçoamento da legislação.

 

Direitos determinados pela CLT – Consolidação das Leis Trabalhistas

• Os estabelecimentos em que trabalham pelo menos 30 mulheres com mais de 16 anos de idade devem ter local apropriado onde seja permitido às empregadas terem sob vigilância e assistência os seus filhos durante a amamentação. Em substituição à exigência de ter creche própria, as empresas e empregadores ficam, porém, autorizados a fazer convênio com creches mantidas por entidades públicas ou privadas ou a adotar o sistema de reembolso-creche, que é o pagamento de uma quantia para que a empregada pague uma creche para seu filho. Os locais destinados à guarda dos filhos das empregadas deverão ter, no mínimo, um berçário, uma saleta de amamentação, uma cozinha dietética e uma instalação sanitária. Não se pode cobrar nenhuma taxa da empregada pela prestação deste serviço.

• A mulher que está amamentando, durante os seis primeiros meses, tem direito a dois descansos, de meia hora cada um, além de intervalos normais para repouso e alimentação durante a jornada de trabalho. Este período ainda pode ser dilatado a critério médico.

Fonte: trecho do livro “Da gravidez à amamentação – O dia a dia de um importante período de nossas vidas”, de Vitória Pamplona, Tomaz Pinheiro da Costa e Marcus Renato Carvalho – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

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Dores de Barriga

outubro 24, 2011

A dor de barriga mais comum que as crianças sentem é um desconforto incerto que vai e vem no meio do abdômen. Geralmente, é causado por bactérias na barriga, indigestão ou constipação. A dor de barriga considerada grave é a apendicite – rara e intensa. Certas dicas o ajudarão a distinguir uma dor leve de outras dores agudas.

Fonte: Trecho do Livro “The New Basics – O Que você precisa para cuidar bem de se filho, de A a Z”, de Michel Cohen – Integrare Editora

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