Para que trabalhar tanto se não sou reconhecido nem ganho mais que aquele que nada faz? (por Içami Tiba)

maio 9, 2016

A meritocracia é o reconhecimento pelo que se faz. Não se aplica a promessas, mas a realizações – pois, se não forem transformados em projetos e realizações, bons e ricos sonhos não passam de devaneios. E como cada ser humano é único no Universo e o aprendizado se amolda ao aprendiz, toda construção de Alta Performance depende muito mais da própria pessoa do que somente dos seus provedores, professores ou responsáveis.

Seja no meio familiar, na escola ou no trabalho, a falta de meritocracia atinge a todos. Exemplos existem muitos: em qualquer lugar do mundo, havendo dois trabalhadores com a mesma função numa mesma empresa – e onde um trabalha e outro não –, ambos não podem receber os mesmos salários e benefícios.

Para que trabalhar tanto se não sou reconhecido nem ganho mais que aquele que nada faz? O que nada faz também conclui que não compensa se esforçar mais porque o que ganha já está bom.

 
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Fonte: livro “Pais e Educadores de Alta Performance” de Içami Tiba – Integrare Editora

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Pessoas não são coisas! (por Eugenio Mussak)

maio 6, 2016

Coisas têm preço, que é atribuído em função de sua utilidade e de sua raridade.

Pessoas têm dignidade, que lhes será atribuída de maneira diretamente proporcional aos valores em que acredita e que pratica.

Carregamos em nós um lado sombrio, mesquinho e pequeno. Uma terrível mania de se conferir utilidade às pessoas e tratá-las de acordo com essa utilidade, e não em função de sua condição de ser humano.

Ao lidarmos com uma pessoa apenas a partir do ponto de vista de sua utilidade, nós a estamos “coisificando”, tratando-a como uma coisa. E isso ocorre porque a sociedade em que vivemos é o império da eficácia e não o reinado do valor. Sim, pessoas descartadas são pessoas coisificadas.

 

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Fonte: livro “Com gente é diferente – Inspirações para quem precisa fazer gestão de pessoas”, de Eugenio Mussak – Integrare Editora

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Dois erros fundamentais que podem prejudicar uma carreira (por Max Gehringer)

maio 4, 2016

Existem dois erros fundamentais que podem prejudicar uma carreira e ambos são fáceis de evitar. O primeiro é o mau relacionamento com o chefe. Qualquer funcionário, independente do cargo que vá ocupar na empresa, é contratado com a função de ser uma peça dentro de um sistema. E cada um desses sistemas internos gira em torno de uma pessoa, o chefe imediato. Portanto, a opinião de um funcionário sobre seu chefe não altera a hierarquia. Mesmo que o funcionário deteste o chefe como pessoa ou tenha restrições quanto à competência dele, é preciso saber manter um relacionamento civilizado e respeitoso. Sem o apoio do chefe, a carreira não engrena.

O segundo erro é colocar o foco sempre em si mesmo. O foco deve ser colocado nos resultados da empresa. Quando o funcionário dirige o foco sobre si mesmo e tenta ser sempre o personagem principal de qualquer situação, ele perde a simpatia de seus colegas de trabalho. Porque colegas de trabalho não são uma plateia. São atores de igual talento, atuando na mesma peça e no mesmo palco. Uma característica do funcionário centrado em si mesmo é a crítica constante ao sistema. Ele reclama que as coisas não estão acontecendo como ele gostaria nem na velocidade desejada. Mesmo que, por vezes, alguém não receba todos os méritos pelo trabalho que executa, sair falando mal do sistema não é a maneira mais inteligente de mudá‑lo.

Também é bom lembrar que o crescimento profissional sempre é bastante enfatizado durante um processo de contratação. Mas nenhum funcionário, até hoje, foi contratado com o objetivo primordial de construir uma carreira. Essa é a consequência, e não a causa. Uma carreira bem‑sucedida começa com duas providências elementares. Ganhar a confiança do chefe e conseguir o respeito dos colegas. Quem não consegue isso até poderá chegar a uma chefia algum dia, mas será muito, muito mais difícil.

 

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Fonte: livro “Aprenda a ser chefe – Um manual de dicas e sugestões para chefes presentes e futuros” de Max Gehringer – Integrare Editora

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A mochila é do filho! (por Içami Tiba)

maio 2, 2016

Repare em algumas mães que chegam à escola com seus filhos. Observe se carregam todo o material escolar das crianças enquanto elas brigam entre si ou correm pelas ruas, leves e soltas. Não parece estranho ver três filhos em total liberdade enquanto todo o peso é carregado pela mãe?

Esse quadro, muito comum, revela uma mãe sufocada e filhos folgados. E isso é apenas o que você pode ver. Imagine como deve ser a vida dessa mulher em casa: as três crianças brigando sem parar e ela tentando estabelecer a paz, ao mesmo tempo em que cuida dos afazeres domésticos.

Não foi de um dia para outro que a situação chegou a esse estágio. Primeiro, a mãe carregou a mochila do pequeno. Já que fez para um, teve de fazer para o outro. E se fez para dois, por que não fazer o mesmo para três? Afinal, ela se acha uma mãe tão dedicada!

 

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A atitude correta seria cada filho carregar o que lhe fosse possível e a mãe ajudasse naquilo de que o filho precisar. E ela teria mais tempo de conviver com os filhos, caso não se escravizasse em benefício deles.

E o pai, que vê a mãe carregando tudo? Por que deixa isso acontecer? Quando é ele quem leva os filhos à escola nem se dá ao trabalho de descer do carro. E, se descuidar um pouco, é capaz de nem conversar com eles durante o trajeto, pois precisa ouvir as notícias pelo rádio. Esse pai deve abrir os olhos. E também os ouvidos para o que os filhos falam. Mais ainda: abrir os braços para ajudá-los no que precisarem.

 

Fonte: livro “Disciplina – Limite na medida” de Içami Tiba – Integrare Editora

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Cuidado: qual foi a última vez que você sentiu raiva? 1 dia? 5 minutos? (por Mike George)

abril 29, 2016

Inúmeros estudos revelam que a raiva produz um efeito totalmente prejudicial ao bem-estar físico.

Aparentemente, temos sido condicionados a enxergar qualquer evento desencadeador de tensão, seja a sirene de um carro de polícia, seja um conflito com um parceiro ou colega, como uma crise. Nesses momentos, o corpo produz e libera os hormônios do estresse, a adrenalina e o cortisol.

Tudo isso é inofensivo se a tensão ou o medo forem breves e infrequentes, como no caso de um quase acidente ao volante, mas os distúrbios emocionais causados pela raiva e pelo ressentimento são como acidentes que não terminam, e os hormônios transformam-se em toxinas. O efeito depressivo do cortisol sobre o sistema imunológico tem sido associado a sérias doenças e distúrbios.

Segundo o professor Stafford Lightman, da Universidade de Bristol, “o cortisol enfraquece o cérebro, levando à atrofia das células e à perda de memória. Também eleva a pressão sanguínea e a quantidade de açúcar no sangue, enrijecendo as artérias e causando doenças cardíacas”. A raiva não tem uma publicidade favorável no ambiente médico.

 

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Fonte: livro “Viva com Sabedoria”, de Mike George – Integrare Editora

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Não basta ter consciência dos possíveis caminhos para uma vida mais satisfatória. É preciso agir! (por Gabriel Carneiro Costa)

abril 28, 2016

Assim como a maioria dos executivos brasileiros, eu nutria uma permanente “guerra” entre as chamadas vida profissional e pessoal. Surge aí o primeiro grande ensinamento… Nunca esquecer que a Vida é uma só! O pessoal e o profissional estão totalmente encadeados, havendo a necessidade de uma gestão permanente dessas conexões garantindo o equilíbrio desejado.

Partindo do pressuposto de que a simplicidade é a complexidade resolvida, mais um ensinamento foi fundamental para uma caminhada de transformações. Antes de saber o que eu gostaria de ter, deveria definir o que eu gostaria de ser. Achei um propósito claro. Isso sim faz sentido! Parar com a permanente e eterna corrida dos ratos, jogando um jogo não sob a minha lente, mas sim sob a lente dos outros.

Parece simples e banal, mas encontrar a verdadeira felicidade dá trabalho!

Não bastava tomar consciência dos possíveis caminhos para uma vida mais satisfatória! Era preciso agir! Quem encanta, além de ressignificar teorias complexas, transforma a informação em insumos simples para que as pessoas se movimentem em direção às suas metas e objetivos. Além disso, quem enfeitiça pessoas dá exemplo e ajuda na caminhada! Ora se comporta como adulto, fazendo contratos e planos para acalmar a pessoa amada, ora, como uma criança, questiona cada passo, tentando ajudar a desvendar o caminho. O não julgamento é palavra de ordem! É comum estarmos permanentemente julgando nossos semelhantes. É fácil falar dos outros. Difícil é se conhecer de forma verdadeira e genuína, identificar a zona de incompetência para, depois do plano, caminhar para uma zona de vitória.

Bem, um encantador de pessoas ajuda a desvendar o segredo da vida, que na minha humilde opinião é a busca pela felicidade.

 

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Fonte: livro “O encantador de pessoas – Como trabalhar sua vida em busca da felicidade e realização pessopal” de Gabriel Carneiro Costa – Integrare Editora

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O mundo virtual e os bebês (por Içami Tiba)

abril 25, 2016

Atualmente um bebê com menos de um ano de idade já pede iPad dos pais para ficar sozinho e muito atento às imagens, movimentos, cores e sons da telinha que surgem ao seu toque, manifestando sorrisos, demonstrando prazer. Não gosta, se irrita, reclama, quando lhe tiram o iPad. Cada vez ele quer ficar mais tempo. O que fica cansado é o corpo dele que precisa ser movimentado, reposicionado onde e como estiver, mas ele não larga o iPad.

Quando o brinquedo virtual prejudica outros afazeres, como mamar, dormir, e surgem irritações, impaciências, agressividades à flor da pele, o bebê pode estar funcionando como viciado.

Os três maiores problemas do vício são:

1 Atrapalhar o seu desenvolvimento mental.

O cérebro está sendo ocupado por um único tipo de estímulo‑atividade em detrimento de outros aprendizados necessários, no período em que os humanos mais aprendem na sua vida.

2 Deixar de desenvolver sua capacidade de se relacionar com outros humanos e isola-se num mundo virtual, onde não há calor humano, sentimentos e ações relacionais presenciais.

3 O que e quanto deixa de aprender no tempo gasto com o vício.

 

O virtual é apenas um recurso a mais para viver bem e não para substituir a vida nas suas áreas afetivas, no calor humano, nas emoções básicas e nos afetos mais elevados.

 

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Fonte: livro “Educação Familiar – Presente e Futuro” de Içami Tiba – Integrare Editora

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