Aprendendo a ter gratidão nos momentos difíceis. (por Dean Cunningham)

É muito comum não usarmos plenamente as coisas que possuímos. Estamos sempre em busca do novo, mesmo que nossos bens não precisem ser substituídos. Damos pouca importância a isso. Precisamos adquirir os últimos lançamentos, os produtos mais novos, os melhores. Mas, se não apreciamos o que já possuímos, como seremos felizes com mais?

A gratidão não tem a ver apenas com coisas materiais. Devemos ser gratos, também, pelas situações da vida. No caratê, aprendemos a sempre mostrar gratidão. Ao final de cada sequência de luta, com um parceiro ou com um adversário, inclinamo-nos e dizemos “obrigado” em japonês. Para um observador leigo, talvez pareça estranho ver alguém agradecendo um adversário pela surra que ele acaba de lhe dar. “Você me atingiu no estômago, obrigado. Agradeço-lhe pelo lábio estourado.” Isso parece absurdo, sei disso. Porém, estamos aprendendo a sentir gratidão tanto pelos momentos difíceis quanto pelos tranquilos. As lutas mais duras é que nos fazem melhorar. O mesmo acontece na vida. Ao contrário o que prega o senso comum, devemos ser gratos pelas fases difíceis que temos de enfrentar. São elas que fazem aflorar o que há de melhor em nós.

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Fonte: livro “Pura sabedoria: coisas simples que transformam o dia a dia”, de Dean Cunningham. Integrare Editora

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