O tempo é valioso. (por Leo Fraiman)

setembro 14, 2015

Muitos pais, com sua estima abalada pelas incessantes cobranças de mais e mais consumismo, pensam estar sendo excelentes pais por “não deixarem faltar nada em casa”, e assim faltam com sua importante presença. Sobram alimentos e roupas de grife, mas faltam a presença e a intimidade.

A jornada de trabalho tem aumentado bastante para muitas famílias. Hoje em dia, ambos os pais trabalham cada vez mais intensamente para manter um padrão de vida cada vez mais exigente. Não é raro encontrar pais que têm jornada dupla, ou mesmo tripla de trabalho, para poderem oferecer um bom nível de vida a suas famílias. Mais do que dinheiro, é bom saber que os filhos desejam que seus pais invistam tempo e afeto neles.

Some-se a isso toda uma oferta de bens e serviços que prometem afeto e contato com um mundo feliz, tais como cursos, massagens, comidas, bebidas, aparelhos eletrônicos, viagens de experiências. Tudo em nome de boas sensações afetivas que são cada dia mais raras nas famílias. As empresas terceirizaram o afeto.

Quais são as lembranças mais fortes que uma pessoa leva de sua família? O presente caro? A bolsa de grife? Não. Se perguntarmos a muitas pessoas, a resposta tenderá a variar pouco: as lembrança que mais guardamos no coração são dos momentos passados junto a entes queridos, conversas significativas, ocasiões em que se riu, se olhou nos olhos, se brigou, se trocou ideias. Lembramos muito mais de momentos preciosos nos quais sentimos relações reais, presença e afetividade.

insta_14_09_Meu filho chegou à adolescência, e agora?_Leo Fraiman_Integrare_Edit

 

 

Fonte: livro “Meu filho chegou à adolescência, e agora?”, de Leo Fraiman – Integrare Editora

Saiba mais sobre o livro!

Anúncios

Hábitos simples (por Gabriel Carneiro Costa)

setembro 11, 2015

Segundo o psicólogo norte-americano Martin Seligman (autor da psicologia positiva), as pessoas mais felizes desenvolvem hábitos simples de vida. Ainda segundo Seligman, 60% da nossa felicidade é originada de questões genéticas e de ambientes em que nascemos e convivemos. Os outros 40% referem-se, exclusivamente, à forma como interpretamos e vivemos a vida que temos. E é, justamente, nestes 40% que gosto de focar o meu trabalho, afinal, é aí que reside a parte que podemos gerir, uma vez que, nas questões genéticas e ambientais temos, no máximo, influência.

Dentre alguns hábitos simples e possíveis à imensa maioria da população que o autor define como grandes responsáveis pela percepção de felicidade, destaco: cercar-se de pessoas felizes, apreciar pequenos prazeres, permitir-se perder a noção do tempo, trocar conversas profundas por bate-papos, reconhecer o lado bom da vida e gostar de práticas ao ar livre. Todos esses itens são simples, mas, infelizmente, difíceis de serem executados quando a nossa busca está em sermos pessoas focadas no “sucesso profissional” para sermos felizes. Aliás, quanto mais tempo passamos “buscando ser feliz”, menos tempo “somos de fato”.

Recordo-me de alguns casos com clientes em que o exercício era a observação e o registro de momentos significativo em suas vidas. Eu pedia que eles anotassem os bons momentos dentro do dia e depois me trouxessem para debatermos. Nesse caso, não poderia ser registrado nada socialmente grandioso, nem mesmo questões que envolvessem grandes quantidades de dinheiro. Minha busca era “forçar” o cliente a aumentar o lado bom da sua própria vida. E a expressão aumentar é diferente de criar. Eu, na condição de um terceiro, não posso criar o lado bom na vida do outro.

Mas posso ajudá-lo a ampliar o que lhe ocorre. E quando temos a noção ampliada das coisas boas que nos ocorrem (e isso não significa deixar de observar o que está ruim), tornamo-nos mais otimistas, mais leves, mais “energizados”.

insta_11_09_a sombra da cerejeira_Gabriel Carneiro Costa_Integrare_Edit

Fonte: livro “À sombra da cerejeira”, de Gabriel Carneiro Costa. Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, Consulte o livro ou entre contato conosco.

Saiba mais sobre o livro!


Lidando com nossas emoções. (por Alexandre Prates)

setembro 9, 2015

Há algo que o pode impedir de conquistar seus objetivos: suas emoções.

Na verdade, a incapacidade de controlá-las, definida por muitos especialistas como inteligência emocional. Segundo Daniel Goleman, autor de diversos livros sobre o tema, “Inteligência Emocional é a capacidade de identificar os nossos próprios sentimentos e os dos outros, de nos motivarmos e de gerir bem as emoções dentro de nós e nos nossos relacionamentos”.

Nossos valores determinam nossas ações, que, por sua vez, são disparadas por nossas emoções. Tudo o que fazemos em nossa vida, fazemos impulsionados por nossos valores. Portanto, ter consciência dos nossos valores nos faz compreender nossas emoções. Por exemplo, um profissional bem-sucedido, que já chegou ao topo de sua carreira como executivo, percebe que, apesar de toda a fama, não está feliz. Por quê? Porque, mesmo inconsciente, seu valor família pode estar falando mais alto e ele começa a perceber que toda a fama não está valendo mais a pena. Então, algumas emoções começam a ser disparadas: insegurança, tristeza, raiva etc. No entanto, se ele conhecesse seus valores, saberia que suas escolhas afetariam suas emoções e, consequentemente, seus objetivos.

Lembre-se de que as emoções são disparadas por nosso pensamento e nosso pensamento é composto por valores e crenças.

Inteligência emocional não é viver livre de emoções negativas, mas saber controlá-las e, principalmente ter consciência como são disparadas.

insta_09_09_Resultado_Alexandre Prates_Integrare_Edit

 

Fonte: livro “Resultado – A liderança além dos números”, de Alexandre Prates – Integrare Editora

Saiba mais sobre o livro!


Liberdade e responsabilidade na adolescência. (por Içami Tiba)

setembro 7, 2015

 

O grande conflito interno do adolescente é a luta entre a independência que quer ter e a dependência que tem dos pais para sobreviver.

Muitos adolescentes querem sair, ou fugir, de casa, não porque tenham lugar para ir, mas porque em casa não querem ficar. O que mais os adolescentes detestam nos seus pais é quando são tratados como crianças.

É um preço caro que os pais pagam quando não educam seus filhos aplicando o princípio de que é com a responsabilidade que se conquista a liberdade. Liberdade não se ganha de presente. Liberdade se conquista cada vez que se assume e atende à responsabilidade.

Quem simplesmente perdoa as falhas não educa. Os pais são os únicos que os adolescentes ainda aceitam como autoridade para cobrar pelos seus erros, fazê-los arcar com as consequências de suas falhas, por causa da dependência legal e financeira que realmente existe.

Está perdida a família onde quem manda é o adolescente. Até parece que o adolescente que faz uma vez já se autoriza a fazer outra vez, não importa se está certo ou errado. Portanto a simples permissão não educa para a liberdade. Ela tem de ser conquistada, com as consequências pela responsabilidade desenvolvida.

insta_07_09_Educação Familiar_Içami Tiba_Integrare_Edit

 

 

Fonte: livro “Educação familiar: presente e futuro”, de Içami Tiba – Integrare Editora

Saiba mais sobre o livro!

Kit site QAE


Negar, evitar ou fugir de conflitos? (por Maria Tereza Maldonado)

setembro 4, 2015

Há quem confie na passagem do tempo para diluir o conflito, há quem prefira não tomar conhecimento daquilo que está acontecendo; há quem queira “empurrar com a barriga” dando mais um tempo para enfrentar o problema ou mudando de assunto.

Ocasionalmente, verificamos que “o tempo é o melhor remédio” que dilui alguns conflitos. Porém, é arriscado fugir com frequência dos conflitos: ao não se esforçar por atender as próprias necessidades ou ao perceber que o outro foge dos problemas fazendo pouco caso deles, a pessoa acaba acumulando raiva e frustração até o ponto de ruptura ou explosão.

Outro risco sério é adoecer: como diz Adalberto Barreto, psiquiatra e antropólogo brasileiro, “quando a boca cala, o corpo fala”. O hábito de fugir dos conflitos faz mal à saúde: estresse no trabalho, casamento insatisfatório, condições ruins de vida podem adoecer pessoas, equipes e comunidades.

insta_04_09_o bom conflito_maria tereza maldonado_Integrare_Edit

Fonte: livro “O bom conflito”, de Maria Tereza Maldonado. Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, Consulte o livro ou entre contato conosco.

Saiba mais sobre o livro!


Estratégia não é achar que tudo é possível (por Arthur Bender)

setembro 2, 2015

Os livros de autoajuda e os cursos de motivação tentam nos fazer crer que podemos conseguir tudo e só pelo querer nos tornaremos fortes e imbatíveis em nossas conquistas. Ao sair de uma palestra dessas, você se sente um gigante, cheio de motivação, emocionado com sua força interior, com lágrimas nos olhos e no dia seguinte tudo desmorona e você volta à velha rotina de querer sem saber como fazer. E descobre que não sabe como chegar lá.

Você precisa de estratégia. Pensar estrategicamente na sua marca pessoal e na sua carreira e cercar-se de informação para determinar a rota certa, o movimento certo. Isso implica uma dose alta de autocrítica e análise e muito poucas divagações e sonhos. Estes servem maravilhosamente bem para você visualizar o futuro lá na frente, cristalizar essa imagem na mente e saber aonde quer chegar. Servem para alimentar o motor e poder suportar as dificuldades do caminho. Mas os sonhos são o ponto de partida, e não de chegada. Pode deixar o incenso queimando, as velas acesas e o sininho de vento pendurado na janela (eu também gosto disso), mas você precisa de estratégia para chegar lá! Existe uma guerra lá fora, e para falar de estratégia precisamos falar em termos militares. Não se assuste. Essa guerra é interna – é você com sua marca.

insta_02_09_Personal Branding_Arthur Bender_Integrare_Edit

 

Fonte: livro “Personal Branding – Construindo sua marca Pessoal”, de Arthur Bender – Integrare Editora

Saiba mais sobre o livro!


%d blogueiros gostam disto: