Persistência: até que ponto devemos insistir?

julho 23, 2012

A persistência é a capacidade de insistir numa tarefa quando a maré não está favorável. Todos nós conhecemos pessoas que iniciam uma atividade e a interrompem diante do primeiro obstáculo que lhes aparece à frente.

 

          A maioria das pessoas renuncia a atividades e projetos. Não têm a perseverança necessária para atingir suas metas. O que as atrapalha talvez seja o desejo de obter resultados rápidos. Hoje em dia, as pessoas querem resultados instantâneos. O verdadeiro progresso, contudo, só acontece por meio da repetição incessante e de um esforço concentrado visando o aperfeiçoamento. São necessários tempo e trabalho duro para dominar uma habilidade. Não existem atalhos. Portanto, se você não dispõe de tempo, não espere obter resultados.

          A paciência e a persistência caminham de mãos dadas. Elas são como o yin e o yang do comprometimento. A paciência é uma qualidade passiva; a persistência é mais ativa. Se você deseja se destacar em meio ao grupo, mantenha-se firme em seu propósito até o fim. Essa é a parte ativa do comprometimento. Não desanime caso os resultados não apareçam imediatamente. Esse é o elemento passivo. O fato de a melhora estar acontecendo de maneira lenta não é relevante, o que importa é continuar. Siga praticando, mesmo quando tiver a sensação de que não está chegando a parte nenhuma. Esse é o caminho para atingir o melhor desempenho.

          O resultado virá, provavelmente, quando você menos esperar. Portanto, continue com suas atividades. Dito isso, é importante não se deixar perturbar com esse conceito. Às vezes, é necessário saber o momento de parar. Se, apesar de seus esforços, você tiver a sensação de estar regredindo ou de não sair do mesmo ponto, é sinal de que deve descansar.

Se o descanso não lhe permitir alguma recuperação, talvez você esteja no caminho errado. Considere a hipótese de iniciar outra atividade mais adequada aos seus talentos naturais. Certamente, se você for uma pessoa ambiciosa e determinada, não será fácil saber o momento de parar. Porém, não se deixe levar pelo orgulho ou pela obstinação.

Pergunte-se, com sinceridade, se está desistindo pelas razões certas. Então, terá a resposta. É claro que as pessoas não gostam de desistir das atividades. Mas não há nenhum sentido em continuar uma atividade inapropriada para você.

 

 

Fonte: livro “Viva com Sabedoria – Coisas simples que transformam o dia a dia”, de Dean Cunningham – Integrare Editora

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A educação como projeto de vida: com metas a atingir, estratégias de ação e competências específicas

maio 30, 2011

A maioria dos pais tem dificuldades em educar os seus filhos, pois suas experiências familiares e pessoais não são suficientes para formar valores nos seus filhos filhos. Muitos filhos têm “crescimento silvestre” e não educação “orquestrada” para construírem sua cidadania.

A maioria dos professores e educadores tem dificuldades de lidar com os seus alunos porque, para formar alunos, não basta esforços e iniciativas de boa vontade se não houver competências e estratégias de ação, principalmente para alunos que não têm motivação para aprender. Dizem esses jovens que “a escola é boa, o que atrapalha são as aulas”.

O que percebo é que falta aos pais e professores um preparo para orquestrar uma educação que realmente forme valores e competências nos seus filhos e alunos.

 

Quem conquistou a liderança deu um Passo Além  aos seus liderados, sejam eles filhos ou alunos. Mas, se quiser apenas manter essa posição, e não der mais Passos Além, ficará a Marcar Passo e será devorado pela obsolescência.

Pais e educadores que não derem um Passo Além do que habituaram a fazer com os seus filhos e alunos, estão a Marcar Passo. Seus educados não se desenvolvem, pois não é errando que se aprende, mas sim corrigindo o erro. Pior que não aprender é o aprender errado, isto é, fazer errado e achar que está certo e continuar errando. Porém, aprender onde errou e corrigir esse erro pode ter ajudado a acertar.

 

 

Ainda essa semana, disponibilizaremos no Blog o primeiro capítulo do livro para download!

 

Fonte: trecho do livro “Pais e Educadores de Alta Performance”, de Içami Tiba – Integrare Editora


Como criar uma auto-estima empreendedora?

abril 18, 2011

AUTO-ESTIMA EMPREENDEDORA

A simples proibição de um ato pode não ser educativa. Quando se manda que uma criança fique quieta em seu lugar, estamos cortando sua ação, inclusive a iniciativa de agir. Castramos a ação.

Se a ação for inadequada, perigosa, abusiva, tem mais é que ser interrompida mesmo. Mas melhor seria se a criança fosse estimulada a encontrar soluções que não perturbassem os outros: “Não pode correr aqui, mas veja se descobre onde você pode correr sem perturbar ninguém”. Assim reencaminhamos a energia, que estava sendo gasta na inadequação, para algo mais construtivo e útil. Ou seja, em vez de um filho travado, estamos fortalecendo o empreendedorismo dele – o que vai lhe ser muito útil como valor em seu trabalho.

Fonte: trecho do livro “Quem Ama, Educa! Formando cidadãos éticos”, de Içami Tiba – Integrare Editora



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