Espaços vazios. (por Gabriel Carneiro Costa)

Nada é mais urgente do que a necessidade de parar. Os espaços vazios se tornaram luxo em nossas vidas aceleradas. Temos a percepção da escassez do tempo, quando, na verdade, o tempo não mudou. O que mudou é a forma como vivemos diante do tempo. Como já dizia Shakespeare, o bom e o ruim são produzidos apenas pelos pensamentos.

 

Nesses últimos anos, tenho aprendido a dar pausas na minha vida. Tenho aprendido a desenvolver o olhar apreciativo. E a única forma de apreciar o mundo a nossa volta é estarmos conectados com o aqui e o agora. Nada mais. Viver o que estamos vivendo. Observar o que estamos observando. Explorar os momentos de silêncio, de vazio, de nada.

 

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Fonte: livro “Ponto Ágape”, de Gabriel Carneiro Costa. Integrare Editora

 

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