Não alimente a raiva! (por Mike George)

junho 5, 2015

Então, você consegue libertar-se dos padrões habituais de raiva, não importando a forma que eles adquiram? O primeiro passo é reconhecer esse inimigo emocional. Isso significa cultivar profundamente a autoconsciência, com a qual você observa, de modo delicado, mas sem tensão, seus pensamentos e sentimentos à medida que aparecem. Isso requer prática.

O segundo passo é assumir responsabilidade absoluta por sua raiva. Não é uma tarefa tão fácil, se você tiver passado a vida inteira acreditando que são as pessoas, os eventos e as circunstâncias os responsáveis pela raiva que você sente.

Assim, quando a raiva aparecer, não perca tempo com ela, alimentando-a. Lembre-se de que você não é a sua raiva, você não é as suas emoções; separe-se delas e retorne ao centro de sua consciência para se reconectar com a paz interior e com a sabedoria inata.

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Fonte: livro “Viva com sabedoria: uma viagem que parte da raiva com destino à paz e ao perdão”, de Mike George. Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, Consulte o livro ou entre contato conosco.

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Família: Não julgue o filho pelo erro. (por Içami Tiba)

junho 1, 2015

Lembre sempre que o que deve ser corrigido é o erro. Os pais temem tanto que o filho repita o erro que exageram e acabam chamando o filho de errado. Se o erro é mentir, chamam o filho de “mentiroso”, como, com outros erros poderiam chamar de: “ladrão”; “drogado”; “burro”; “bagunceiro”; “vagabundo”; “feio”; “desastrado”; ‘desgraçado”; “você é ruim”; “você não tem jeito mesmo”; “vai ser um nada na vida”; “tenho pena de você”; “de você não espero nada”; “você é o atraso da minha vida”; etc. Os pais podem generalizar o erro: “Você sempre faz assim”; “É sempre você que apronta”; etc.

Dependendo da sensibilidade, o filho será o resultado do que os pais o chamam. Quanto mais cedo começar esse tipo de chamados, mais vulneráveis estão os filhos. Não é que “praga de pais pega”, mas de tanto ouvir pessoas importantes o adjetivarem, ele pode acabar duvidando de si mesmo, ou, quando não tem o que perder, já que não há como reconquistar os pais, “quem tem fama, deita na cama”…

O filho pode ter cometido um erro que pode ser corrigido por ele mesmo, mas, por estar já de autoestima muito baixa, larga tudo errado mesmo. O mesmo acontece com generalizações de erros anteriores. O filho poderia até tentar corrigir o erro que cometeu agora, mas não pode fazer nada com os erros passados, portanto, também não faz nada.

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Fonte: livro “Educação familiar: presente e futuro”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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Não são eles – é você! (por Mike George)

janeiro 16, 2015

Pare um momento para refletir sobre a última vez em que sentiu raiva de alguém. Talvez seja difícil perceber que sua raiva nunca é criada por ninguém além de você mesmo.

Embora “pareça” que as atitudes da outra pessoa são responsáveis pelo seu estado emocional, trata-se simplesmente, na verdade, da sua “reação” à pessoa ou ao acontecimento. Você apenas se esquece de que tem a opção de escolher e que não precisa reagir com raiva. Essa escolha é facilmente obscurecida pela raiva, que parece crescer naturalmente em você. Talvez acredite que ela é instintiva, portanto algo saudável, e que nada deve ser feito quanto a isso. Eis por que tantas pessoas defendem a própria raiva e se irritam facilmente quando alguém tem uma opinião diferente!

A raiva é um processo aprendido; portanto, pode ser desaprendida. Isso significa: não a reprima, não a sufoque, não a expresse. A única coisa que resta disso tudo é a transformação. A transformação da raiva requer a compreensão das causas que originam seu sofrimento emocional. Quando você enxerga a causa, tem duas opções:

a) parar de produzir esse sentimento; ou

b) continuar a criá-lo.

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Fonte: livro “Viva com Sabedoria: uma viagem que parte da raiva com destino à paz e ao perdão”, de Mike George. Integrare Editora

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