Quanto tempo de sono os filhos precisam à noite? (por Dr. Michael Cohen)

junho 12, 2015

Os pais sempre me perguntam de quanto tempo de sono seus filhos precisam à noite.

Não há um número mágico; varia de criança para criança. A média para todas as crianças, até o terceiro ou quarto mês de vida, é de oito a dez horas ininterruptas, mas isso depende de quanto elas dormem durante o dia. A hora ideal para obrigar seu filho a ir para a cama é quando os pais tiveram a oportunidade de brincar e ler com ele, depois dizer boa-noite e ter tempo para eles mesmos e um com o outro. Por isso, se um dos pais ou ambos voltarem para casa tarde do trabalho, vale a pena atrasar o horário de dormir (motivo plausível).

Acho que as crianças que vão à escola dificilmente acordam felizes se foram para a cama depois das 22 horas na noite anterior.

O pior motivo para deixar uma criança acordada até tarde é porque ela não quer ir para a cama. Uma criança pode lutar contra o sono só para ficar acordada e ativa, mas os pais devem ser firmes.

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Fonte: livro “The new basics: o que você precisa saber para cuidar bem de seu filho, de A a Z”, de Michel Cohen. Integrare Editora

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Atitudes fazem a diferença para ser um líder 5 estrelas! (por César Souza)

junho 10, 2015

Duas atitudes que distinguem os “líderes 5 estrelas”:

A primeira delas é que esses líderes aprenderam a ser líderes 24 horas por dia em todas as dimensões da vida. Exercem a liderança de forma coerente no escritório, em casa, na escola, na comunidade. Entendem que a liderança não ocorre apenas quando estamos no trabalho. Por que salientar essa atitude? Por que, infelizmente, a maioria exerce o papel de líder apenas quando está no seu ambiente formal e se comporta de modo completamente diferente – às vezes, até antagônico – em outras circunstâncias da vida; estes são os “líderes meia-boca”, que defendem certos valores quando estão com o crachá da organização, mas têm outras atitudes quando estão em casa ou em situações do cotidiano.

A segunda atitude é que os líderes 5 estrelas, antes de pretender liderar os outros, aprenderam a liderar a si mesmos. Essa é uma das competências mais fundamentais para ter sucesso no futuro. Sabem que, ao liderar, desafiam as pessoas a mudar seus hábitos, posturas, atitudes, comportamentos, modos de pensar. Enfim, a modificar a forma de encarar a vida. Esses líderes verdadeiros entendem que a mudança começa dentro de cada um de nós. Sabem que liderança não é uma questão técnica, mas de atitudes e posturas. Atitudes perante outros, mas também perante si mesmo. Isso implica liderar as emoções, os ímpetos e as deficiências, e saber suplementá-los com pessoas de sua equipe ou com parceiros na vida pessoal. Isso exige elevada dose de autoconhecimento.

E você? Quais desses pontos já pratica e não são segredo para você? Quais aqueles que precisa praticar mais para ser um líder melhor? Evite atuar no novo jogo da liderança usando a velha forma de pensar que o conduz sempre aos mesmos lugares.

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Fonte: livro “Pensamento estratégico para líderes de hoje e amanhã.”, Vários Autores – Integrare Editora

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Conflito: oportunidade de mudança e melhoria nos relacionamentos (por Maria Tereza Maldonado)

junho 8, 2015

Felizmente, na maior parte do tempo, conseguimos nos entender razoavelmente bem com os outros, embora a maioria de nós não valorize isso e coloque lentes de aumento nas divergências, achando que a vida é dura e está cada vez mais complicada.

Os conflitos fazem parte da vida de todos nós e acontecem até nos relacionamentos mais harmônicos. Mesmo sem perceber, no decorrer do dia fazemos vários acordos na família, na escola e no trabalho. Porém, apesar de nossa prática de lidar com as divergências, podemos aprender a resolvê-las de modos mais eficazes.

A capacidade de resolver conflitos com eficácia e agilidade – por consenso, conciliação, negociação, mediação, arbitragem – é, cada vez mais, um recurso indispensável à nossa sobrevivência. Porém, isso depende da disposição de todos os envolvidos, no sentido de trabalhar em colaboração e co-responsabilidade, aprendendo a atacar os problemas sem atacar as pessoas.

É preciso olhar o conflito como oportunidade de mudança e de melhoria nos relacionamentos, aprimorar nossos recursos de comunicação e ter disposição para encontrar os pontos em comum nas divergências. É isso que torna possível construir acordos satisfatórios para todos os envolvidos e melhorar a qualidade do relacionamento.

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Fonte: livro “O bom conflito”, de Maria Tereza Maldonado – Integrare Editora

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Não alimente a raiva! (por Mike George)

junho 5, 2015

Então, você consegue libertar-se dos padrões habituais de raiva, não importando a forma que eles adquiram? O primeiro passo é reconhecer esse inimigo emocional. Isso significa cultivar profundamente a autoconsciência, com a qual você observa, de modo delicado, mas sem tensão, seus pensamentos e sentimentos à medida que aparecem. Isso requer prática.

O segundo passo é assumir responsabilidade absoluta por sua raiva. Não é uma tarefa tão fácil, se você tiver passado a vida inteira acreditando que são as pessoas, os eventos e as circunstâncias os responsáveis pela raiva que você sente.

Assim, quando a raiva aparecer, não perca tempo com ela, alimentando-a. Lembre-se de que você não é a sua raiva, você não é as suas emoções; separe-se delas e retorne ao centro de sua consciência para se reconectar com a paz interior e com a sabedoria inata.

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Fonte: livro “Viva com sabedoria: uma viagem que parte da raiva com destino à paz e ao perdão”, de Mike George. Integrare Editora

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Autonomia acompanhada de bom-senso. (por Eugenio Mussak)

junho 3, 2015

A título de definição: anomia significa ausência de normas ou leis, situação que gera anarquia e prejudica a organização; heteronomia é a obediência cega a normas criadas por outros, própria dos sistemas totalitários; e autonomia é a obediência às próprias normas ou às normas criadas por outros após serem entendidas, aceitas, apropriadas e adaptadas à situação.

Pessoas autônomas são mais produtivas e capazes, desde que, claro, sua autonomia seja acompanhada de responsabilidade. Autônomos assumem a responsabilidade, heterônomos transferem. Autônomos resolvem, heterônomos estancam. Infelizmente ainda há muitas situações de heteronomia, basta que você pense um pouco sobre os serviços prestados em hotéis, clínicas, lojas, repartições públicas. O tema é tão comum que é assunto recorrente nas universidades e nas empresas e chega a ser abordado pela literatura, pelo teatro e pelo cinema.

Lembro-me de uma cena de um filme antigo, da década de 1960, chamado Bon Voyage!, protagonizado pelo veterano comediante norte-americano Fred MacMurray. Ele interpreta um turista em visita a Paris, que resolve conhecer os subterrâneos da Cidade-Luz, acompanhando um grupo conduzido por um guia local.

Entretanto, traído por sua curiosidade, afasta-se do grupo e termina por perder-se no emaranhado de galerias que quase formam uma segunda Paris, subterrânea. Já em desespero, percebendo a noite chegar, encontra uma tampa de bueiro que ele poderia alcançar esticando bem o corpo. Coloca, então, três dedos através dos furos, na esperança de que esse pequeno e patético aceno fosse percebido por alguém. E, de fato, alguém vê os desesperados dedinhos em movimento frenético – um gendarme, um guarda trânsito parisiense, competente e orgulhoso. O policial comenta com seu colega e lhe pergunta o que eles devem fazer. O outro, então, sentencia:

– Não vamos fazer nada. Não é da nossa conta, pois cuidamos do trânsito, do que está acima das ruas, e não do que está abaixo. Allez au travaille, mon collègue!

A cena pode ser engraçada, carregada de humor sarcástico, mas também é representativa da tragédia do descompromisso, da invalidez funcional justificada pela definição estanque de papéis. Heteronomia em estado puro. Au revoir!

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Fonte: livro “Com gente é diferente: inspirações para quem precisa fazer gestão de pessoas”, de Eugenio Mussak – Integrare Editora

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Família: Não julgue o filho pelo erro. (por Içami Tiba)

junho 1, 2015

Lembre sempre que o que deve ser corrigido é o erro. Os pais temem tanto que o filho repita o erro que exageram e acabam chamando o filho de errado. Se o erro é mentir, chamam o filho de “mentiroso”, como, com outros erros poderiam chamar de: “ladrão”; “drogado”; “burro”; “bagunceiro”; “vagabundo”; “feio”; “desastrado”; ‘desgraçado”; “você é ruim”; “você não tem jeito mesmo”; “vai ser um nada na vida”; “tenho pena de você”; “de você não espero nada”; “você é o atraso da minha vida”; etc. Os pais podem generalizar o erro: “Você sempre faz assim”; “É sempre você que apronta”; etc.

Dependendo da sensibilidade, o filho será o resultado do que os pais o chamam. Quanto mais cedo começar esse tipo de chamados, mais vulneráveis estão os filhos. Não é que “praga de pais pega”, mas de tanto ouvir pessoas importantes o adjetivarem, ele pode acabar duvidando de si mesmo, ou, quando não tem o que perder, já que não há como reconquistar os pais, “quem tem fama, deita na cama”…

O filho pode ter cometido um erro que pode ser corrigido por ele mesmo, mas, por estar já de autoestima muito baixa, larga tudo errado mesmo. O mesmo acontece com generalizações de erros anteriores. O filho poderia até tentar corrigir o erro que cometeu agora, mas não pode fazer nada com os erros passados, portanto, também não faz nada.

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Fonte: livro “Educação familiar: presente e futuro”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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