As drogas enganam o organismo. (por Içami Tiba)

As drogas competem com alguns neurotransmissores, imitam outros e, assim, desequilibram seus sistemas funcionais, interferindo em toda a atividade orgânica. Por exemplo, a sensação de prazer é obtida enganando-se o corpo humano. A droga libera a recompensa sem a necessidade de comportamentos positivos, como defesa do território, autopreservação e preservação da espécie. Significa muita recompensa para pouco esforço.

Quando um usuário diz que se droga “porque quer”, pode, na verdade, estar camuflando o vício. As pessoas comem porque têm fome, a fome desperta o desejo e a necessidade de comer que atinge o cérebro, e este se organiza para saciá-la. Quanto maior ela for, mais primitivos comportamentos ela mobilizará. O corpo acaba cumprindo o que o instinto determina.

Assim também pode acontecer com o consumo da droga. Ela cria no organismo uma relação de pequena causa (pouco esforço para consumir a droga) e muita consequência (grande prazer). Desse modo, a droga engana o circuito da recompensa, fazendo-se passar por neurotransmissores que trabalham para receber a gratificação, traindo a natureza biológica do ser humano.

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Fonte: livro “Juventude & Drogas: Anjos Caídos”, de Içami Tiba – Integrare Editora

Saiba mais sobre o livro!

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