Equipe de negócios e de Esporte

agosto 3, 2012

Resultados na gestão e no esporte são objetos de comparação óbvios. Nos negócios e nos jogos as equipes têm de adquirir quatro competências:

 

Entender as regras do jogo | Não adianta jogar futebol com as mesmas regras do rúgbi. Os jogadores receberiam um cartão vermelho na primeira jogada.

 

Entender as estratégias e táticas do jogo | Esperteza para apreciar as nuanças do jogo e saber quando e como atacar ou defender.

 

Entender a competição | Apreciar o que as outras equipes trazem para o jogo.

 

Entender a si mesmo e suas próprias habilidades | Autoconfiança no reconhecimento do próprio talento e do lugar que ocupa. Goleiro é goleiro, talvez não seja um bom centroavante. Isso implica reconhecer a contribuição de cada um para o sucesso do todo.

 

Essas são as comparações óbvias. Entretanto, a grande lição para os líderes de equipes de negócio ou de futebol é como trabalhar com e por meio de outros. Há uma palavra que aprendi nas minhas andanças pela Índia – onde já passei quase cinco anos da minha vida ao todo. Essa palavra é karan-karavanhar e significa “aquele que faz ou mostra, e o faz por meio de outros”. Aplicada à ideia de um líder com sua equipe, implica uma relação quase simbiótica entre ele e as pessoas com que e por meio de quem ele está trabalhando.

Fonte: livro “O espírito do Líder – Lidando com a incerteza permanente” de Ken O’Donnell – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

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Memorizar durante e depois de aprender

julho 20, 2011

Um dos aspectos de memória e aprendizado menos compreendidos ou valorizados é aquilo que você se lembra durante e imediatamente após aprender – isto é, o que você armazena durante o aprendizado e o que se lembra depois que o aprendizado acaba. Na verdade, entender sua “compreensão” e “incompreensão” é vital para fazer um uso otimizado de sua fantástica memória.

Você também verá que, “memória” e “entendimento” não trabalham da mesma forma e que, você pode entender tudo sobre o assunto em que vai ser testado, mas é possível que não se lembre nem a metade de tudo isso.

Sua memória é, na verdade, muito efetiva, mas seu processo de recordação das informações pode não ser tão efetivo quanto você gostaria que fosse. Você precisa somente refinar a forma de acessar a informação armazenada em seu cérebro. Para começar o processo, tente o exercício a seguir:

No exercício, quase todos têm os mesmos resultados:

uma a sete palavras do começo da lista;

uma a duas palavras do final da lista;

a maioria das palavras que aparece mais de uma vez (nesse caso, “o”, “e” e “de”);

a palavra ou frase diferente (nesse caso, “Shakespeare”);

relativamente poucas, se se lembrar de alguma, das palavras do meio da lista.

Por que ocorre similaridade de resultados? Esse padrão mostra que memória e aprendizado não trabalham da mesma forma – apesar de todas as palavras terem sido entendidas, nem todas foram lembradas.

Nossa habilidade de recordar a informação que entendemos está relacionada a vários fatores:

Tendemos a recordar as “primeiras coisas” (conhecido como o efeito primário) e as últimas coisas (conhecido como efeito da regência) com mais facilidade que as “coisas do meio”. Por isso, lembramos mais de informações do começo e do final do período de aprendizagem que do meio dele. No caso do teste de memória das palavras, “casa” e “cachorro” aparecem no começo e no final da sequência, respectivamente.

Nós aprendemos mais quando as coisas estão associadas ou ligadas de algum modo, usando uma rima, repetição ou algo que se conecte com nossos sentidos

No caso do teste de memória, as palavras repetidas incluem “o”, “e” e “de”; as palavras associadas são “árvore” e “flor” ou “casa” e “telhado”.

Nós também aprendemos mais quando as coisas são diferentes ou únicas. O nome “Shakespeare” se destaca das outras palavras e atiça a imaginação. Isso é conhecido como efeito Von Restorff.

Esse padrão de resultado mostra explicitamente que memória e entendimento não funcionam exatamente da mesma forma com a passagem do tempo – todas as palavras são entendidas; somente algumas são recordadas. As diferenças entre o modo em que a memória e o entendimento funcionam ajudam a explicar por que tantas pessoas acham que não se lembram de muita coisa após horas de aprendizado e entendimento. A razão é que a memorização tende a ficar progressivamente pior com o passar do tempo, a menos que proporcionemos breves descansos à mente.

Para que a memorização seja mantida em um nível razoável, é necessário achar o ponto em que memorização e entendimento trabalham em harmonia. Em um estudo ou trabalho normal, esse ponto ocorre em um tempo entre vinte e cinquenta minutos. Um período menor não é suficiente para que a mente aprecie o ritmo e a organização do material, enquanto um período mais longo resulta no contínuo declínio da quantidade memorizada.

 Fonte: Trecho do livro “Use sua mente – Como desenvolver o poder do seu cérebro”, de Tony Buzan

 


Somos todos Educadores

julho 1, 2011

Todo ser humano é um educador em potencial, pois já nasce um aprendiz. Se ninguém lhe ensina nada, aprende com as próprias experiências. A educação é fundamental para a sobrevivência da civilização e da cultura. Não podemos mais imaginar que alguém viva absolutamente isolado da influência dos outros.

Onde houve relacionamentos, estará presente a educação. Um indivíduo pode até se isolar para meditar no pico do monte Everest, mas não há como ter vivido até essa altura da vida sem, antes, ter conhecido outras pessoas. Basta lembrar que um dia ele nasceu de alguém.

Ninguém tem tempo nem condições de descobrir tudo sozinho neste mundo. O homem não para de ser inundado com novas tecnologias, ideias e costumes.

Aprender com quem sabe tornou‑se imprescindível.

Em qualquer ocasião, sempre há alguém ensinando e

outro aprendendo, direta ou indiretamente.

Fonte: trecho do livro “Pais e Educadores de Alta Performance”, de Içami Tiba – Integrare Editora

 


Somos todos educadores

junho 13, 2011

Todo ser humano é um educador em potencial, pois já nasce um aprendiz. Se ninguém lhe ensina nada, aprende com as próprias experiências. A educação é fundamental para a sobrevivência da civilização e da cultura. Não podemos mais imaginar que alguém viva absolutamente isolado da influência dos outros. Onde houve relacionamentos, estará presente a educação. Um indivíduo pode até se isolar para meditar no pico do monte Everest, mas não há como ter vivido até essa altura da vida sem, antes, ter conhecido outras pessoas. Basta lembrar que um dia ele nasceu de alguém.

Ninguém tem tempo nem condições de descobrir tudo sozinho neste mundo. O homem não para de ser inundado com novas tecnologias, ideias e costumes. Aprender com quem sabe tornou‑se imprescindível. Em qualquer ocasião, sempre há alguém ensinando e outro aprendendo, direta ou indiretamente.

 

Fonte: trecho do Pais e Educadores de Alta Performance, de Içami Tiba – Integrare Editora

ATENÇÃO! Nesta quarta-feira, teremos uma novidade aqui no blog, confiram!


Quem aprende a aprender nunca mais deixa de aprender!

maio 31, 2011

Nossa mente pode se acomodar muito bem com o que já sabe e não sentir falta do que não conhece. Veja:

 

 

 

É atribuída a Oliver Wendell Holmes (1809-1894) esta frase: “A mente humana uma vez ampliada por uma nova ideia, nunca mais volta a seu tamanho original.” Eu ousaria complementar que é mais o usufruto de uma nova ideia de que uma simples ideia, pois muitas delas não saíram da mente e não passaram de fantasias e imaginações, muito próprias dos jovens. A ideia precisa ter uma realização palpável. O jovem tem a ilusão de poder vencer na vida sem estudar. A vida vai lhe comprovar que isso não é tão possível quanto se imagina. Pena que ele descubra essa verdade somente depois que deixar a escola.

 

Qualquer funcionário pode se tornar obsoleto e ser despedido do seu emprego. Essa obsolescência lhe tira a competência necessária para trabalhar no mundo de hoje. Ou ele vai para um subemprego, ou se atualiza e busca uma recolocação no mercado. Dessa mesma maneira, também os educadores podem estar obsoletos e seus métodos já não estarem condizentes com as necessidades dos alunos de hoje. Ou eles se atualizam, ou caem na ineficiência. Como os pais são para sempre, não há como não se atualizarem – sob o grave risco de os filhos perderem seu futuro.

 

Pais que aplicam a Cidadania Familiar, e a escola, a Cidadania Escolar, preparam melhor o jovem para ser Cidadão Ético, com valores internos e conhecedor dos seus direitos e obrigações. E a Cidadania Familiar começa desde muito cedo, quando a criança já toma iniciativas próprias. É a ocasião mais oportuna para aprender que, antes do poder fazer, avalie se deve ou não fazer.

 

 

 

Fonte: trecho do livro “Pais e Educadores de Alta Performance”, de Içami Tiba – Integrare Editora

Ainda essa semana, disponibilizaremos no Blog o primeiro capítulo do livro para download!

 


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