A busca da felicidade. É possível ser feliz trabalhando? (por Sidnei Oliveira)

Será possível ser realmente feliz trabalhando? Esse parece o sonho utópico de todo profissional e talvez o principal motivo de tanta rotatividade nos empregos atuais, principalmente por parte dos mais jovens, que certamente não querem estar presos na aparente armadilha da infelicidade em que veem os profissionais mais veteranos.

Quando questionado sobre o que uma pessoa normal deveria ser capaz de fazer bem, Freud teria dito: “Lieben und arbeiten” (amar e trabalhar). Na sua crença, a conjunção trabalho e família é o que permite um funcionamento psicológico sadio, vinculando o indivíduo ao sentimento de felicidade.

Então, por que os profissionais estão cada vez menos motivados com o trabalho que executam? Como construir um sentido que torne satisfatória a trajetória profissional?

Vemos atualmente um quadro de muita ansiedade, intolerância, nervosismo constante e angústia. Isso leva muitos profissionais à infelicidade crônica responsável pelo afastamento e até mesmo pelo desligamento do trabalho em decorrência de quadros depressivos. Alguns fatores surgem como causadores desse estado: salários não condizentes com o volume de trabalho, pressão constante, pouco desafio e falta de mentoria estão entre as queixas mais frequentes.

É impressionante como a frustração e a indecisão se tornaram comuns e recorrentes na atual geração de jovens profissionais. São poucos os que se sentem felizes e plenos com o caminho profissional traçado. A grande maioria está confusa, desapontada, cheia de perguntas e longe de encontrar respostas. E mais do que faltar respostas, faltam objetivos, faltam propósitos, faltam metas, falta felicidade.

Hoje vejo pessoas se preparando muito e executando pouco. Vejo pessoas mais cumprindo papel do que fazendo o que realmente gostam e escolheram. Vejo corpos físicos presentes em reuniões, mas almas distantes e frustradas. E isso tem de gerar um impulso por mudança, um impulso para buscar a felicidade.

Considerando que a felicidade é relativa à percepção de cada um do que lhe cabe como medida, as pessoas precisam saber quem são para descobrirem o que de fato querem, fazendo uma relação custo-benefício que as aproxime das suas próprias intenções e de seus propósitos.

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Fonte: livro “Conectados, mas muito distraídos”, de Sidnei Oliveira. Integrare Editora

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