Homem se realiza, mulher se relaciona

fevereiro 23, 2012

Os homens focalizam as realizações, pensam em termos de poder, são competitivos, funcionam no reino do sucesso e de seus correlatos como fraqueza e fracasso, são

muito bons para resolver problemas, fazer coisas, alcançar objetivos e competir. Entretanto, naquelas situações da vida quando nada mais pode ser feito, quando não há com quem competir, quando não existe objetivo algum para ser alcançado, geralmente o homem se sente perdido e angustiado.

Parece que a mulher suporta melhor essas situações, talvez porque, apesar de não haver nenhuma luta a ser travada, ainda há relações a serem vividas, e as mulheres são

muito interessadas e eficientes em termos de relações humanas, de qualquer tipo. Os soldados vinham primeiro e conquistavam as novas terras, depois vinham as mulheres e a família para a colonização dos novos domínios.

Se os homens precisam sentir-se conquistadores, donos da situação, poderosos, as mulheres não costumam ter problemas em conceder-lhes essa ilusão, essa aparência de poder, já que elas mesmas não precisam funcionar e responder ao impulso fálico que rege o mundo masculino.

Parece que há vida e poder além do falo; os homens é que não descobriram isso, ou simplesmente nem chegam a entender os mistérios do poder contido no feminino. Este é um campo ainda não conquistado.

O homem tem uma tendência para encontrar respostas que se ajustem perfeitamente às perguntas, e a mulher, porque não consegue isso, ou porque desconfia de respostas tão certinhas assim, suporta mais as incertezas e assim sustenta por mais tempo as perguntas em aberto. O mundo masculino tem referências claras como as margens de um rio, e o mundo feminino de que referências dispõe já que é mar? Pense: quantas margens tem o mar?

 

Fonte: Tredo do livro “O nó e o Laço – Desafios de um relacionamento amoroso”, de Alfredo Simonetti

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.



Conversa com ou sem platéia?

julho 27, 2011

Conversar na frente dos outros pode modificar muito a reação das pessoas. Existem coisas que suportamos ouvir a dois, mas que nos deixariam muito incomodados se outras pessoas escutassem.

Então cuidado, uma conversa amorosa funciona melhor a dois, não precisa de plateia, muito menos de juízes. É que algumas pessoas buscam a opinião de um terceiro como um reforço para seus pontos de vista ou como forma de pressionar e convencer o parceiro para alguma coisa. Esta é uma estratégia perigosa; além de não trazer ganhos para o entendimento do casal, costuma ser vivenciada como chata pelos terceiros envolvidos.

Este jogo chama-se “tribunal”, e não é uma boa maneira de tratar dos problemas do casamento. É fácil imaginar o desconforto e a irritação do marido com a estratégia da esposa. A conversa amorosa é a dois. O ser humano é assim em geral, e não vai ser no casamento, tão repleto de fantasias e “neuras”, que ele vai escapar deste “poder do outro”. Deve ser por isto que os namorados, quando começam uma relação, pedem com tanta veemência: “se acontecer alguma coisa, me conte, não deixe eu saber pelos outros”.

 

Fonte: O nó é o Laço – Desafios de um Relacionamento Amoroso, de Alfredo Simonetti – Integrare Editora


Homem se realiza, mulher se relaciona

julho 13, 2011

Os homens focalizam as realizações, pensam em termos de poder, são competitivos, funcionam no reino do sucesso e de seus correlatos como fraqueza e fracasso, são muito bons para resolver problemas, fazer coisas, alcançar objetivos e competir. Entretanto, naquelas situações da vida quando nada mais pode ser feito, quando não há com quem competir, quando não existe objetivo algum para ser alcançado, geralmente o homem se sente perdido e angustiado.

 Parece que a mulher suporta melhor essas situações, talvez porque, apesar de não haver nenhuma luta a ser travada, ainda há relações a serem vividas, e as mulheres são muito interessadas e eficientes em termos de relações humanas, de qualquer tipo. Os soldados vinham primeiro e conquistavam as novas terras, depois vinham as mulheres e a família para a colonização dos novos domínios.

 Se os homens precisam sentir-se conquistadores, donos da situação, poderosos, as mulheres não costumam ter problemas em conceder-lhes essa ilusão, essa aparência de poder, já que elas mesmas não precisam funcionar e responder ao impulso fálico que rege o mundo masculino.

 Parece que há vida e poder além do falo; os homens é que não descobriram isso, ou simplesmente nem chegam a entender os mistérios do poder contido no feminino. Este é um campo ainda não conquistado.

Fonte: Trecho do livro “O nó e o Laço – Desafios de um relacionamento amoroso”, de Alfredo Simonetti


Título: Paixão x Amor: qual o equilíbrio?

maio 9, 2011

O amor pode não ser paixão, mas tem a ver com ela, não é a ausência dela: existem no amor momentos de paixão, só que mais calma e mais duradoura.

Paixão, por definição, é sentimento em ápice, é como uma montanha, vai subindo, subindo até um pico lá no alto, e depois vai descendo, descendo, e finda. Um gráfico da paixão é agudo, intenso, mas também é breve e com final certo: termina. Por outro lado, o gráfico do amor lembra mais uma cordilheira, uma cadeia de montanhas entremeadas de vales, planícies e platôs, é longo, flutuante e de final aberto: não é tão certo o que vai acontecer.

Fonte: trecho do livro “O nó e o Laço – Desafios de um relacionamento amoroso”, de Alfredo Simonetti – Integrare Editora


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