Caminhos para uma consciência mais elevada, de Ken O’Donnell

maio 15, 2013

Como uma energia, a alma tem dentro de si qualidades que são tanto masculinas quanto femininas. Apesar de a alma ser, sem dúvida, afetada pelo sexo de seu corpo na forma de condicionamentos e influências sociais, esses aspectos são relativamente superficiais. O eu verdadeiro não tem gênero.

 

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          As duas palavras mais comuns na maioria das línguas são, provavelmente, eu e meu. Nossos mundos pessoais giram quase exclusivamente ao redor delas. É preciso entender suas implicações mais profundas se quisermos delinear novamente nossos limites.

          Normalmente, uso a palavra meu para referir-me a todas as coisas que não são eu — minha mão, meu rosto, minha perna ou até meu cérebro, minha mente, minha personalidade, e assim por diante. Da próxima vez que eu disser minha alma, talvez me lembre de que realmente não posso dizer minha alma, pois eu sou uma alma. A diferença entre eu e meu é a mesma que existe entre alma e corpo.

 

Fonte: livro “Caminhos para uma consciência mais elevada”, de Ken O’Donnell – Integrare Editora

 

Saiba mais sobre o livro!

 

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Ego e apego – como interferem nas discussões

fevereiro 10, 2012

Uma maneira certeira de desarmar a si mesmo e também ao outro antes que uma discussão se inicie é simplesmente dizer: “Interessante, posso perceber por que você acredita nisso. Eu mesmo não consigo, meu ponto de vista é diferente. Mas me diga mais sobre o seu ponto de vista a respeito desse assunto”.

No momento em que se desapega e para de se identificar com a própria crença, o “calor” desaparece, a sua resistência em relação à crença da outra pessoa se dissolve, e a comunicação normal é restabelecida. Sempre funciona. Tudo o que tem a fazer é desapegar o self da crença que está criando e sustentando em sua mente. A menos, é claro, que você seja uma dessas pessoas que gostam de provocar uma discussão a fim de ter um pretexto para ficar zangado (plano emocional), para então poder satisfazer sua dependência emocional.

A compreensão do ego e de como você o cria lhe permite compreender por que as pessoas fazem o que fazem, por que se comportam de determinadas maneiras, por que você se comporta de determinado modo, particularmente nos momentos em que “reage”, em vez de “responder”.

 

 

Fonte: trecho do livro “Os 7 mitos sobre o amor – Uma viagem da mente ao fundo da alma”, de Mike George – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

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