É possível ser feliz no melhor emprego do mundo?

março 29, 2011

Bom, o que você acharia de ganhar aproximadamente R$ 15 mil por mês, para ser o zelador de uma ilha paradisíaca? Sua principal responsabilidade seria fazer posts diários em um blog, incluindo fotos e vídeos mostrando como foi o seu dia.

Esse emprego existiu e foi anunciado há dois anos, em plena crise econômica mundial. A ideia surgiu para promover um lugar turístico na Austrália e teve, evidentemente, um grande efeito. Milhares de candidatos, de mais de 200 países, se inscreveram, contudo, apenas um candidato foi escolhido.

O britânico Ben Southall foi o escolhido no processo seletivo. Foi ele quem perdeu o “emprego dos sonhos” para se tornar um guia turístico. Será que ele foi feliz no melhor emprego do mundo?

Provavelmente ele teve momentos felizes, contudo o conceito de felicidade é flexível e totalmente mutante, e é isso que permite uma reflexão sobre o que é a verdadeira expectativa sobre o melhor emprego do mundo.

Ser zelador na ilha, proporcionou um grande desenvolvimento pessoal ao sr. Ben, que trabalhava como arrecadador de verbas em sua cidade natal. A experiência teve o mérito de proporcionar um novo estágio de autoconhecimento. O emprego certamente criou condições financeiras mais vantajosas e o local de trabalho realmente era absolutamente agradável. Contudo, mesmo tendo características únicas, não foi suficiente para atingir as reais expectativas do Sr. Ben.

Depois de explorar o trabalho por algum tempo, ele descobriu que tinha uma vocação natural para a aventura, por isso começou a desejar mais desafios, mais conhecimento desse seu novo talento.

Usando de muita criatividade, o sr. Ben conseguiu achar uma forma de transformar sua experiência em um empreendimento que fosse mais duradouro. Hoje ele é um respeitado guia turístico na Austrália e promove aventuras para seus clientes.

Ter a chance de descobrir seu talento certamente foi o melhor benefício que o emprego de zelador da ilha lhe proporcionou.

Se conseguirmos explorar nosso trabalho ao ponto de descobrirmos todo o  nosso potencial, estaremos então caminhando na direção de transformar nosso trabalho no melhor emprego do mundo. Afinal, como diz o ditado popular:

O importante não é fazer o que gosta, mas sim gostar do que faz.

Fonte: http://sidneioliveira.com.br/artigos_interna.php?id=97 

Sidnei Oliveira, autor do livro “Geração Y – O nascimento de uma nova versão de líderes” – Integrare Editora

Caso queira saber mais :

 

Clique aqui para assistir o vídeo direto do Youtube

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E a Geração Y pergunta: Cadê o meu mentor?

março 15, 2011

Um dos exercícios que mais utilizo em minhas palestras e workshops, buscando despertar reflexões mais profundas, é pedir aos participantes para fecharem seus os olhos e pensarem em alguma pessoa que, de alguma forma, tenha interferido de modo significativo em seus destinos.

 

Quando os participantes começam a abrir seus olhos, é muito comum eu observar aquele olhar agradecido por fazê-los lembrar de alguém que realmente fez diferença na vida de outra pessoa.

 Contudo, um fato novo tem despertado minha atenção, principalmente quando realizo este exercício em platéias formadas por jovens da Geração Y

Muitas vezes os jovens não conseguem identificar ninguém. Quando abrem seus olhos, percebo a reação de dúvida e estranheza diante do exercício. Alguns chegam a manifestar o fato de não entender o que se esperava com o exercício.

Não se encontra mentores no Google e nem é possível dispensá-los quando quer se desenvolver. Todo conhecimento tácito, que também é conhecido como experiência, está nas mãos dos mais veteranos. Para ter acesso a este conhecimento é indispensável conquistar um mentor. Para isso só há um caminho – SER APRENDIZ.

Os desafios estão com os veteranos, que ainda se esforçam para manter o ritmo das coisas, para “não deixar a peteca cair”.

Se você jovem, está se perguntando então, CADÊ O MEU MENTOR? – lembre-se que, mais próximo do que você imagina, há um veterano perguntando – CADÊ O MEU APRENDIZ?

Sidnei Oliveira, autor do livro “Geração Y – O nascimento de uma nova versão de líderes”, Integrare Editora

Para ler o texto na íntegra, visite: http://www.sidneioliveira.com.br/artigos_interna.php?id=95


Bem na foto. Qual imagem sua roda pela internet?

março 10, 2011

Nesses tempos internéticos em que a gente vive, onde as redes sociais são responsáveis por boa parte dos contatos profissionais, há que se tomar bastante cuidado com as fotos que colocamos lá. Mesmo que o sujeito faça um perfil só para a família e a “galere“, ninguém pode impedir que o seu chefe (ou futuro potencial chefe) também dê uma espiadinha. That’s it, não há o que fazer. Postou, se expôs.

Para quem trabalha com serviços, como eu, a coisa é automática: quem vai me contratar sem me conhecer pessoalmente, com certeza “dá um google” antes para formar uma opinião. Inclusive, não poucas vezes, é lá mesmo que a pessoa fica sabendo que existo. Para quem tem um emprego, a coisa não é tão diferente, afinal, se você bate ponto numa mesa de trabalho perto da máquina de café, nada garante que vai continuar tendo domínio sobre ela na semana que vem. Aí, é articular novas oportunidades profissionais — e você não vai escapar de uma “googlada“, pode ter certeza. 

Texto de Lígia Fascioni, autora do livro “DNA Empresarial – Identidade corporativa como referência estratégica”

Para ler mais, acesse o Blog da autora: http://www.atitudeprofissional.com.br/blog/

Crédito da foto utilizada: Michel Téo Sin

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Mensagem da Integrare Editora para o Dia Internacional da Mulher

março 7, 2011

 * Natércia Tiba é psicóloga clínica, psicoterapeuta de casal e família

www.naterciatiba.com.br

blog: http://www.natercia.wordpress.com

twitter: @natercia_tiba

Colaboradora dos livros: “Quem Ama, Educa” e “Seja feliz, meu filho”, entre outros trabalhos já publicados 


Reputação x Sucesso financeiro: qual a relação?

fevereiro 8, 2011

Sempre que falo em reputação (e devo ter falado milhares de vezes sobre este assunto em palestras e artigos), invariavelmente as pessoas associam reputação de marca pessoal com sucesso financeiro. Como vivemos num mundo de busca de sucesso rápido e notoriedade, associamos facilmente as palavras reputação com sucesso financeiro partindo do pressuposto de que geralmente pessoas famosas são também ricas. E isso pode não ser uma verdade.

Boa reputação pode gerar sucesso financeiro. Mas sucesso financeiro não resulta necessariamente em reputação. Porque você pode comprar tudo, menos reputação. Isso pode parecer óbvio, mas não é tão assim. Pense bem. Você pode enriquecer e ter uma péssima reputação. E pode ter uma ótima reputação pelo que você é e pelo que você está construindo e nunca tornar-se rico – financeiramente. Ou seja, reputação pode não gerar dinheiro, mas pode gerar sucesso. Depende da ótica que você dá ao que chama de sucesso.

Texto de Arthur Bender originalmente publicado no link: http://www.blogdocarvalho.com/turma-do-carvalho/Default.aspx


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