A era do intangível. (por César Souza)

setembro 23, 2015

Dois mais dois é igual a cinco, na matemática peculiar de um dos expoentes do Management, o professor Igor Ansoff. A “fórmula” numérica (2 + 2 = 5) foi usada em uma de suas aulas sobre Estratégia Empresarial para explicar o conceito de Sinergia, criado por ele com o propósito de mostrar que duas entidades juntas valem mais do que a soma das duas separadas.

Desde o primeiro momento em que ouvi essa ideia, senti um reforço na minha tese de que esforços coordenados no trabalho produzem muito mais do que resultados tangíveis.

Os produtos têm ficado cada vez mais parecidos; a diferenciação entre eles é cada vez menos evidente. O diferencial existe, não no produto em si, mas na percepção do cliente, na experiência que vivencia quando toma a decisão de compra, na hora da aquisição ou quando vai utilizar o produto ou serviço. O que fideliza o cliente é aquilo que ele não pega nem vê, mas sente.

O mesmo acontece na relação com os parceiros. O que não se vê nem pega mas se sente tem um peso crucial na hora de lidar com fornecedores, distribuidores, prestadores de serviços e até mesmo com os terceirizados.

Cabe aos lideres garantir que o comportamento dos atendentes da linha de frente traduza e reflita as expectativas dos clientes sobre os atributos de uma marca na hora da decisão, da compra e do uso do produto ou serviço.

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Fonte: livro “A NeoEmpresa: o futuro da sua carreira e dos negócios no mundo em reconfiguração”, de César Souza – Integrare Editora

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Quanto custa a perda de talentos e clientes? Por César Souza

setembro 11, 2013

Mito que deve ser combatido: o maior concorrente de uma empresa é quem fabrica os mesmos produtos ou presta os mesmos serviços.

É mais fácil culpar o concorrente pelo insucesso no negócio.

Na realidade, o maior adversário de uma empresa está quase sempre dentro da própria casa: falta de clareza no rumo, estrutura inadequada, falta de integração entre as áreas, atitudes e práticas equivocadas sobre os clientes, as pessoas e os parceiros. A desintegração entre pessoas e entre departamentos cria um custo invisível considerável, da ordem de 15% do nosso custo total, que deveria ser contabilizado no balanço da nossa empresa.

Perdemos talentos e clientes vão embora devido à falta de integração. Quanto custa isso? Vamos monetizar e contabilizar esse custo?

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Fonte: livro “A NeoEmpresa – O futuro da sua carreira e dos negócios no mundo em reconfiguração”, de César Souza. Integrare Editora

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Para que a sua carreira e a empresa em que trabalha tenham um futuro mais saudável! Por César Souza

agosto 14, 2013

A nova forma de pensar deve ser buscada visando não apenas oferecer novas respostas para velhos problemas que continuam a nos atormentar por serem recorrentes, mas também encontrar respostas para os novos desafios que começam a nos angustiar por nos pegarem de surpresa. Além disso, já é necessário buscar soluções inovadoras para situações que nem conhecemos ainda – para que a sua carreira e a empresa em que trabalha tenham um futuro mais saudável.

Insistir no velho modelo é ignorar que o eixo do mundo corporativo está mudando. É aplicar soluções obsoletas aos desafios atuais. Infelizmente, a maioria das empresas e escolas de negócios comete esse equívoco: continua formando líderes e gestores para o passado, para uma realidade que não existe mais.

Não podemos mais dirigir empresas, governos e instituições amarrados ao passado. Temos de inventar o futuro. O futuro é o passado pelo qual queremos ser lembrados, o legado que pretendemos deixar. Temos de cultivar o que sera a nossa herança para as próximas gerações.

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Fonte: livro “A NeoEmpresa – O futuro da sua carreira e dos negócios no mundo em reconfiguração”, de César Souza – Integrare Editora

 

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